Feliz por ter te Conhecido
Por mais que alguém seja tão conhecido ou famoso, que tenha muitos amigos no Facebook ou seguidores no Twitter, Instagram, Slideshare e tantos outros, ninguém jamais terá tantos seguidores quanto Jesus Cristo no seu ministério, na sua maior comunidade: A sua Igreja Eleita.
Das luzes emersas das estrelas aprendemos sobre a história do Universo conhecido. E, talvez os satélites naturais, nossa lua como exemplo mais próximo, representem uma transição que converge a nós: A lua é um corpo iluminado e, assim sendo, apenas pode dizer de si mesma quando recebe alguma luz de alhures, de um ente inatamente brilhante... Em paralelo: Recebemos as ondas luminosas e aprendemos. Esse aprendizado visual é muito anterior ao auditivo, pois o som, para nascer, precisou se tecer às ligaduras do ventre da atmosfera, tão jovem esta, se comparada à idade do primo brilho mor. Além deste ar que respiramos e cujo oxigênio rareia nas alturas, podemos supor que as nossas lágrimas e os nossos sorrisos serão observados e registrados opticamente nos abstratos livros da história real, de modo indireto, nos confins onde os “nossos” fótons cheguem, ainda que não lhos saibamos e nem meçamos. Choramos, sorrimos e o Universo nos vê. Todavia, e até prova em contrário, nossas alegrias e tristezas são quase mudas ao vácuo surdo: As ondas sonoras que emitimos não encontram acolhida nos confins do nada material. E a música, como alguns podem achar, não é um bálsamo para a prisão; é uma consequência das causas que o ocaso nos ilude, sensitivamente, de não poder manipular.
Na vida, caminhamos sempre entre o certo e o errado, entre o conhecido e o desconhecido. E nesses caminhos, existem portas a serem abertas. É preciso Fé e discernimento para saber qual delas nos convêm abrir.
CONTO - O Dia de Fila
O assunto que vai ser tratado hoje é conhecido de forma prática por muitas pessoas. Apertem as fivelas do sapato, lencinho no bolso, garrafa d’água, e muita paciência, pois hoje é dia de FILA.
Meu dia começou bem. Acordei sem precisar de barulhentos despertadores, nem ter que sair depressa para algum compromisso; houve até tempo para uma daquelas boas espreguiçadas antes de sair da cama. Tomei um saboroso café da manhã acompanhado com pão e frios. Aparei meus pequenos fios de barba que insistem em brotar no meu rosto continuamente, tomei um banho energético e saí para resolver aquelas coisas práticas que todos costumam (precisam) fazer de vez em quando. Visitar alguns bancos, retirar extratos, fazer cartões, renovar benefícios, buscar declarações, protocolar pedidos... enfim, um legítimo office-boy de assuntos domésticos, familiares e acadêmicos.
Piseis duas quadras com meus brilhosos sapatos sociais, seguidos de minhas calças com vincas bem feitas a ferros hábeis, camisa azul, recoberta por um suéter que acompanha a cor da calça (que não arrisco falar pois ainda não decidi como ela se chama) e, para encher de glamour o visual, óculos escuros diante dos olhos e pasta 007 às mãos. Na primeira curva do dia, aquela que se tornaria companheira do dia, a FILA; companheira e vilã.
Embora fosse curta, coisa de seis ou sete pessoas, lá estava ela se formando embaixo do ponto de ônibus, pronta para se atirar ao transporte coletivo que chegaria em alguns instantes. Cada um tendo tomado seus lugares, em meio aos truculentos balanços do veículo seguimos ao centro da cidade.
