Fazendo a coisa Certa
Uma coisa é certa, enquanto estivermos preocupados em conhecer o amor, haverá sofrimento dentro de nós e ao nosso redor; perguntas continuarão sendo feitas e a ausência de respostas nos incomodará bastante. Por isso, precisamos entendermos quem somos! Porque não temos a capacidade de compreender, nossos sentimentos e nossa vida.
Talvez não tenha palavra certa,para me expressar; mas certamente a palavra certa não saia da minha boca mas sim do meu olhar.
Não gosto da expressão “o mundo não é cor de rosa”, mas ela está certa em uma coisa, que o mundo não é cor de rosa e sim colorido e cheio de vida.
A santidade já foi certa feita, componente central do seguir a Cristo. Mas para muitos, hoje, a vida cristã pouco passa da celebração de uma graça barata e de uma pseudoliberdade, com alta tolerância ao pecado.
John Wesley certa vez disse: "ponha fogo no seu sermão ou ponha seu sermão no fogo".
Portanto, todo líder deve entender alguns fatos sobre o sermão e a adoração:
- Não será pela aritmética dos nossos sermões, seja quantos eles forem;
- Não será pela retórica dos nossos sermões, seja quão eloquente eles forem;
- Não será pela geometria dos nossos sermões, seja quão harmoniosos eles forem;
- Não será pela lógica dos nossos sermões, seja quão convincente possam ser;
- Não será pela música dos nossos cultos, seja quão maravilhosa seja a nossa voz;
Também não será pelo método dos nossos sermões, sejam quão organizados eles sejam.
O que Deus está interessado é se O amamos acima de todas as coisas, isso sim fará a diferença nos sermões e na adoração.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Algumas Verdades Sobre o Culto
John Wesley certa vez disse: "ponha fogo no seu sermão ou ponha seu sermão no fogo".
Portanto, todo líder deve entender algumas verdades sobre o culto a Deus:
- Não será pela aritmética dos nossos sermões, sejam quantos eles forem;
- Não será pela retórica dos nossos sermões, sejam quão eloquente eles forem;
- Não será pela geometria dos nossos sermões, sejam quão harmoniosos eles forem;
- Não será pela lógica dos nossos sermões, sejam quão convincentes possam ser;
- Não será pelo método dos nossos sermões, sejam quão organizados eles sejam.
- Também não será pela música dos nossos cultos, seja quão maravilhosa possa ser nossa voz ou nossa habilidade com os instrumentos musicais.
Deus está interessado é se O amamos acima de todas as coisas; isso sim fará a diferença nos sermões e na adoração.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Certa vez alguém me perguntou por que não sou calvinista. Minha resposta foi: Eu leio as Escrituras Sagradas diariamente e também leio os pais da Igreja até o 3º século, antes da Constatinização da igreja e sua posterior paganização.
Como disse Roger Olson certa vez: “ninguém se torna calvinista lendo a Bíblia”.
Um ancião piedoso disse certa vez:
“Existem apenas dois lugares para o povo de Deus – no pó e no céu”.
Entenda isso: Jamais haverá no mundo uma igreja perfeita, nem haverá uma igreja certa. Quem procura uma igreja perfeita é quem acha que já é perfeito, que já é mais santo do que todos no mundo. Para quem não quer ser ensinado ou pastoreado, nunca vai existir uma igreja certa, pois ele já sabe tudo.
Se estivesse decretado infalivelmente desde a eternidade que certa parte da humanidade se salvaria e ninguém mais, e uma grande maioria nascesse para a morte eterna, sem mesmo a possibilidade de evitá-la, estaria isto de acordo com a justiça divina, ou a misericórdia? Será misericórdia prescrever a uma criatura a miséria eterna? Que Deus fosse o autor do pecado e da injustiça... é uma contradição das ideias mais claras que temos a respeito da natureza e da perfeição divinas. John Wesley – O Despertamento Religioso de John Wesley, Pastoral Benett, James Richard Joy.
