Fenômeno
A sabedoria é um presente
ofertado a nós,
que somos
frutos do fenômeno
que é viver a todas as vidas
que temos.
Somos um fenômeno
Pode parecer clichê, mas, quando se fala de amor, pensamos na "outra metade" — mas já somos completos. Não existe outra metade, existe o nós: a versão que está presente em nós mesmos e a versão que está distante do nosso íntimo. Talvez esse seja o desafio e o que buscamos como "amor". Porque amar o próximo é fácil; não conhecemos seus medos, suas vulnerabilidades, suas guerras. E, por mais que tenhamos esse conhecimento, não saberíamos, de fato, o impacto que isso tem naquela pessoa.
Mas, quando se trata de amar a nós mesmos, é necessário que seja um amor genuíno, leve e respeitoso. É impressionante tudo o que a vida e as pessoas fizeram durante todos os anos de nossa existência, permitindo que possamos refletir sobre quem fomos no passado e quem somos agora.
Porém, mesmo assim, isso não define quem somos. Então, o que eu quero dizer sobre o amor é: o ideal é que tenhamos o desejo real de amar a nós mesmos, do jeito que somos. Algo que eu sempre digo é que o ser humano é um fenômeno, e você (eu) não é diferente disso. Somos todos um fenômeno único, aprendendo todos os dias como é se amar, até finalmente partilhar desse amor com o resto do mundo.
"O amor significa assumir um risco. Ele cria um fenômeno de tontura, às vezes até mesmo a rejeição, pode quebrar o amor porque é muito medo, ao tentar, sabotar, confiar e reduzir sua importância, concentrando-se em uma atividade onde tudo depende sobre si mesmo. Todos estes valores a proteger o poder exorbitante do outro de nós.
A existência humana é um fenômeno de variáveis que compõe a matemática dos amantes;
E para exemplificar o coração fala por si próprio;
Tendo palavras relacionadas com o amor ou não;
Mas com intensas seguras de um querer...
Para os Ateus. A ciência descreve como ocorre o fenômeno da fecundação do óvulo pelo espermatozoide certo? Mas não explica como deste fenômeno surge a Vida, deu pra entender? @mcmarombado
... busco provocar à reflexão sobre o 'fetichismo da educação'
e o fenômeno da
'coisificação do trabalhador'...
A essência da desorientação existencial…
Na tessitura da existência humana, emerge um fenômeno inquietante: a tendência contemporânea de conferir ao comum a roupagem de doença. Aquilo que outrora seria compreendido como parte intrínseca da travessia existencial, ou mesmo como fruto de uma desorientação passageira, transfigura-se, em nosso tempo, em patologia psíquica. Não se trata, na maioria das ocorrências, de uma verdadeira fissura no ânimo, tampouco de uma suspensão irrevogável da vontade ou de um abismo ontológico que reclame intervenção urgente. O que se descortina, em sua essência, é a ausência de um eixo, uma errância sem método, desprovida de norte e rigor.
Contudo, ao elevar essa desorientação ao estatuto de desordem, instaura-se, de forma paradoxal, o privilégio de abdicar da responsabilidade sobre si mesmo. Ao invés de confrontar a inércia, acolhe-se a segurança ilusória do diagnóstico, que não apenas nomeia, mas legitima a fuga do peso da autodeterminação. O desconforto, que é parte inalienável da condição humana, dissolve-se em uma nomenclatura clínica que o aliena de sua substância vivida. O medo converte-se em exaustão, a dúvida em labirinto identitário, enquanto a linguagem da morbidez substitui a sinceridade da reflexão. Vemo-nos, assim, diante de vidas que, mais do que padecimentos genuínos, carecem de direção e disciplina.
É incontestável que os sofrimentos psíquicos reais exigem cuidado, compaixão e tratamento. No entanto, o uso indiscriminado da linguagem diagnóstica banalizou o peso do sofrimento autêntico, fazendo do efêmero uma entidade nosológica. O que antes demandava esforço e perseverança tornou-se um apelo por amparo irrestrito, descuidando-se da relevância da autonomia e da ação consciente. "Trauma" converte-se em álibi para a ausência de responsabilidade; "ansiedade" transforma-se em desculpa para a procrastinação; "crise existencial" reduz-se a uma caricatura de profundidade, um verniz filosófico para esconder a renúncia ao movimento. É mais fácil declarar-se enfermo do que admitir o temor de agir.
Dizer "não consigo" tornou-se mais aceitável do que confessar "não quero". A exigência foi reclassificada como violência, o desafio como um gatilho intolerável. A cultura da fragilidade e da aversão ao desconforto parece esquecer que é justamente no embate com o incômodo que o indivíduo se forja. Não se trata aqui de repudiar a empatia, mas de reivindicar uma lucidez que diferencie a dor legítima da abdicação disfarçada. A verdadeira patologia clama por cura; a indolência, por superação; a ausência de disciplina, por aprendizado. Esquivar-se do esforço não é um destino inexorável do humano, mas uma escolha – uma escolha que, em última instância, revela não o peso da condição, mas a recusa de enfrentá-la.
