Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
A música nos causa uma sensação sentimental, de uma saudade, lembrança de algo que não existe e também não existirá.
Ela irá preservar sempre um pouco de si e não se entregará inteiramente numa relação sentimental. Porém ela é realista e, se ela assim tiver decidido, o amará como você for. O mais importante é fazê-la sentir que ela é necessária em sua vida.
Posso não ser bem sucedido financeiramente, mas posso dizer que tenho sucesso na área sentimental e espiritual. Sentimental, pois vejo que pessoas próximas são felizes de estarem ao meu lado, e que trago alegria aos meus amigos e familiares. Espiritual, pois sei que Deus se alegra das minhas atitudes e seu amor por mim é incondicional, sempre esteve ao meu lado mesmo em momentos difíceis.
Não olho nos teus olhos,Para ludibriar o seu olhar,Esconder o meu pensar,Esconder o peso sentimental,Guardo tudo no quintal,Jaja chega o natal e todos se unem,Resumem outra experiência natural,Enquanto enrolo o leitor,Eu já pensei a meu favor,De fato estou sem saída, não consigo esconder o que sinto,Lhe percebo mas nunca mais a vejo,Ou verei de novo,Ficará bem sem mim?,Apenas um pilar necessário para redescobrir suas necessidades ?,De fato tudo isso é bobagens e rimas estreitas da madrugada,A vida é salgada ,Doce pode ser o cu=Cobre,Desdobre seu presente e abra teu futuro,E limpe o passado do seu cotidiano.
Obedeça a Deus mesmo que doa. Você não precisa de uma convicção sentimental para fazer a coisa certa, mas tão somente uma certeza.
O poeta que compactua com o sistema em que vivemos não é um poeta, é uma marioneta sentimental e literária.
"Não sou de demostrar sentimentos. Mais sou um tantinho sentimental. Não sou de mandar flores, pois prefiro que as fiquem em seu habitar natural, pois só assim sua essência se prolongará por mais tempo..."
Dualidade sentimental
Tem se reprimido a alegria e cultuado a tristeza em demasia. Não que uma se sobreponha a outra em intensidade.
Tem se vivido dias intermitentes de chuva, dias úmidos e cinza, dias sem nada para se colorir, senão, o imaginário.
Já não se brinca mais na tempestade, aliás, a mesma já não tem mais o tom ameno de outrora, nem a inocência com que molhava o corpo e a alma.
Tem se buscado mais o drama, a comédia, ao romance, como se a escassez de lágrimas fosse uma calamidade, como se a alegria em demasia extrapolasse a naturalidade.
Como se a felicidade, sem uma pitada de tristeza e emoção não bastasse. Vivesse a dualidade entre sentimentos opostos.
Há quem busque prazer na tristeza, faz da dor, um êxtase anormal para quem vê e normal para quem vive.
Um hábito corriqueiro e entranhado no âmago de quem se permite relacionar e viver com a tristeza.
Como se fosse tomado pelo sentimento de culpa. Culpa por não ter tempo para chorar, nem sofrer, nem se condoer com as próprias dores.
Não há pecado em ser feliz, em se expor ao ridículo, em gritar ao mundo: Eu sou feliz! Pois, não há a iminência da separação, nem retaliações.
A felicidade independe do outro, nem deve explicações a inveja, nem a tristeza e nem a solidão que se vê desamparada.
Dentro do Teu pequeno mundo ainda cabem tantas alegrias.
A tristeza, a dor e o sofrimento são sentimentos opcionais e descartáveis. A felicidade é uma urgência, uma necessidade, um direito teu! Um bem essencial.
Não posso mudar quem sou deixando de uma hora para outra de ser um homem sentimental, sendo muitas vezes taxado de sensível demais, sinceramente não me importa, não posso mudar a minha essência, afinal sou o resultado de tudo que já vivi, ninguém pode dar ou ser aquilo que nunca recebeu.
"Não existe pessoas com preço e sim pessoas com valor...
Valor sentimental,Valor de carácter,VALOR DE DIGNIDADE."
Nossa vida não está dividida entre uma importante atividade da razão e um repouso sentimental. É sempre o coração racionalizado que deve comandar.