Tendo chegado ao centro, a primeira missão era apresentar um protocolo, que vinha dobradinho no bolso, para retirar minha declaração de matrícula. Galgando aos degraus da faculdade fila diante das catracas para que os atendentes pudessem direcionar cada aluno para o local correto e conceder-lhes a “organizadora eletrônica de filas”, a SENHA. Tendo retirado a minha, me coloquei na minha respectiva fila para retirar minha solicitação. Quando tudo estava pronto e minha angústia tinha acabado, missão cumprida! Tinha em mãos minha declaração, embora válida por trinta dias, o que me soava como um “vale-outra-fila-daqui-a-um-mês”, me atrevi a parar diante de uma das catracas e pedir informação a respeito do atendimento aos alunos que precisam mudar o plano de estudos; desisti da história assim que soube que fila lá estava maior do que a que eu havia deixado a poucos instantes, e quando dou por mim, havia outra fila, mas essa era formada pelos que esperavam que eu saísse da frente da catraca para que eles pudessem entrar. Ô sufoco!
Como essa primeira missão ocupou um tempo da minha manhã, que já havia se iniciado tardiamente, já estava na hora de ir para o restaurante e encontrar com minha amada, com quem havia marcado um almoço. Certamente, nesse conto, não haverá lugar para os dois “pombinhos” se assentarem e pedirem o cardápio, isso é mensalmente, e nunca acontece às segundas-feiras. Hoje o restaurante é o buffet de comida italiana do shopping. Não poderia estranhar que minha amiga estivesse lá esperando minha chegada com minha amada. A fila estava grande e por ela nos aventuramos até que acertamos as contas e alçamos nosso lugar às mesas.
Alguns amigos que costumam freqüentar o mesmo lugar foram chegando de forma alternada, aos poucos nossa mesa estava repleta. Mas, claro que cada um comia a seu tempo e de acordo com o horário que chegou, no entanto, para não ficar deselegante, e mesmo porque tínhamos interesse em conversar, cada um que foi terminando ficou esperando o término dos demais. Nem acredito, novamente estávamos ordenados em fila, embora sentados, cada um esperava pela ação do outro para seguir seu dia. Até parece que se tem prazer em formar fila!
A segunda missão do dia, já auxiliada por minha amada, era visitar o banco. Como não pode escapar das filas, nos deparamos com uma fila para passar na porta giratória, para não sair do comum, a porta sempre trava com algumas pessoas. Quando entramos, explicamos a situação para uma dessas mocinhas do “posso ajudar?” e ela nos encaminhou para uns acentos, uma fila mais confortável. Depois de um bom tempo de espera conseguimos atendimento e pudemos sair para fazer nossos depósitos no caixa eletrônico. Considerando que nossas habilidades bancárias são nulas, tivemos que nos enfileirar atrás de outra mocinha do “posso ajudar?” e dizê-la que sim, ela pode ajudar! Enfim, missão realizada com sucesso!
Dirigimos-nos para o serviço que gerencia o transporte coletivo da cidade. Se veículos isolados de transporte coletivo geram filas, é possível calcular que a administração desses meios de locomoção motorizada deve gerar algum tumulto também. Lá fomos informados que deveríamos preencher um formulário e em seguida providenciar um calhamaço de fotocópias de documentos diversos. Espero que o efeito FILA já esteja automático na mente dos meus leitores e eu nem precise dizer que a foto copiadora estava congestionada e lá se confeccionou uma pequena fila.
Ao retornar para administração de onde havíamos saído, recebemos outra “organizadora eletrônica de filas”, SENHA 74. Aguardamos nossa vez no atendimento, e recebemos uma motivante notícia: “FALTA O DOCUMENTO XXXYYYV..., pois esse que você trouxe não serve!”. ##$%@**%$#@! Há sujeito de bem que seja capaz de manter um só nervo no lugar com tudo isso? E ainda não chegamos à melhor parte!
Dessa vez segui solitário para o endereço onde deveria fazer uso, mais uma vez, dos excelentes modelos de atendimento do serviço público. Tendo chegado ao local, não sei se pelo cansaço ou por falta de esperteza, fui obrigado a rodear o “belo” prédio da Previdência Social, até encontrar um recorte no muro com uma placa impressa em jato de tinta, em filha de papel contínuo, que dizia: ENTRADA, e era sublinhada por uma esclarecedora flechinha.
