Fernando Pessoa Poema Hora Absurda
Achei algo que valia a pena; mas não era você.
Sempre acabei ficando com o resto que os outros deixaram; com os pesos,
e as malas prontas, cheias de insegurança.
Quais nunca ficaram de verdade em mim.
E que se foram quando se supriram de suas necessidades.
Não quero mais tentar curar ninguém.
Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."
Querida amiga, você é uma pessoa incrível, inesquecível, incomparável... És uma pessoa importante, elegante, constante... És você, você mesmo, querida amiga, amiga companheira, guerreira... És a música que comecei a ouvir recentemente, algo recente que gravo na mente, isso mesmo, recentemente. Obrigado por existir, pra mim, para nós, entre nós...
E a gente sempre acha que é Caio Fernando Abreu. Cria frases de pronto na cabeça, diz alguma coisa breve, sincera e apertada: Me convide para entrar, era o que eu queria muito que você fizesse.
Boas e bobas são as coisas que penso quando penso em você." - Caio F. Abreu -
Caio Fernando Abreu
"Quero outra vez um quarto todo branco e um par de asas. Mesmo de papelão..."
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Caio Fernando Abreu
"Venha quando quiser, ligue, chame, escreva... tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim.”
Olhando...
...e olhando olhando ...você!!
Fernando, Fernando...
Quando escreveste que todas as cartas de amor são ridículas não sabias que ridícula seria eu em escrever todas as cartas de amor? Que ridículo era o amor em se deixar ser escrito em cartas? Mas tinhas razão! Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas!
Perfeita És - Fernando S. Dias (Poetry)
Encontrei em ti, ó minha formosa eleita, que em minha alma se fazia desfeita
Nada se iguala ao teu raro fulgor
Tu és joia bendita, perfeita és, meu amor
Flor do acaso, Diamante escondido
Mais valiosa que o rubi do mundo todo
Tão pura qual lírio ao orvalho exposto
Branca qual neve nos montes de agosto
Branda és tua voz, suave e calma vens a ser
Tua longuíqua presença envolvera-me
Envolveu-me com teu amor estonteante
Um repentino romance o qual não obliterarei-me jamais
Já dizia Caio Fernando de Abreu: “A gente passa a vida inteira achando que é imortal”.
E nessa de achar imortal, a gente acaba se privando de sentir, fazer e falar certas coisas por medo do que as pessoas irão dizer.
Deixamos de fazer o que mais queremos por medo de julgamentos.
Deixamos de falar o que sentimos por medo da resposta da pessoa ou do ceticismo dela.
E, às vezes, nos privamos até de sentir. Como se isso fosse possível...
Sendo certo ou errado, bom ou ruim, o fato é que sempre seremos julgados. E se passarmos a nossa vida dando ouvidos a esses comentários, esqueceremos de viver.
Porque viver é isso: Cair e levantar, acertar e errar... E, às vezes, viver significa errar mais e acertar menos, até porque não recebemos manual de instrução da vida quando nascemos.
Precisamos errar, seguir alguns caminhos tortos, fazer escolhas não muito boas, mas, algumas vezes, precisamos fazer isso por nós mesmos. Precisamos cair, errar, chorar, ver o erro assim: cara a cara. Necessitamos ver se é realmente ruim para então dizer que não vale à pena. Isso é que é viver: fazer escolhas erradas e certas. Precisamos acreditar na mentira para sabermos que ela ser trata de mera ilusão. Precisamos desperdiçar uma oportunidade para sabermos dar valor àquelas que irão aparecer. Precisamos buscar nossa felicidade da maneira que quisermos sem passar por cima dos outros.
Nós não somos gatos, que na teoria, têm sete vidas. Não dá pra dizer "vou deixar isso pra amanhã" porque o amanhã não nos pertence e hoje pode ser o nosso último dia aqui na terra.
Precisamos viver para saber o que é a vida.
A esperança está na inocência dos corações que queimam e enxergam mudança.
Fernando Antonio Almeida Ferreira
Primeiro Casamento - Enaile e Fernando - 02/12/2012.
Tudo tão simples, mas o amor estava presente, olhar na mesma direção sempre foi o principal objetivo, um mundo à frente, e as expectativas de um começo sob as bênçãos de Deus. Certo de que dificuldades e provações pelo caminho iriam aparecer, mas que no final o amor sempre iria prevalecer. Dia 12 de Junho de 2012, um dia em que não foi escolhido por mim e nem por você, mas por Deus. O tempo passou muito rápido, muitos acertos e muitos erros, porém até, aqui mesmo quando tudo não parecia ter solução, Deus de uma forma ou de outro nos segurou pela mão e sempre nos abençoou e hoje ele nos promete que os melhores frutos desse amor, dessa união, ainda estão por vir e que a colheita será muito generosa. Obrigado por ser minha companheira e minha melhor amiga em todos os momentos, desde sempre.