Tanathus
Distorção da vida,
fenômeno de transferência
ou negação da realidade?
Tudo tem continuidade
e tudo tem a sua finalidade .
O que se acaba ,
continua num processo
de transferência
e continuidade no outro.
O fim pode ser um começo.
A vida tem reverência
de continuidade,
para aquele que guarda
a memória do outro
através a sua obra
como dignidade
da sua vida.
A ascensão da chamada "agenda woke" nos times de marketing das empresas é um fenômeno que merece nossa atenção e, por que não dizer, nossa preocupação. Sob o pretexto de buscar a inclusão, a justiça social e o combate às desigualdades, essa agenda se insinua sorrateiramente nas estratégias de marketing, infiltrando-se como um vírus no coração das organizações.
É inegável que a diversidade e a inclusão são valores importantes, que devem ser promovidos e defendidos em qualquer contexto. No entanto, o problema surge quando essa busca pela inclusão se torna uma espécie de dogma intocável, uma cartilha ideológica que tolhe a liberdade de expressão e sufoca o pensamento crítico.
Os times de marketing, historicamente responsáveis por criar estratégias eficientes e impactantes, têm agora que se submeter a uma série de restrições impostas pela agenda woke. E o resultado disso? Campanhas superficiais, vazias de conteúdo, que priorizam a correção política em detrimento da criatividade e da originalidade.
O que estamos testemunhando é uma tentativa de padronizar o discurso e enquadrar todas as empresas em um mesmo molde, seguindo uma cartilha pré-determinada. A diversidade de opiniões é substituída por uma uniformidade enfadonha, onde todos devem falar a mesma língua e seguir a mesma cartilha. A liberdade de expressão, um valor fundamental em qualquer sociedade democrática, é solapada em nome de uma suposta busca por igualdade.
Além disso, a agenda woke tem uma tendência preocupante de reescrever a história, reinterpretando fatos passados sob uma ótica atual e impondo um revisionismo que beira a distorção da realidade. A cultura do cancelamento, um dos pilares dessa agenda, cria um ambiente de medo e censura, onde qualquer opinião divergente pode levar à exclusão e ao ostracismo.
A verdadeira diversidade não se resume a ter pessoas de diferentes raças, gêneros e orientações sexuais em um mesmo time. Ela reside na pluralidade de ideias, na capacidade de ouvir e respeitar opiniões diversas, mesmo que discordantes. A imposição de uma visão única, travestida de inclusão, é um atentado à verdadeira diversidade e à liberdade de expressão.
É fundamental que as empresas, em seus times de marketing e em todas as áreas, resistam a essa imposição ideológica e se mantenham fiéis aos seus propósitos originais. A criatividade e a originalidade são valores essenciais para o sucesso de qualquer campanha de marketing, e não devem ser sacrificados em prol de uma agenda que busca apenas moldar o pensamento alheio.
Portanto, cabe a nós, profissionais do marketing, resistir às amarras da agenda woke e lutar pela liberdade de expressão e pela diversidade de ideias. Devemos ter coragem de desafiar o status quo e buscar caminhos criativos e impactantes, mesmo que isso signifique ir contra a corrente dominante. O futuro do marketing depende disso.
"A vontade não é livre - é um fenômeno vinculado por causa e efeito - mas há algo por trás da vontade que é livre"
FENÔMENO
Um fenômeno magnifico;
Hoje paira no ar;
Algo natural que paralisa o olhar;
Despertando desejo e curiosidade;
Fazendo de um sonho, realidade;
Com a cumplicidade das estrelas.
O mundo simplesmente para pra ver;
Beleza tamanha e deslumbrante;
Uma energia contagiante;
Que nos prende quando aparece;
E tal fenômeno sempre acontece;
Quando te vimos sorrir;
Assim como ninguém explica;
Como o sol encontra a lua;
Não sabemos o que acontece com a rua;
Quando por ela passa a desfilar;
A magia e a luz espetacular;
Do Fenômeno que é TEU SORRISO!
A Idiotização da Sociedade
O mundo está passando por um fenômeno diabólico e muito bem pensado pelas classes dominantes, que é a idiotização da sociedade. Esse processo vem sendo implementado dia após dia na sociedade.
Esse processo de idiotização da população tem se alastrado desde a política até a religião, das universidades até as creches, das músicas até aos programas de TV. Prova disto é que, quanto mais superficial, fútil, vazio, danoso, nocivo, erotizado e escandaloso esse conteúdo for, mais aceitação e admiração tem do público.
Em uma sociedade pensante, essa gente geradora de lixo e dessa subcultura nunca estaria fazendo sucesso. Essa gente não passa de falsos mestres, falsos profetas, professores da idiotização, influencies do nada, coaches do vazio e pseudointelectuais.