Depois de ter seguido as demais indicações impressas em folha contínua cheguei a uma imensa recepção, ocupada com quinze computadores, dos quais apenas três eram operados, e cujas operadoras eram senhoras protuberantes, enrugadas e infelizes. Uma delas atendia vagarosamente a fila onde os seguranças me colocaram. Ao chegar minha vez emiti uma saudação que encontrou como resposta uma rude exclamação: “FALA!”. Pedi o serviço desejado, apresentei minha carteira de identidade, e enquanto explicava exatamente minha situação ela imprimiu uma “organizadora eletrônica de filas”, e me pediu para tomar um acento.
A senha que eu tinha em mão era ainda mais complexa, me condicionava a subgrupo indicado pela letra “I”, e outro indicado pelo número “0362”. Depois de uns cinqüenta minutos esparramando naquelas cadeiras fui chamado. A segunda atendente, grosseiramente me informou que não poderia atender minha solicitação pois o nome que constava no documento solicitado era do meu pai e não o meu. Tendo respirado bem fundo questionei-a acerca do motivo da primeira atendente ter me feito esperar todo aquele tempo para receber essa notícia. Esta segunda reclamou, repetiu as grosserias, repreendeu a outra que trabalhava em alguns computadores antes, mas decidiu me atender em “consideração” à espera. No entanto, parecia que sorte não estava querendo sorrir para mim. A impressora dela emperrou.
Fui encaminhado para um setor de subgrupo “M”, onde havia outros cinqüenta computadores, mas apenas uma senhora, um pouco mais contente, que atendia solitária. Lá expliquei minha situação, ela se retrai com a informação de que além de estar no nome do meu pai, era um documento cadastrado em outra unidade da previdência. Fui impelido, provocado, obrigado a responder: “As informações aqui são distribuídas em segredo para cada funcionário? Cada um recebe uma informação diferente e complementar?” e em seguida a informei do que havia acontecido anteriormente, e entre queixas ela imprimiu o meu comprovante de meia página, com letras cinzentas, quase extintas, e eu pude ir embora.
Cansado do dia exaustivo, me dirigi para o meu ponto de ônibus que fica algumas boas quadras distante. Ao chegar, sem admiração, me posicionei em outra fila, essa maior, deveria ter umas vinte ou trinta pessoas. Em poucos instantes o ônibus chegou e finalmente pude ir para casa. Chegando em casa fui direto para a internet verificar a quantas andava o processo de inscrição de um concurso do estado para professor substituto. Sim! Além de tudo quero dar aulas (risos). Então, tive a notícia de que as inscrições haviam sido adiadas para daqui a dois dias devido ao grande congestionamento. Agora essa! FILA virtual. ##@#$%¨&***! Novamente eu pergunto: Existe algum sujeito de bem que possa manter seus nervos intactos depois de um dia desses?
E agora, encerro o dia aqui, ENFILEIRANDO letras, tentando dar à elas uma ordem que possua uma finalidade mais relevante e menos estressante, e uma organização lógica e justa para cada uma delas.
Pela porta que você abre para o conhecido, também adentram faces ocultas do interesse desconhecido.
Sempre tem um parente ou um conhecido sem noção que nunca te ajudou em nada mas ama fazer fofoca sobre sua vida.
ANDARILHO DAS CANÇÕES
Assim Ele é Conhecido
Falo em Dudé Viana
Um nome reconhecido
Cinquenta anos de estrada
Uma carreira honrada
Que por Deus foi escolhido.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
01/07/2025
Saindo da Coxia
Estrear em algo é como nascer de novo
mas num lugar já conhecido.
É que a novidade não está no mundo.
Este segue sendo o mesmo
perpetuando o Medo de mudança.
