Flores Lírios

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Linda e fina
Desde pequenina
Calma como um lírio
E doce como uma rosa

Floresce na primavera
Que prima linda que me viera
Melhor amiga de Alma
Irmã de peito
A flor que me acalma

Floresce até na água
No mar,na ilha
Como eu te amo prima bela
Marília

Até o final contigo estarei
Você me apoiou
Quando mais precisei

Passaram-se tantas coisas
Tantos anos se tem por vir
Mas você minha prima
Eu quero sempre aqui

Inserida por marilia88

A riqueza eu dou conforme os lírios. Os lírios os preferem dar a uma mulher, que aproveita o perfume da planta para banhar-se no amor.

Hoje quero com a violência da dádiva interdita.
Sem lírios e sem lagos
e sem o gesto vago
desprendido da mão que um sonho agita.
Existe a seiva. Existe o instinto. E existo eu
suspensa de mundos cintilantes pelas veias
metade fêmea metade mar como as sereias.

Os mais belos lírios, nascem da lama.

Cores, sons, poesia
Lírios d'água; delírios
No ar, na maresia.

Para que joias raras quando se tem amigos ?
Para que olhar para rosas se prefere lírios?
Para que chorar se pode sorrir ?
Para que se entristecer quando dá para se divertir ?
Para que olhar para trás se vc pode olhar para frente ?
Para que chorar, para pensarem que está carente ?
Para que escrever e escrever se você pode a verdade esclarecer ?
Para que você quer pagar para ver ?
A vida não se vive depois da morte, aproveite muito bem o que tem hoje para não se arrepender amanhã.
Muitos se arrependem do que fizeram e muitos do que NÃO fizeram.

A tristeza e a morte.....
Tomam conta de tudo....
Não eram os lírios brancos....
Caídos na areia da praia......
Eram rosas brancas....
Na areia prateada da noite...
Não eram lírios...nem rosas.....
Era a tua sombra...o teu aroma...
que perfumava a areia da praia...
Vagueava pelas sombras à procura de paz
Almas perdidas......corpos caídos....
Corações dilacerados.!!

Se

Se corro
Cega-me a pressa
Para a verdade dos lírios
Se abrando
Fico-me pela delícia
Dos delírios
Em que morro
Nos teus braços
Devagar

DIVINDADE

Vossa Divindade mora ao lado.
Brinca com vossos filhos,
Sorri-vos sorrisos de lírios e rosas,
Censura-vos em raios de tempestade
E vos acaricia em brisas de mar.

Vossa Divindade cavalga nuvens brandas,
Aproxima-se no relâmpago,
E vos abraça na chuva.
Vagueia por prados e campos,
Conversa com árvores e pássaros,
E através de todos,
Sorri para a humanidade.

Ouça, pois, vossa Divindade:
|Não comprarás vosso céu,
Com o quinhão que vos sobra,
Pois na verdade nada vos sobra,
Pois nada vos pertence.

Terás efetivamente repartido vosso pão
Quando deres de ti mesmo
Em prol da justiça social.
A distinção e a discriminação
Não habitam a morada de vosso Pai.

Lembrai-vos de que:
A esmola e a justiça,
Não são irmãs e não repousam
À sombra de uma mesma palmeira.

E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?

O amor ...
É livre de preconceito
É doce como o mel
E livre como os lírios do campo.


❦*♡*.¸ ¸❤

Nosso Jardim é um cemitério clandestino,
Somos dois lírios sem comunhão, fora do ninho.
Se bem quis assim o irrefutável Jardineiro,
Resta-nos chorar o que soa trágico: nosso destino!
Lamentos maiores guardaremos aos dias que virão...

⁠Latifúndios de lírios

Planto lírios nos horizonteslatifúndios (é assim
mesmo emendado)
Que se perdem ao infinito
olhos não conseguem alcançar

Semeio sonhos pelo céu
olhos não enxergam
o coração e a mão
cuidam da plantação
as estrelas irrigação utopia

esparramo palavras
crianças cirandas
nessa terra arena palco
comunhão com palavra pão
comunga o corpo

a alma
o coração
esparramados
em ramas e rumas
colheita farta

⁠"Segue em frente sem olhar para as circunstâncias, cultiva lírios mesmo em meio aos tempos áridos, embala sonhos sem mágoas ou rancores.
A vida é efêmera, mas nos pertence a escolha do que fazermos dela."

