Fim
O fim exige muito da gente!
Exige nossas lágrimas, nossos desejos e frustrações… o fim exige o afastamento. Exige a sabedoria que por vezes nos falta. O fim, é doloroso, árduo e por vezes tardio.
Mas o fim, será sempre uma oportunidade para um novo recomeço.
Te cuida aí!
Sempre me considerei uma pessoa conservadora e grande fã da moda antiga.
Mas o mundo retrocedeu demais;
E eu já sinto saudades dos 'bons tempos' do futuro.
Se não era o fim, eu quero ouvir... O amor ao qual renunciei, o meu sonho inacabado... Um ao outro era tudo que tínhamos naquela época. Muito tempo se passou? Se posso desejar alguma coisa, além daquele futuro que nunca mais terei... Eu quero ouvir algo além de uma despedida... Porque, sem você, o meu coração não para de doer!
Se os relacionamentos não tivessem fim, as histórias de amor não seriam memoráveis... Como fantasmas, com assuntos inacabados, assombram as nossas mentes e corações com aquela pergunta: Como teria sido se...?
Fui tomado por uma paixão avassaladora por ela, uma chama que surgiu de repente e com a mesma rapidez se apagou. Restaram apenas respeito e amizade, sombras do que um dia foi e já não é mais. A culpa não é tua, é minha; sou feito assim. Sinto muito... e já não sinto mais nada. Adeus!
Você me deu o mais precioso dos presentes: o verdadeiro amor. Fomos unidos por um instante que desafiou o tempo, como um sonho que ousou ser eterno. Te amarei sempre, e para sempre... até que para sempre termine.
Diante do espelho, tu és um poema vivo. Cada fio de cabelo que desliza pela escova é como um verso, tecido com a suavidade dos ventos que sussurram amor. Os teus olhos, que refletem no vidro, parecem guardar um universo inteiro, e eu me perco, feliz, entre constelações de mistério.
Por mais que as tempestades de nossas brigas tentem apagar a chama que arde em mim, meu coração insiste em ser teu farol, te guiando de volta, sempre, ao porto do meu amor.
Te observo com o encanto de quem lê a mais bela história jamais escrita, e cada movimento teu — tão natural e tão teu — reaviva em mim a certeza: sou louco por ti, pelo teu jeito, pela tua essência.
Se o espelho pudesse falar, ele diria o quanto és arte, o quanto és musa de tudo que é belo e eterno. Mas enquanto ele silencia, eu grito, mesmo em silêncio, que tu és o amor que escolhi viver, mesmo quando o mundo desmorona ao redor.
És minha brisa, minha tempestade, meu caos e minha paz. E mesmo quando brigamos, eu sempre volto a este lugar em mim onde tu és tudo: o início, o meio e o fim.
Amar não é curtir uma foto no Instagram, nem se perder em gestos rasos que evaporam na superfície do dia. Amor é uma história escrita com a tinta invisível do tempo, um enredo com início, mas sem fim. É resistir às tempestades, manter promessas em silêncio e carregar no peito uma memória que jamais se apaga, mesmo quando a vida toma caminhos opostos. Amar é viver além da presença, é sentir além da ausência — é eternizar alguém dentro de si.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
Talvez seja mais fácil amar alguém que não conheço, porque no desconhecido mora a liberdade de imaginar o outro sem falhas, sem cicatrizes, sem o peso do cotidiano. Mas então me pergunto: será amor ou apenas atração disfarçada de encanto? Porque o amor real exige convivência, paciência e a coragem de amar mesmo quando o espelho revela rachaduras. Já pensei que o amor só valeria se durasse para sempre, mas o “para sempre” é uma fantasia que o tempo insiste em contrariar. Existem amores que duram um instante e mesmo assim deixam marcas que resistem à eternidade. Descobri que amar não é prender, nem possuir, mas sentir... com presença, com verdade, com entrega. E mesmo que termine, se foi amor, existiu. E isso basta. Porque o amor, em sua forma mais pura, é o motivo da existência. Não precisa ser eterno no tempo; precisa apenas ser verdadeiro no momento.
São compartilhamentos
de alegria e de tristeza
rebeldias e atritos
Os que negam suas raizes
Os que batem orgulhosamente no peito
e que defendem as origens
Os que pouco dizem
É assim: familia é de um jeito
Os que parecem muito bons
Os que parecem ter apenas defeitos
Família é começo
Família é fim.
Eu rasgo o véu que me envolvia, a túnica que por tanto tempo me transformou em alvo da própria tempestade interior. Rasgo essa capa que me fez acreditar que minhas feridas eram abismos sem fim, que me forçou a vigiar as noites até que o nascer do sol — esse espetáculo de aurora e renovação — se desvanecesse no horizonte.
Eu rasgo esse manto, essa carapaça que vesti, essa ilusão que me ensinaram a silenciar meu reflexo e negar o amor próprio. Rasgo cada fragmento embutido em mim — mentiras como correntes invisíveis, enganos como labirintos intermináveis, traições como espinhos enraizados, inseguranças como névoas densas.
Rasgarei sempre que meus olhos se fecharem, e mesmo antes de o fazer. Cada vez que a sede ameaçar consumir a essência da minha alma. Toda vez que eu hesitar diante da porta da liberdade, rasgarei a túnica do sofrimento que me condenou a viver na penumbra.
Rasgarei suas cartas, apagarei os pergaminhos das memórias que guardam a sua presença, enquanto a dor persistir, enquanto sua sombra ainda pairar. E se for preciso, rasgarei as camadas mais profundas do meu ser, até que não reste vestígio de você dentro de mim.
O QUE PODE SER A MORTE NO ORGANISMO HUMANO?
A Morte pode ser:
1. O fim do estado de união da Alma com seu Espírito.
2. O fim temporário do funcionamento da Alma no Corpo.
3. O fim do Corpo ou o fim definitivo do funcionamento da Alma no Corpo.
4. O fim do estado de desunião da Alma com seu Espírito.
QUAL É A MORTE MAIS TEMIDA E MAIS FALADA PELA ALMA?
É o fim do Corpo.
Porque implica a inexistência definitiva do Corpo e a existência da Alma fora do Corpo.
QUAL É A MORTE QUE NÃO DEVIA SER MAIS TEMIDA PELA ALMA?
É o fim do Corpo.
Porque a Alma continua a existir fora do Corpo tal como ela é com o mesmo padrão de atitudes boas ou más.
QUAL É A MORTE QUE DEVIA SER MAIS TEMIDA PELA ALMA?
É o fim do estado de união da Alma com seu Espírito.
Porque implica a existência da Alma em contínuo sofrimento.
A INTENÇÃO DE UM PROJETO NO CONTEXTO POLÍTICO E FILOSÓFICO
No contexto político, a principal intenção que se tem com um projeto é a aquisição de recursos, sobretudo financeiros!
Enquanto,
No contexto filosófico, a principal intenção que se tem com um projeto é o fim em si!
Portanto,
Se quer que se efective a meta de um projeto, eleja um filósofo!
Eu sou a história que você não quer mais contar...
Sabendo que é sobre nós dois
E o que aconteceu depois..
O nosso fim.
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