Filha mais Velha
"A vida é um museu,
De grandes novidades,
A mais antiga,
Que se faz tornar tudo novo,
É velha esperança".
Nitidamente há uma separação entre a velha sociedade que beira o abismo e a nova sociedade que busca incessantemente a luz. Enquanto numa deve-se ter curso de grosseria, falsidade e pilantragem para se adaptar às regras de um jogo sórdido, na outra, deve-se viver com empatia, entusiasmo e amor para manter o bem-estar de todos.
" Uma casa velha pode ser até reformada, trocada os móveis,
as cortinas e as pinturas, porém tem que retirar aquele cheiro de velho que fica.
Assim somos nós na presença de Deus.
Renovamos o exterior, contudo o interior está com o mesmo odor.
Cheio de intrigas, invejas, cobiças, fofocas etc..., mas tudo isso as escondidas".
A desculpa mais “esfarrapada” que se ouve por ai, seria aquela de sempre, a velha e surrada, falta de tempo, empurrando sempre a realização daquela ideia para amanhã. Porém dificilmente chegamos à conclusão de que esta ideia de hoje pode ter sido aquela de antes de ontem, prorrogada para ontem, e já cogitada hoje, para ficar para amanhã. Por isto, qualquer pessoa comum, pensa sempre em como passar seus dias, mesmo que numa quarentena, porém outras, Já estão sempre procurando motivos para usar estes dias de maneira mais proveitosa possível, pois nem os maiores especialistas do mundo, tem certeza do fim desta pandemia. Nunca exija tanto de ninguém, do que possa fazer a ti próprio. Contar com o esforço alheio, enquanto estavas inadimplente às suas funções, é vergonhoso e podes até ser comparado como “chupim”, “parasita”, “sanguessuga”, etc. etc. etc. Use sua mente à teu favor, nunca contra, portanto, antes de se achar o mais esperto dos mortais, mude rapidamente tal atitude, e reconsiderando aquela humildade esquecida, mas que te dava dignidade e uma vida de amizades verdadeiras.
(teorilang)
Saudade do tok tok da velha máquina de escrever!
é como a batida do coração a cada letra impressa.
O pulsar das letras faz correr o sangue das palavras.
Vamos juntos construir uma Barra Velha próspera, com foco no desenvolvimento do turismo como geração de valor e oportunidades. Uma cidade que coloque os interesses coletivos dos barra-velhenses e das próximas gerações acima dos interesses individuais.
Voltaremo-nos a velha intimidade que outrora tínhamos quando conversávamos com as árvores antes de conhecermos o fogo e o ferro
A velha torre
Ela era uma torre forte, muito bem firmada
mas habitou nela por logos anos um vírus letal.
Hoje essa torre está desmoronando, deformada
extremamente sensível, em uma nevasca sentimental.
Não está pronta para ninguém habitar
está fechada para uma grande reforma
sem querer as vezes despenca, tende a precipitar
e atinge alguém que quis se aproximar
Nesse momento é melhor nem à visitar
suas rachaduras, indicam grande risco
precisa primeiro se alicerçar
e só então levantar, colocar tudo no lugar
Não sei quanto tempo essa pode durar essa reforma,
mas será para o bem de todos que a admiram
no momento, está vazia e totalmente transtornada;
mas garanto, que surpreenderá a todos que a sucumbiram.
Briga de Politico que não tem projeto e fica falando mau do outro é igual briga de mulher velha fofoqueira!
Hoje, um democrata da velha escola exigiria, não liberdade para a imprensa, mas liberdade da imprensa; no entanto, enquanto isso, os líderes se transformaram em parvenus que têm de garantir sua posição perante as massas.
AO PÉ DO OUVIDO
Eu fui confidenciar, lôbrego, o meu pesar
À velha lua, branca e nua, no céu viçosa
Na noite acordada, supondo que ao falar
Teria o trovar solto duma queixa amorosa
Não quis sequer atenção, então, prestar
No celeste ali estava e, ali ficava gloriosa
Mas, pouco a pouco, num súbito quedar
Vendo um ciciar, pôs a me ouvir cautelosa:
Entre soluços e suspiros eu narrava tudo
Ela comovida, pois, poética e apaixonada
Tal como é, romanceou o duro conteúdo
Com os olhos cheios d’água, sonhadora
Compadecida desta sofrida derrocada
Então, chorou comigo pela noite afora
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21 de agosto de 2020- Triângulo Mineiro
paráfrase Pe. Antônio Tomás
MEMÓRIAS ENCONTRADAS 🌺
A casa velha continua muito bela
Apesar dos anos que vai passado por ela
Paredes de pedra de cal já gasta
As árvores são versos que a terra
Escreve no céu e os pássaros fazem casa
Entre as memórias curtas de verão
Da casa velha poucas lembranças guardo
Mas sim dos fantasmas que oiço
E que nas suas caves ainda habitam
Intrigas de favela, de irmãos que nasceram juntos nela, lembra daquela velha lei, que sempre nos espera, tudo o que vai volta, ou aqui se faz aqui se paga, desse mundo não levamos nada, voltamos a ser poeira e a poeira o vento levará, e para o universo se juntará, daí vem os cara querer se acha, sendo que todos somos charas.
Intrigas de favela, daqueles que morrem e morreram por ela, chega desse papo levanta a mão pro alto.
Intrigas de favela, vamos levantar, fazer que ela seja nosso orgulho, e não um monte de entulho.
Intrigas de favela, fazemos da nossa vida o melhor e não igual uma novela.
Algumas igrejas voltaram a velha prática da venda de indulgências, por onde vamos encontramos alguém conquistando alguma "bênção" em troca de dinheiro...
Já sambei com velha guarda, descalço no calçadão
Ouvi fita, gravei fita, já fiz fita sem intenção
Fitas, discos e cds sempre foram minha paixão