A idiotização sistemática da sociedade é o processo de deformação ou má formação cultural de uma pessoa ou sociedade em qualquer área. Essa idiotização acontece principalmente pela mídia, dentro de um contexto político social obscuro, levando as pessoas a absorverem e adotarem comportamentos e hábitos idiotas. Já a sistematização é algo que se comporta ou se desenvolve de acordo com um método ou uma ordenação. Portanto, esse processo organizado e estruturado visa tornar as pessoas cada vez mais idiotas. Pois, pessoas vazias, superficiais e tolas são fáceis de manipular.
Segundo a pesquisa Perigos da Percepção (Perils of Perception), realizada em 38 países pelo instituto inglês Ipsos Mori, países como o México, a Índia, o Brasil, o Peru, a África do Sul e as Filipinas são os mais idiotas do mundo.
Esta é uma agenda do establishment, e o Brasil tem sido sistematicamente idiotizado pelos pseudointelectuais e pseudosartistas lacradores gerados pela mídia marxista. É necessário para esses ditadores que o povo se torne cada vez mais idiota e que a sociedade esteja culturalmente cada vez mais mal formada e mentalmente deformada para que eles possam permanecer no poder e prosperar em seus projetos nefastos.
Um povo bem formado e mentalmente autônomo é o terror de toda essa estirpe de aproveitadores. Logo, para o bem deles, é necessário que os idiotas se multipliquem e os lúcidos sejam silenciados (cancelados), percam a vez e voz na mídia e sociedade.
A principal ferramenta usada por esses grupos elitistas para tornar a sociedade mais superficial e inclinada para futilidades são a anulação da autonomia mental da pessoa dia após dia. A capacidade de pensar por si só deve ser suprimida pela opinião das massas (coletivismo). Basicamente, o individuo precisa saber o que os pseudosespecialistas e pseudosartistas contratados pela elite pensam, dizem e acham antes de fazer qualquer coisa. Nessa etapa o individuo perde a capacidade de cuidar da sua própria vida. Ele precisa de um pseudosespecialistas, pseudointelectual, um coach, um influencer, um personal, um falso profeta ou guru para tomar decisões simples, como se vestir, comer, educar, viver, etc.
A sociedade sem perceber tem ficado cada dia mais dependente dessa mentalidade coletiva (coletivismo ou identitarismo) abstrata. O individuo vai deixando cada vez mais de confiar em sua intuição, inteligência, discernimento e seu próprio juízo para receber comandos de uma entidade coletiva que por sua vez é liderada por corruptos (burguesia, elitismo, globalistas, esquerda, falsos profetas, pseudosartistas e pseudojornalistas) cujos interesses são inconfessos.
A remoção da autonomia mental das pessoas gera mulas, animais de carga e de manobra. Gera massas burras e incapazes de distinguir sorvetes de fezes sem a ajuda de pseudosespecialistas. Gera seguidores acríticos, passíveis de receber toda sorte de imposição imoral e amoral vinda de quem os manipula. A sociedade está se tornando mentalmente dependente e cativa do coletivismo. Não se enganem! Em muitas “igrejas apostólicas” o processo de idiotização dos membros segue o mesmo modelo de alienação e coletivismo identitário, só que numa versão gospel.
Jesus disse certa vez: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8.32.
Nelson Mandela (Metodista) disse: Ser livre não é apenas quebrar as próprias correntes, mas viver de uma maneira que respeite e aumente a liberdade dos outros.
Martin Luther King (Pastor Batista) disse: Não tentemos saciar nossa sede de liberdade bebendo do cálice da amargura e do ódio.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
"A explicação de um fenômeno seguindo o pressuposto da origem do universo, não anula a existência de Deus."
A felicidade é um fenômeno natural que vem conforme os nossos pensamentos, que não tenhamos ódio ou angústia por algum fracasso que ganhamos por reagirmos com mais emoção do que razão..
A superposição quântica não é apenas um fenômeno do mundo microscópico, mas a revelação de que a consciência humana também pode existir em múltiplos estados simultaneamente. A partir da estabilização controlada de sistemas em estados sobrepostos, deduzo que é possível acessar camadas paralelas da realidade, onde escolhas, futuros e passados coexistem. Assim nasce o princípio da Consciência Multiversal, em que o ser não apenas observa o universo, mas o habita em todas as suas possibilidades.
O Rabo-branco-cinamôneo
foi ao encontro do Sol,
O poema é o fenômeno
do tempo que não se detém,
Ninguém é o tempo todo refém.
Eu sei muito bem a diferença
entre fenômeno e desastre,
Fenômeno é ação ou reação
imprevisível ou não da Natureza
que o Homem nunca será capaz
de imitar com igual excelência
ou alcançar a completa potência,
O desastre sempre será
o resultado da onde o Homem
põe a mão sem consciência.
