Finjo
Só quero perto quem tem a acrescentar.
E os demais? Finjo que conheço, enquanto eles fingem que me toleram.
Não finjo ser alguém para agradar, sou simplesmente eu e se não gostar de mim, que pelo menos respeite as pessoas que gostam.
Aquele que eu sempre quis, finjo que não quero e sempre vou querer. (Com ele eu aprendi a desviar o olhar, a evitar encontros, a fugir do sentimento e a me conformar com destinos opostos).
Finjo acreditar em que vejo
Porem minha’alma ignora
Prometo não influir me
Mas meus pensamentos de mim fogem
Suplico a meus fundamentos
Que fulgure minha mente
Entrelaçando a realidade
Em seus tormentos
Vejo em cada olhar
A dor do contrafaço
Que o findar chegou
Ou apenas tenta me enganar
Mas a força dentro de mim
Me esperanceis de coragem
Para lutar por aquilo que acredito
E conquistar aquilo que desejo
Suplico ao meu destino
Que me liberte de meus anseios
Mas na árdua dor da verdade
Engana me com sua veracidade
Finjo não acreditar no que vejo
Prefiro viver na ilusão de meus pensamentos
Plantando em meus sonhos
A vontade de voar dentre minhas vontades
Acredito que palavras alimentam
Que a verdade suplica demais
Suspiro a real acepção
Escondida dentre meus sorrisos
A cada olhar para o horizonte
Minha mente se volta no vento
Planando sobre minha aspiração
Colhendo a suplica de esquecer
As vezes na simplicidade semeamos a dor
Sangramos aqueles que amamos
Com atitudes inocentes pra nós
Porem, estacadas no intimo de sua’lma
Amigos são assim,
Te sangram num dia
E noutro
Te carregam no colo...
O pior de tudo é que eu sinto ciúmes, que finjo não ligar, não perceber, até mesmo reparar em algo irreparável, mas sabe que por dentro estou lutando contra algo que jamais pensei em mudar, em cutucar, pois o que tenho dentro de mim não é um extinto e sim leão. Um leão que apenas tem vontade de devorar e destruir quem mexe com ele, isso é o meu ciúmes.
Finjo acreditar nas mentiras que me contam, somente para ver até onde vai a capacidade criativa dos seres humanos.
Pareço ser bobo, mas não sou, já sou um homem, finjo demência para sobreviver, não sou mas criança, já sou um homem❤️
Já faz muito tempo que a gente não se vê,
Todos os dias dias finjo ser outro, todos dias vou disfarçando com um sorriso..
Carrego olheiras da solidão, a alma está sempre cheia..
Queria mesmo era segurar a vossa mão
Logo eu, que fiz de tudo o que podia para vós criar
Logo eu, que fui quem lutou para nada faltar..
Sei que fiz as malas mas não fui embora
Bati a porta mas estou cá fora
Sempre a espera de vos ver chegar..
Qual será o nome da vossa saudade?
A minha são vocês , sempre são vocês
Qual é o nome quando é mais que saudade
A minha é todos os dias vocês....
Lucas lucco
Adaptação Sérgio Soeiro
No universo do caos
Vivo, respiro
Brinco de ser criança
E finjo ser algo sobre-humano.
De dia tudo em paz,
De noite, vem a pressão.
É mais fácil se distrair em companhia, na luz
Do que ficar sozinho na escuridão.
Na dor, escondo feridas e lamentos
Em meio a moralismos e julgamentos,
Defendendo o ego traiçoeiro
Que protege a criança interior sem zelo.
Na busca de abraços, perdão, amor
A responsabilidade fica toda para o exterior.
Esqueço que para que venham visitas
O lar precisa estar limpo, organizado e de portas bem abertas e vistas.
No universo do caos
Me deparo com minhas sombras
Que é só uma capa grossa
Envolta da criança esquecida
Mudando o padrão da mente
E permitindo acessar a cura
Percebo que a expressão, a arte e a brincadeira
À tona trás a voz da criança até o consciente.
E esse é só o início da jornada.
No universo do caos
Não tenho mais o que temer
Já que há apenas monstros imaginários
Criados pela criança para se defender.
Se dou ouvidos a ela,
Amar, respeitar e agregar à mim esse ser
Trago a luz onde antes era dolorido e demonizado
E permito que o meu mestre interno possa brincar e crescer.
No universo do caos,
Recebo a dádiva de poder me curar
Sou coração, sou espelho, sou humano.
Sou ser divino buscando novamente voar.
Cordas de aço que soam o timbre das minhas mágoas, eu finjo com os olhos da serenidade, em enquanto canto esquadro meus sentimentos poesia e liberdade um grito para os novos dias! PauloRockCesar
Sou o que sou, não finjo pra agradar,
Amo ser assim e não tenho porque mudar,
União e amor é o que tento conquistar,
Desejo tê-la comigo mas pra isso tenho que aguardar,
A confiança é bonita mas é algo a se conquistar,
De novo digo que daqui não vou a nenhum lugar,
E logo iremos nos encontrar sem
Se preocupar com ter que nos separar.