O que estreia hoje é a artista
gerada no silêncio e na solidão do Ser.
A poesia é da Alice,
mas a alma
virou Coragem.
Com a palavra,
Alice Coragem.
Ontem, um conhecido tem a mania de pedir as coisas emprestadas para emprestar para os outros, para ficar bonito nas costas dos outros. Tenho uma premissa de que, se eu te emprestei algo, deve devolver e não emprestar para sair como o bonzão.
E a arrogância minha e dele me fez falar umas verdades.
Para finalizar, foi pegar o que emprestou já sendo emprestado. Disse para ele deixar lá; quando parasse de usar, eu ia doar para uma pessoa com deficiência na Secretaria de Deficientes. Mas não — ele foi pegar, e com certeza deve ter falado alguma lambança.
Quando vi que trouxe, mandei umas mensagens irritado pela atitude que teve em buscar. Deve ter falado alguma bobagem para sair de bonzinho, e eu de péssima pessoa — achismo meu.
Ele disse, em sua resposta, já falando mal da pessoa para se defender, não da integridade, mas dizendo que ela não empresta nada e etc.
Agora ele está tentando se justificar para a minha mãe, tentando sair como o santo da história.
Na sua pseudo-visão de cristão fanático, diz que, ao ir buscar o que emprestou, foi o “demônio” tentando desestabilizá-lo. A desculpa? Foi cobrado de uma dívida que tem com a pessoa, e isso — segundo ele — seria uma prova de que o “capeta” quer tirar sua santidade.
O nordestino é conhecido
pela fama de valente
com a seca tem sofrido
sem o grão de uma semente
mas ninguém tem desistido
e o pouco que tem colhido
vem da fé da nossa gente.
Antes de Jesus passar pela terra, a humanidade até podia ter conhecido o amor. Talvez. Mas, depois da sua passagem por esse planeta, tomamos conhecimento de um amor único e incondicional. Agora Ele dorme pra acordar e pra nos dizer que a incondicionalidade do amor é infinita. Só Jesus nos ensinou a amar assim. Muitos aprenderam; tantos outros, não. E esse é o maior desperdício que existe: passar pela vida sem ter aprendido o verdadeiro amor de Cristo.
Diretora, agradeço por ter conhecido você. Sua trajetória como educadora e líder é uma verdadeira inspiração para todos nós.
... virtude
A auto exaltação da virtude é um pecado conhecido desde os gregos mais antigos, passando por Sócrates, Platão e Aristóteles. Virtude não se arrota, são os outros que a reconhecem em vc.
Quem se julga muito bom no fundo é alguém a quem vc deve esconder a carteira.
A vaidade é um pecado capital, e a auto exaltação de si mesmo um sinal de erro grave.
Ninguém será salvo por obras, e o criminoso na cruz só foi salvo pq sabia de seus pecados, muitos fariseus tb perderam suas almas por se acharem especiais.
A vaidade é o pecado preferido do Diabo.
Alex Rich
"O encontro turbulento e redentor com o Deus Desconhecido, que se tornou o Deus Conhecido por sua presença em Cristo; eis a novidade absoluta do cristianismo perante os mitos, as filosofias e as religiões da Antiguidade."
Você já parou pra
pensar, em quantas
decepções teria
evitada se não tivesse
conhecido aquela
pessoa?
Um erro conhecido causa menos dor do que o desafio de algo novo. O hábito se fixa na região pré-frontal do cérebro e subsiste mesmo na ausência de memória.
Bem-aventurado o homem que procede de forma honesta e honrosa. Ele será conhecido pelo seu caráter.
- Relacionados
- Mensagens de Feliz Aniversário
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Feliz aniversário para pessoa guerreira e batalhadora
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
- Feliz Aniversário para Namorado
- Frases de feliz Ano Novo para começar 2026 com tudo
- Mensagens para o Dia Mundial da Criança (Feliz dia 1 de junho)