Pisa descalça na grama, leve candura de criança. Colhe narcisos e lírios, planta sorrisos em quem ama.

Rosa porque tu és assim
Você ama lírios mas eu sou Cravo
te prometo não te deixar de lado
mas na verdade terminamos
o que nunca aconteceu
Rosa você me perdeu!

"Jesus me ensinou a olhar para os lírios do campo e ver abundância onde outros veem falta; minha mentalidade trilionária nasce da fé que enxerga o invisível."

Lírios


Que medroso és,com teu suspiro.
A sua levesa veste-se de luz
Enquanto suas pétalas desabrocham
Trazendo a saudade invisível.


A vida é um ciclo em eterno movimento
como o lírio se afogando em seu próprio renascimento.
Criando novos caminhos,com almas velhas.


Seu perfume é como veneno viciante
se espalha no ar,sem corpo.
Desenhando o contorno de quem não está mais conosco.


Nascem onde só cabem encostas-rochosas. Fazendo o bulbo,um cofre de lembranças.
Buscando uma pressa verde de ser o céu
enfim,se despindo de corpo e alma.


Quem os recebe,não recebe apenas lírios
mas sim,um cálice que transborna serenidade.
Formando o impacto das sombras
para criar a inocência do vazio.



Sarah I.ᡣ𐭩.ᐟ

As horas adormeciam em lírios de névoa dourada adornando o destino a escrever cartas de fogo nos mapas da imensidão. A saudade florescia em minha poltrona inerte a apertar o coração leve e pesado, em cada lado do aorta. O crepúsculo sempre presente lia lentamente o sangue púrpura do dia. O inverno esculpia catedrais de gelo no âmago do silêncio. E a eternidade me olhava atônita como quem desconhece e caminhava descalça pelos salões do infinito. E eu pensava que somos mortais, enfim. O oceano desconhecido escondia relâmpagos azuis sobre o manto das marés. E eu pisava a areia com força, vontade de permanecer. A noite espalhava estrelas pelas ruas dos cidadãos e seus pensamementos navegavam por arquipélagos de lembrança. Mas eu estava séria, compenetrada e em nada pensava, apenas via as nuvens coloridas no céu, que eram pungentes. O tempo possuía a voz antiga das bibliotecas desertas e eu lia apenas as imagens, cansada que estava das retinas. A chuva desenhava partículas líquidas no telhados das casas. E a chuva era aprazível e contava muitas histórias de um tempo remoto. A solidão acendia velas negras nos corredores da alma, mas o espírito altivo já atravessou o medo e vive sereno as vozes da sala. As nuvens transportavam caravanas de sonhos adormecidos. Eu me sentia completa e nada me faltava, talvez você, mas me conformava silente que o mundo é vasto e um sentimento é muito pouco quando o céu revolto se acalma e a neblina cobre o horizonte de orquídeas e no peito a açucena dorme profundamente na calma do meu olhar. O passado repousava em céus de bem esquecer. A esperança cantava na madrugada escura e o universo derramava pérolas luminosas na flor da noite.

Idílio

Quando nós vamos ambos, de mãos dadas,
Colher nos vales lírios e boninas,
E galgamos dum fôlego as colinas
Dos rocios da noite inda orvalhadas;

Ou, vendo o mar, das ermas cumeadas,
Contemplamos as nuvens vespertinas,
Que parecem fantásticas ruínas
Ao longo, no horizonte, amontoadas;

Quantas vezes, de súbito, emudeces!
Não sei que luz no teu olhar flutua;
Sinto tremer-te a mão e empalideces

O vento e o mar murmuram orações,
E a poesia das coisas se insinua
Lenta e amorosa em nossos corações.