Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
"Tempos de guerra e de paz, Tempos de amanhecer na calçada com a cara amarrotada, Tempo de dizer bom dia pro dono do bar ou da padaria e lhe pedir um cigarro. Tempo de viver e sobreviver, Tempos de viver o meio dia nas nas noites quentes e frias, Tempos de ver o sol nascer e dormir, que pena que o Tempo acabou com o meu Tempo."
Ao amor
É bom
ter alguém que partilhe
da amplitude dos teus pensamentos
e que ao mesmo tempo
te ame e te beije ardentemente
Viu só?
Em certa ocasião
já havia dito...
Não precisa ser perfeito
só precisava me fazer bem!
Por isso não desisto de amar
seria tolice desistir
de algo tão bom
que simplesmente
encanta
aprisiona
aconchega
e surpreende...
É flor que nasce sem necessariamente
ser semeada
em meio a solo infértil
anseia fazer morada
Que fique
que preencha
que inunde
Que seja bom
e eterno...
Ao amor um brinde
um cântico
uma valsa
um sorriso
um olhar intenso e destemido
Ao amor um beijo meu
com o sabor dos lábios teus
TRAÇO VERDE E AMARELO DO BRASIL QUAL CIELO
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (14/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
Ouro ou diamante deveria ser feito o coração
A carne tem validade diferente do diamante sob o peso da montanha
O homem que manipula o aço não manipula a carne
Nutre a carne com carne ao invés de néctar
Escutai o conselho Pitágoras e Ovídio
A terra a maior das mães produz com profusão
Deus deu o Éden de árvores frutíferas diz a bíblia
A laranja madura / a goiaba de vez traz a cura
O abacate com mel que cai do favo
A manga madura que cai no mato
A pitanga / o araçá
Jabuticabas de galhos e caule
Cajá-manga e cidreira no quintal
Grãos e fio de azeite no prato
Infusão de café moído e torrado
Inspiração pro meu vocabulário
Traço verde e amarelo do Brasil qual cielo
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/05/traco-verde-e-amarelo-do-brasil-qual.html
SONHOS DE LUZ
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (14/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
A mais bela sereia do coral
Coral de cores / Coral de amores
Guardas a castidade covardemente nas ondulações
É meu o pecado de olhá-la com aspirações
Mas a poesia desenha admiração e um olhar
De beleza
Um ramalhete de flores pra perfume é o seu dever
O perfume de Jean-Baptiste
De euforia lasciva delirante
Tocas meus olhos com a saliência dos morros
E suavidade / e leveza
E inocência
Noite que foi dia
Dia que foi noite
Açoite d'incoerência
Açoite de incongruência
Açoite d'amor
Amor comedido de lugar (seu lugar)
Amor de opinião sensata
E sonhos de luz consumidos por negra cratera de paixão...
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/05/sonhos-de-luz.html
"É impossível voltar no tempo e o que fazemos no nosso presente é a coisa mais real que podemos ter. Então, se essa foi a lição que você me forçou a aprender, a única coisa que eu posso dizer é obrigada."
Simplesmente com os olhos fechados o tempo se eterniza, o tempo voa, o tempo marca, o tempo finda, e quando abrimo-os vemos o motivo.
TRANSE
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (15/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
Perfeito pássaro a partir d'um desenho nanquim
Aterriza no paraíso
E faz amor com a escolhida
Do paraíso divino
O primeiro a adentrar invisível
Na comunidade angelical
Autoral em devaneio
Sonho e realidade / Transe
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/05/transe.html
QUE AMARGA NO SABOR
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (15/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
Pedaço de Vagner
Entre fatalidade
E dor
A morte é um veneno que amarga no sabor
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/05/que-amarga-no-sabor.html
O medo
Está nas nossas mentes.....
Que nos controla o tempo todo...
Acorrentadas no corpo...
Onde somos insanos...
Maldosos...
Pobres....
Doces....inocentes....
Destruidores...
De um doce sacrifício....
Afogo a minha dor perdida....
Num sonho....
Numa escuridão...
Durmo para morrer...
Apagando o silêncio...
Cinzas ardentes.....
Que escurecem o dia..
Onde sobrevivem todos os meus erros......
Sou coisa pouca ....
Talvez pobre....
Testemunho quem vive para me destruir....
Noites ofuscantes........
Vento rodopiando...
As folhas soltas da tempestade...
Mortas...
Caídas...
O medo está nas nossas mentes.....
Que controla o tempo todo...!!!
CENTELHA CARIDOSA ROSANE
Lavra/Sítio/Tempo: Edson Cerqueira Felix | N. Iguaçu – RJ, BR (16/05/2014).
Preito à: Poesia Brasileira.
Não há poesia quando ela é superada
Pela abnegação
Humildade / Modéstia
Quão lindos são teus pés
Levam nossos corações
Que não sabem viver sem ti
Acolhe a simplicidade para dar o luxo
O que faremos sem ti?
Se és o sentido do nosso mundo
Óh mãe
Óh mãe inefável
Favo divino
Família de ouro
Puro e maciço
Centelha caridosa
Rosane
Liame
http://apoesiaefamiliar.blogspot.com.br/2014/05/centelha-caridosa-rosane.html
queria voltar no tempo reviver todas as brigas,todas as risadas porem tal realidade so sera real na ilusao do meu pensar
O tempo passa, certezas se tornam duvidas, aquele olhar passa a se esmaecer, e tudo por um fato de não se entregarmos, não vemos da melhor forma, e acabamos sendo tomados pelas incertezas que vem de consequência de pensarmos com a razão e deixarmos o sentimento de lado, pelo fato de um dia pensarmos com o coração e acabamos nos decepcionando, aprendi que se entregar as suas escolhas sejam elas as mais absurdas, acaba as vezes te trazendo a felicidade que você procura, podendo ela ser a errada, mais a vida é uma só viva intensamente, faça sua escolha e não se arrependa, se der errado leve de aprendizado.
Queria ter você aqui agora !!!
Nem que fosse por um curto espaço de tempo, nem que fosse por míseros segundos, queria apenas olhar em seus olhos e perguntar porque você saiu assim sem se preocupar com o que eu sinto, sem se preocupar com o que eu fui um dia pra você? ( será que fui alguma coisa?)
Esses pensamentos me corroem a todos os momentos, você era insubstituível (ERA!)
Lancei-me em outra paixão, parti outra vez meu coração, fiz e desfiz laços, na esperança tosca de que você me enxergasse, e nada!
apenas queria que soubesse que meus pensamentos ainda a beijam em silencio em cada alvorada, em cada crepúsculo que torna a chegar.
