Fazendo a coisa Certa
Em uma certa fase da sua vida, de tantos tombos que você levou, você acabou aprendendo a andar, mas, já em outra fase da sua vida, de tanto tombo que você levou, você aprendeu a mudar de caminho.
Amor perfeito, infinito.
Na medida certa do existir.
Ternura sem igual.
Olhar perdido que se cruzaram.
Nunca houve nada tão igual.
Imensurável totalitário em si.
Outro como esse nunca haverá.
Sincero é o meu amor.
Inspirador são os olhos dela.
Magistral fabulosa sem igual.
Ousada, amante e apaixonada.
Namoro puro, querer por querer.
Ela e Eu somos um, onde está você?
(O Poeta e a Paixão, morrem juntos.)
Morrem?
Não morrem, o universo tem origem no amor e ninguém morre em si mesmo....
Certa ocasião vi três urubus comendo três frangos podres em um despacho na encruzilhada, compadecido, fui em um restaurante e comprei três frangos assados e dei para eles, acreditem eles não comeram os frangos assados.
Não é sobre urubus.
Há uma certa grandiosidade trágica em declarar que se morreria por alguém. É uma afirmação que soa a sacrifício final, a coragem absoluta. No entanto, a verdadeira prova do amor talvez não esteja no gesto extremo da morte, mas nos atos modestos e repetidos da vida: Você viveria por mim? Cuidaria de si por mim? Faria as pazes com a existência por minha causa? Destruir é fácil. Qualquer um pode arruinar, abandonar, ferir. A verdadeira arte está na reparação, na paciência, na insistência em permanecer quando tudo em nós pede fuga. O amor, em sua essência, é um convite à vulnerabilidade. Ele nos tira do centro de nosso próprio universo e nos coloca diante de um paradoxo: só encontramos a nós mesmos quando nos esquecemos de nós. As visões narcisistas do amor, aquelas que buscam no outro apenas um espelho, um confirmador de nossas fantasias, são, no fundo, formas sofisticadas de solidão. Quem ama de verdade não está à procura de um admirador, mas de um ser humano completo, com suas falhas e suas dores. Amar é aceitar o risco de ser transformado, de sair do controle. E talvez sejam os solitários os que melhor compreendam isso. Eles passaram tanto tempo observando o amor à distância, estudando seus movimentos como um astrônomo estuda as estrelas, que, quando finalmente amam, o fazem com uma intensidade que os mais sociáveis mal compreendem. Eles sabem que amar é um ato de coragem, não a coragem do heroísmo vazio, mas a coragem de acordar todos os dias e escolher, outra vez, permanecer. No fim, a pergunta que define o amor não é "Você morreria por mim?", mas sim "Você viveria, pacientemente, imperfeitamente, ao meu lado?". E essa é uma pergunta muito mais difícil de responder.
Despreze a pessoa certa e a errada vai te usar, te humilhar e cuspir na tua honra. E você vai acabar de joelhos implorando por migalhas.
A vida é cheia de alegrias e tristezas.
De verdades e mentiras.
Mas uma coisa é certa .
O livre arbítrio para seguir em frente só depende de VOCÊ.
Coberta , Leite , Livro .
A Mais bela descoberta , como arqueiro atirei a flecha certa .
O alvo acertei quando teu coração encontrei .
Com o livro na mão , leite escorrido na blusa , assim conheci minha musa .
Pensei e lá no seu lar , como ela deve ficar .
Neste frio do jeito que é esperta , minha linda descoberta , tem como companhia , livro , leite , e a coberta .
Consciência
As crianças, já salvas até uma certa idade. Até começarem a tomar consciência dos seus atos. Têm uma graça especial de Jesus Cristo. "Deixai vir a mim as crianças, pois dos tais é o reino de Deus"! Disse Jesus Cristo. E disse mais ainda! O mesmo é com aqueles, que nascem com problemas mentais ou emocionais. Mas que não têm consciência dos mesmos!
Navego pela vida com uma certa tranquilidade, pois as vezes me entristeço comigo mesmo, ao cair. Me levanto, sorrio e prossigo.
Chega uma certa idade, não muito avançada, em que tornamo-nos mais exigentes com nossos preciosos finais de semana. Nada de hipocrisia, chatice ou frescura: aprendemos a nos valorizar, a dar valor ao tempo, que se mostra mais curto todos os dias. E o mais bonito, damos valor e importância aos nossos vazios. Pra sair de casa agora é assim: não vejo tanta graça em passar a noite segurando copos cheios se, ao meu redor, estiver carregado de pessoas vazias. De vazio basta eu, oras, não por me considerar melhor do que ninguém, mas por não me considerar merecedor de momentos sem sentido. E sim, não faz sentido abandonar meu quarto se for pra mergulhar numa banheira repleta de água com gás acompanhado de pessoas que simplesmente acham chique, legal ou coisa do tipo. Também não pretendo sair com autocríticos e pseudointelectuais, tampouco com moralistas e defensores do partido puritano. Longe de mim. Só quero gente do bem, com ideais, com críticas carregadas de novas soluções, com humor na risada, brilho no olhar e que não precise apontar fulano na mesa do lado pra ficar se achando o cara. Quero companhias que não me troquem pelo facebook, twitter, whatsapp ou outros aplicativos no celular durante um papo ao vivo, entendem? Que não me olhem de ombros, buscando algo ao redor da mesa, que não necessitem contar ao mundo via instagram o quanto a noite está boa, ou que não precisem se autoafirmar o tempo inteiro que estão legais, num lugar bacana e com pessoas demais. Posso parecer patético, mas é que a gente tem que aproveitar nossas epifanias pra por a boca no trombone, pra falar mesmo para, sei lá, arranjar solução pro mundo, pras pessoas, pra vida. Tudo bem, posso estar fazendo tempestade em copo d'água, mas me deixem pensar em como seria bom largar um copo cheio e segurar uma mão com firmeza, pra provar que ali não é mais um momento vazio. Acredito num novo tempo, em que a gente só vá sair de casa quando não for pra repetir nossos nadas, nossos poréns, nossas reticências. E de agora em diante, vazio bem feito é vazio com um livro na mão, com uma pipoca no colo ou com a cabeça deitada em um ombro que bem me quer. Porque meus dias não merecem morrer na companhia de ninguém. Porque meus dias, nossos dias, merecem mais que um copo na mão e um celular na outra. Merecem mais vida gostosa de se viver, vida tranquila, vida com quem possamos contar ou estender a mão. Vida real.
...e você tem que fazer a coisa certa também , não adianta choramingar que está sofrendo isso ou aquilo , mas faz igual ou até pior para os outros.
Se arrependa dos erros que cometeu, que você conseguirá tudo que quer !
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