Fernando Pessoa Ausencia
" Brilha mais aquela ausência
notada pelo espelho
que os girassóis de plantão
ronda no peito aquela vontade
de reviver o céu azul
onde o plano era bonito
vejo e não acredito
na noticia de quem na hora da verdade
era certo como o futuro
hoje não sei se ele vem
sigo cantando
feito louco, dançando na chuva
cada vez mais, sem medo de ser feliz
o segredo?
a vida revela quando diz
aproveita menino
tudo está perto do fim...
" Eu te amo
como se pudesse viver sem tua presença
e na ausência
amo-te ainda mais
meu prazer,
será um dia dizer,
quando muito velho
que te amei a vida inteira
e desejei tão somente a tua felicidade
mesmo sentindo que ela
teria que ser
um pouco longe de mim...
Te desejarei na distância
na ausência
na falta
e mesmo que tua vinda seja apenas um sonho
sonharei contigo, todos os dias, até o fim
porque para mim, não existe outra
e longe de ti
solidão será minha companheira
porque não te amo pequeno
mas imenso, incontrolável, duradouro
feitio que me faz ser teu e incapaz de pensar em ser infeliz
pois a felicidade para mim
tem a graça do teu riso
o gingado do teu corpo
e a conexão perfeita com o teu nome..
Porque é assim
na ausência
ouviras falar
e quando nada puderes fazer
saberás o que não morre
no coração...
Querer-te todos os dias é sofrer a cada instante a tua ausência
Sentir na pele, o arrepio que vem da alma
Imaginar a cada sentimento meu, um desejo seu
De retornar ao tempo, ao qual estávamos juntos em pele
Recordo o poema que te compus
As noites em que te amei
Você tatuou o seu nome em mim, arquitetaste coisas às quais ainda não tive dimensões
Dimensões essas do espaço-tempo
Infinito desde as pirâmides do Egito...
A ignorância não é apenas a ausência de luz, mas o solo fértil onde a alienação finca suas raízes e cresce, cega e obediente.
AUSÊNCIA
Hoje acordei ausente e sentindo um vazio sem fim…
Como assim?
- Meu corpo dormiu e minha alma teima em voltar pra mim…
AUSÊNCIA...
Sonhei que estava num mundo distante…
E por lá acho que fiquei…
e nessa ausência de mim eu acordei…
Só existe uma forma irreversível de miséria humana,
a completa falta de humanidade é a ausência de afeto
seja este amoroso, romântico ou parental.
Apenas destes seres ocos de divindade devemos ter dó,
por estes devemos ter infinita compaixão e lastima.
Miserável, portanto, é todo homem que não conheceu o amor,são de fato necessitados, carentes ao extremo deste bem supremo, destes eu tenho muita pena, e ao mesmo tempo receio mórbido de sua companhia, pois, ao passo que são miseráveis, são também perigosos e extremistas radicias.
**Convite à Saudade**
Se a saudade vier te envolver,
ou a ausência do café te fizer tremer,
não te prives da coragem de bater
à porta da casa que sempre te quer.
Aqui, entre xícaras e silêncios,
resolveremos o que o peito exige:
o calor de um abraço,
ou o fervor que a cafeína dirige.
Talvez, no amargo, encontre o doce,
e na pausa, o tempo que não cessa.
Talvez sejamos o instante que tece
o fim da ausência que o peito confessa.
Então venha, mesmo sem aviso,
que entre o café e a palavra dita,
cura-se o vício, acalma-se a alma,
e a saudade vira poesia infinita.
AUSÊNCIA
(Sem ir, sem vir. Tudo o mesmo e no mesmo esmo!)
Irmão:
Chama acesa no peito.
Filho:
Chama acesa no peito.
Amigo:
Chama acesa no peito.
Ardência de tantas chamas.
Ausências.
Presença de si,
de mim,
de ti.
Do, ré, mi, fá, sol, lá, si... ________
• O retorno! }
• A partida! }
Ida X Volta!
2017
Quando você se foi meu mundo ficou tão vazio, nada tem o mesmo sentido, sua ausencia me faz mal... Volta pra mim, faço o que for preciso, eu trago a lua para você, te levo para ver as estrelas no morro mais alto que tiver... Vamos deixar reinar em nós o amor, pois nós somos o amor!!!
A coragem não é a ausência de medo, mas a decisão de enfrentá-lo mesmo quando o desconhecido é tudo o que se tem.
Às vezes, a coragem não é a ausência do medo, mas a habilidade de esconder suas rachaduras enquanto encara o desconhecido.
Às vezes, a coragem não é a ausência do medo, mas a habilidade de esconder suas rachaduras enquanto encara o desconhecido, mantendo-se firme mesmo quando o coração treme. É a arte de vestir a armadura da determinação sobre uma alma vulnerável, sabendo que a verdadeira força não está em não sentir medo, mas em avançar apesar dele. Aqueles que compreendem isso tornam-se faróis de esperança, mostrando que a bravura não é infalível, mas resiliente diante das incertezas da vida.
A coragem não é a ausência do medo, mas a escolha de avançar, mesmo quando a única companhia é a incerteza e o desconhecido sussurra perigos no escuro.
Silente
A fala é tempestade e o escutar, um jardim esquecido — onde floresce a ausência do sentido.
