Fernando Pessoa Ausencia
A ausência de perdão é uma prisão onde o prisioneiro carrega as chaves do cárcere penduradas no pescoço.
A força não é ausência de fragilidade, mas a coragem de seguir em frente mesmo quando tudo dentro de nós treme.
Envolvo cada pedaço seu e alivio a dor da ausência com a memória da existência de que vamos nos encontrar. Seu beijo é vivo e o calor da sua ausência me consome. Quero-te na intensidade de um olhar, te quero na manhã de um despertar, te espero para saborear o mel trazido pelo gosto gostoso que é beijar você.
Os dias passam a vida e assim venho tentando viver com sua ausência longe de seus abraços longe dos seus beijos vivendo em sonhos é que me dar forças para mim seguir sem você na esperança de um novo amanhã
Ela era a luz e desligou.
Apagou sem ruído.
Sem eco.
Só ausência ficou .
Disse pra eu entender,
como se sentir fosse opcional.
Como se o peito fosse máquina,
feito de lonsdaleíta,
imune ao impacto com a terra.
Arquivou a gente
em um triste adeus .
Simples assim.
Um comando.
Uma pasta nova.
Sem passado.
Mas aqui…
nada foi deletado.
Os sonhos continuam rodando em loop.
Os sentimentos em arquivos corrompidos,
impossíveis de abrir sem dor.
Ela seguiu.
E eu fiquei sozinho
nesse intervalo estranho
entre o que acabou
e o que ainda insiste em existir.
O amor morreu nela.
Aqui, não morrerá.
Em mimrespira baixinho,
como sistema antigo,
que ninguém usa mais…
mas nunca desliga
permanecendo em stand-by ..
Vou clarear o céu em cada ausência sua, para enxergar o desejo no branco da lua. Mexer nas estrelas. Formar sua boca. Ver seus cabelos moldados por cometas e na forma de planetas me perder no seu olhar. Vou ficar ali, da janela do meu quarto cheio de lembranças, mas tão vazio. Te desejando escondido com seu cheiro guardado. Vou ficar te olhando, olhando fixamente, no céu desenhado da minha imaginação. Esperar a estrela, cadente como lágrimas que vem do coração. E tão rápido como a estrela será meu pedido, te quero do meu lado, sem precisar de um motivo. Do jeito perfeito que foi. Do jeito verdadeiro é. Do jeito constante que sempre será. Que me faz sentir bem. Que te faz sorrir. Me torna um gigante. Te transforma em princesa. Vou tocar o céu só pra ter você um pouquinho. Um minutinho. Abraçadinhos, como tem que ser.
Um novo dia...
Vai passar eu juro e amanhã será um novo dia.
A tua ausência e o teu silêncio machucam muito e ao mesmo tempo tem tido o efeito de me fazer esquecer o teu rosto aos poucos. Já foi uma queda diária, já foi um pesadelo que me consumiu por longos dias, mas isso tá deixando de ser assim, algumas barreiras estão sendo rompidas, alguns machucados tem sido curados. Vejo logo a frente um alívio muito grande se aproximando, não a mais justificativas para eu continuar vivendo na ponta de um precipício, ainda doe muito porém amanhã será um novo dia e tudo será diferente.
Sofro
Tua ausência machuca;
Pensar em você, feri;
Sentir saudade do teu abraço, ofende;
Lembrar do teu adeus, mata!
Crença da Alma
A minha mente ultimamente só enxerga o que aceita, talvez a ausência de sinais tenham deixado ela sobrecarregada. Não é bom se apegar ao que deixou de acontecer, quanto mais eu perseguir ou tentar forçar o encontro do amor, mais acidentes e rasteiras levarei. A vida pode ser curta ou longa demais, mas nós não somos os mesmos de ontem e nem os mesmos de amanhã, na composição da vida está o verbo mudar! Contudo, todos nós precisamos nos entregar aquela crença profunda da alma, quando ela nos lembra que seremos reconhecidos no meio da multidão no momento certo pela pessoa predestinada a completar a nossa vida, e ai, o coração estará bem ancorado, no seio do amor.
A solidão não é meramente a ausência de outros, mas sim, precisamente a presença intensificada de si mesmo.
Se a mesma te incomoda, descubra porquê tem medo de si.
Uma das dores mais intensas que alguém pode sentir é a ausência de visão – e não qualquer visão, mas uma grande, capaz de gerar impacto e fazer com que nos sintamos completos ao realizá-la.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
5.
Não é ausência de fé.
É excesso de consciência diante de um mundo que sangra sem explicação.
“Antes, o limite praticado era justamente a ausência de limites, pois o objetivo maior era apenas o acúmulo de bens. Hoje, os valores que orientam a relação entre custo e benefício de acumular bens versus preservar o bem-estar nos levam à ponderação.”
A ausência de amor, de aceitação e de contato sempre leva ao sofrimento. Fomos concebidos para criar vínculos com os outros. Isso é o que dá sentido e significado à nossa vida. Por isso, amor e aceitação são necessidades irredutíveis de todas as pessoas.