Disse certa vez Paul Valéry: “Quem não pode atacar o argumento, ataca o argumentador”.
Você já ouviu falar do ad hominem? Pois bem, é isso que o calvinismo faz contra o Arminianismo desde quando surgiu a controvérsia.
Sempre estive a sua procura.
Então você chegou.
Resta saber se sou a pessoa certa na sua hora errada ou você a pessoa errada na minha hora certa.
todos nós de certa maneira somos turistas nesta vida, estamos só de passagem, sendo assim temos que aproveitar os momentos antes que a viagem acabe.
Certa vez havia um jovem aprendiz que buscava avidamente a sabedoria. Ele seguia seu mestre, um homem de cabelos grisalhos e olhos profundos, que carregava consigo a serenidade de quem havia vivido muitas estações. Um dia, enquanto caminhavam por um jardim repleto de flores murchas e outras em pleno desabrochar, o jovem, curioso e inquieto, fez uma pergunta que ecoou como um sino no silêncio da tarde:
— Mestre, se você tivesse que pedir perdão a alguém antes de morrer, quem escolheria?
O mestre, surpreso pela pergunta, fechou os olhos. Por um momento, parecia ter se perdido em um labirinto de memórias e reflexões. Respirou fundo, como quem mergulha nas águas profundas de um lago, e ao abrir os olhos, estavam marejados. Com um olhar pensativo, respondeu:
— Eu pediria perdão à única pessoa que nunca me abandonou, mesmo eu, por inúmeras vezes, ter errado com ela. Busquei a perfeição e a aceitação de tudo e de todos, mas fui falho com ela.
O jovem, confuso, inclinou a cabeça e perguntou:
— Mestre, quem é essa pessoa com quem você, em toda a sua sabedoria, foi falho?
O mestre fitou o discípulo com um olhar que parecia atravessar o tempo e respondeu:
— Essa pessoa sou eu mesmo. Fui o único que nunca me abandonou, mas, por ego e vaidade, errei comigo inúmeras vezes. Busquei algo que, no fim, não faria falta.
O jovem, ainda perplexo, sentou-se sob uma árvore frondosa, enquanto o mestre continuou:
— A vida, meu jovem, é como este jardim. Algumas flores desabrocham, outras murcham. O tempo é o jardineiro que cuida de tudo, mas nós, em nossa soberba, muitas vezes tentamos controlar o que não nos pertence. O ego nos cega, a vaidade nos engana, e a soberba nos afasta de nós mesmos. Buscamos a perfeição nos olhos dos outros, mas esquecemos de olhar para dentro.
O mestre ergueu uma flor murcha e mostrou-a ao discípulo:
— Veja esta flor. Ela já foi bela, mas seu tempo passou. No entanto, ela não se lamenta por não ser mais como antes. Ela simplesmente existiu, cumpriu seu propósito e agora descansa. Nós, porém, carregamos o peso de nossas falhas, de nossos erros, como se fôssemos eternos. Mas a verdadeira sabedoria está em entender que o tempo é nosso mestre, e a humildade, nossa maior aliada.
O jovem, agora com os olhos brilhando de compreensão, perguntou:
— E como posso evitar cair nas armadilhas do ego e da vaidade, mestre?
O sábio sorriu e respondeu:
— Olhe para dentro de si todos os dias. Reconheça suas falhas, mas não se puna por elas. Aprenda com o tempo, mas não tente dominá-lo. E, acima de tudo, lembre-se de que a verdadeira sabedoria não está em ser perfeito, mas em ser verdadeiro consigo mesmo. Pois, no fim, é a nós mesmos que devemos prestar contas.
E assim, o jovem aprendeu que a vida é uma jornada de erros e acertos, de flores que desabrocham e murcham, e que a verdadeira sabedoria está em aceitar a si mesmo, com todas as imperfeições, e em viver em harmonia com o tempo, sem deixar que o ego e a vaidade obscureçam o caminho.
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