Faz de Conta Qu eu Acredito
Não é errado desistir do que não te faz bem, não é errado abrir mão do que te machuca, não é errado querer todos os dias ser feliz.
Ser poeta dói do lado
avesso
quando não está
apaixonado
fazer um poema sobre
paixão
o faz cambalear em uma
fina
corda bamba do
impossível
e chegar ao outro lado
da corda
com feridas da alma
curadas
com sujeiras da mente
lavadas
ser poeta dói do lado
avesso
mas quando faz um
poema
dá até vontade de se
apaixonar.
Seja resiliente
Nunca tenha medo de arriscar
O erro faz parte do jogo
Se alguém te disser que não dá
Vá lá e faça de novo
Em intelectos
Nunca navegados
Pela dor ou a agonia
Ou por qualquer sofrimento,
A verdade se faz drástica
E a mente fica brenha!
Interditada na trincheira do receio
Nutrindo a frieira da aflição!
(Rogério Pacheco – 31/05/1999)
Livro: Prisioneiro Eterno - 2008
Teófilo Otoni/MG
"Num movimento lento e rígido
Teu sussurrar sem esforço
Hipnotiza o segredo
E faz o relógio do mundo parar."
Rogério Pacheco
Poema: Conspiração de verão
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
Equilíbrio necessário
Equilíbrio que organiza
Esse que faz a diferença
Abraços sinceros
Sorrisos espontâneos
Amor sem cobranças
Amizades constantes
Uma reunião de sentimentos bons
A vida ofertando o seu melhor
O coração está radiante
A paz reinando
Escolha a felicidade
Um não ao que faz mal a sua mental.
Poesia de Islene
Aquele que faz mal a outrem e se esconde, não perde por esperar. As leis do Universo são implacáveis.
Precisamos uns dos outros.
Esse é o único fato,
ninguém faz nada sozinho,
ninguém é feliz sozinho,
a solidão é o nada,
é a morte, é a agonia.
O que me faz bem
Um sorriso largo e um abraço apertado
Um amigo querido e um beijo molhado
Um toque delicado e um chamego bem dado
O sol nascente e a lua crescente
As estrelas brilhantes e o campo florescente
Os pássaros matraqueiros e os meninos arteiros
O céu, o sol, o mar
Ser Ela! Amar Ele!
Enfim, a vida bem vivida!
Ecos da Existência
Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Vinícius poderia ter cantado, entre goles de poesia e suspiros de amor.
Na tessitura desse tecido chamado vida, cada fio é um instante, entrelaçado com a arte e a dor, o riso e o choro. Aprendemos a ter força na coluna não por rigidez, mas pela flexibilidade de saber dançar com o vento, de não quebrar quando a tempestade vem. Em cada curva, em cada esquina da existência, há uma história a ser contada, um aprendizado a ser abraçado.
O amor, ah, o amor! Esse sentimento que Vinícius cantou com tanta paixão, é o vinho que embriaga a alma, é o sol que nunca se põe no horizonte do coração. Amor que é rio, fluindo sem fim, amor que é mar, profundo e imenso. Em suas águas mergulhamos, buscando a pérola da verdadeira conexão. O amor é encontro, é a fusão de almas, é o toque que transforma o comum em extraordinário.
E a morte, essa inevitável companheira, que nos sussurra sobre a impermanência de tudo. Ela não é o fim, mas uma transição, um portal para um mistério maior. Nos ensina a valorizar cada respiração, cada risada, cada lágrima. A morte nos lembra que viver é um ato de coragem, um desafio constante para abraçar a plenitude do agora.
No espírito reside a essência, o imaterial que nos faz mais humanos. É a chama que arde, inextinguível, mesmo quando o corpo cansa. É a parte de nós que se conecta com o infinito, que toca o céu em momentos de pura alegria e profunda tristeza.
As lembranças são as páginas desse livro que escrevemos a cada dia. Algumas trazem sorrisos, outras lágrimas, mas todas são preciosas. Elas são o mapa do nosso caminho, as marcas deixadas na areia do tempo. Saudade é o preço que pagamos pelas boas memórias, é o doce-amar de ter vivido algo que vale a pena ser lembrado.
E a memória, essa artista caprichosa, pinta os quadros do passado com cores ora vivas, ora desbotadas. Ela é o museu da nossa história, o lugar onde revisitamos nossos amores, nossas aventuras, nossas perdas e conquistas.
Viver, portanto, é um ato de equilíbrio entre tudo o que foi, é e será. É ter força na coluna, sorriso no rosto e abraços apertados. É saber que, em cada fim, há um novo começo. É entender que, em cada adeus, há a promessa de um reencontro. Pois a vida, em sua infinita sabedoria, é um ciclo eterno de aprender, amar e, acima de tudo, viver.
O impossível não existe; você faz o impossível acontecer. Nunca espere nada de ninguém. Lute sempre para buscar seu sonho! Levante a cabeça, siga em frente, mesmo que seja desapontado. Ser feliz não depende de ninguém, e sim de você mesmo.
Chamo à existência o que não posso ver, digo a mim mesmo que vai acontecer. Buscarei, de todo coração, o meu clamor insistente no altar move o universo ao profetizar. Eu sei, o impossível não existe.
É estranho que a ciência, que antigamente parecia inofensiva, tenha se tornado um pesadelo que faz todo mundo tremer.
Só faz sentido o que te faz sentir. Quantas vezes você sente algo e deixa passar? Inúmeras, né?! Pois então! Sente vontade de comer aquela determinada comida, vá comer (claro que as que não te fazem mal); quer ver aquele filme com alguém, chame esse alguém e vai ver o filme ou o Teatro, fazer uma Caminhada, curtir um pagodinho, a vontade que te bateu! Vai te fazer sentido isso? Vai te fazer bem? Vai te fazer sentir algo bom? Então faz!