Sempre estarei ao seu lado para o que der e vier, pode contar comigo sempre. Te amo minha querida esposa, como sempre tão linda.
Fernando Medeiros - Canção do desamor
Vou fazer
Uma canção para curar as dores
E as feridas causadas por amores
Que um final feliz não puderam ter
Enquanto escrevo esse verso
Confesso, busco inspiração
Sucesso eu não busco não
Quero apenas que meu coração
Que meu coração
Com essa canção te esqueça
E que ele não
Por te amar demais padeça
E hoje vou cantar
Minha canção do desamor
Pra não mais te levar
No peito aonde eu for
Hoje vou cantar
Pode até não rimar
Pois essa não é pra você
Essa canção fiz foi pra te esquecer
Mas rimou
Fernando Medeiros - Ser Verdade
Vire se, e veja o queixa pra atrás
Veja a dor que você trás
Ao meu coração
Todos nós temos defeitos
Nós não precisamos estar sempre certos
E que as vezes é até bom
Estar enganado
Escute minhas palavras
Eu preciso que você saiba
Eu tenho fé que um dia
Acredito que uma ilusão
Pode um dia se se tornar realidade
Você me faz acreditar, ser verdade
Eu tento, todo tempo
Me reinvento
Por você
Vou manter e sentimento
Eu não preciso
Eu não preciso nem te dizer
Que todo o meu amor é todo teu
E não acabou
Escute minhas palavras
Eu preciso que você saiba
Eu tenho fé que um dia
Acredito que uma ilusão
Possa um dia se tornar realidade
Você me faz acreditar, ser verdade
Acredito que uma ilusão
Possa um dia se tornar realidade
Você me faz acreditar, ser verdade
Você me faz acreditar, que o impossível é possível
Você me faz tornar realidade.
Data: 27/08/2015
Somos todos poetas Fernando…
No entanto, nem todos os poetas, são poesias…
Nem todos fingem dor em demasia,
para alcançar a alma e trazer calmaria…
Alguns se vão na dor… Outros no temor, refletem o verso em agonia.
Sua própria vida… Seu refúgio, sua alforria…
Que nas palavras encontram a passagem para a utopia…
E do inato se dá o formato: prosa, cordel, crônica, poema, poesia…
E de longe Fernando, nos encaixamos também!
Pois se um poeta somente finge, queria eu fingir além…
E que a dor fingida me fizesse bem…
Mas o real não mente, não distorce, não desmente…
O poeta escreve com alma!
Por mais que finja em sua mente, é inconsequente…
E nas próprias armadilhas cai em ressalva...
Eu quero falar agora
dos homens que entraram nessa família,
Tem o Fernando marido da Esmeralda,
e o Jefferson é o meu de Brasilia,
o werllen com a Pithula,
e desse eu não esqueço,
ele agora é meu genro,
Tá bom eu sei que mereço,
Sergio marido da Sirlene,
que sorri o tempo inteiro,
Fabio é o da Sabrina,
que mora no Rio de Janeiro,
Augusto padrasto da karla
gente boa desde o inicio
a Karla também tem marido
e seu nome é Fabrycio,
Nilza filha do Vicente,
também faz parte da historia,
seu marido é o Marcelo,
se não me falha a memoria,
agora acabaram os homens
que entraram eu vos digo,
a não ser que eu volte
para um desses amores antigo,
Sou muito boa de rima,
e linda de coração,
mas falem isso para o jefferson
deixar de ser vacilão,
aos homens dessa família
um recado eu passo agora,
Brasilia, Marataízes, Rio
e Juiz de Fora,
respeito é bom e eu gosto,
ouça bem o que eu lhe digo
se maltratar essas mulheres,
não vai ser mais meu amigo,
peço a Deus que proteja,
essa família por inteiro,
de Minas ao Espirito Santo
Brasilia e Rio de Janeiro.
As Tipiunas -
RUA FERNANDO SIMAS
Ao passar por seus túneis verdes,
os galhos se enroscam,
entrelaçam - se,
tricotam, formam redes
e se abraçam no céu.
Ao cair da tarde entristecida,
os olhares através das persianas,
insistem a esperar por seus sonhos.
