Faz de Conta Qu eu Acredito
Dessa Vida acredito em três medidas; altura; largura e profundidade; à fluidez da verdadeira maturidade.
Não acredito que o ladrão é vitima da sociedade, apenas é um produto dela. Enquanto tivermos sociedades baseadas em competições de certo teremos pessoas agindo assim.
" Acredito na força que os planetas exercem sobre nós, acredito na força da natureza e seus mistérios, acredito na magia que a cada instante nos rodeia... Mas sobretudo, acredito na força do Único que poderia ter deixado tudo isso como manifestação de sua Grandeza e amor por nós! Costumo chama-lo de Deus!"
Marli D.H.F.
Pensar. Acredito que todas as pessoas deveriam fazer isso ao menos uma vez antes realizar algo. Existiriam bem menos pessoas arrependidas no mundo.
Pensamento do dia 30/08/2016
Qual fruta seria mais bonita um limão ou um abacaxi? Acredito que a maioria diria que o limão, pois não tem espinhos sua pele é lisa e sua cor atraente, contrário ao abacaxi, só há um grande problema nisso enquanto der mais valor à casca do que seu conteúdo continuará se arrebentando, precisa aprender enxergar as pessoas por dentro e o que seu coração tem a lhe oferecer e não o que ela aparenta ser, por acaso quebraria os ovos, jogaria a clara e a gema fora e comeria a casca?
Viva o presente. Prepare-se inteligentemente para o futuro e deixe o passado em paz. Acredito que foi isso que Cristo quis dizer ao afirmar “Deixa os mortos sepultar seus próprios mortos”... (Mateus 8:22)
Acredito nas minhas costas, ela carrega peso,sem caluniar o proximo não importa o tamanho da tempestade
Acredito que a sinceridade dita no momento certo e como uma ferida profunda.A mesma sicatriza e lhe prepara para os disafios que a vida à de lhe proporcionar.
Não acredito em anjos ou demônios
Enquanto olhos estão perdidos na escuridão
Assim meu coração sangrou...
No momento estava numa cruz pregado...
Se sente o desespero que nunca...
Pensou-se existir entre três dias ressuscitou...
Muito do meu mundo terminou...
Busquei um sentido pelos séculos...
Caminhei entre eles nunca compreendi...
A que busca diante da escuridão...
Tão profundamente esquecida entre...
Desejo profano e átrio somente...
Palavras jogadas no vento...
Sem destino ou carma...
Apenas a sensação de viver...
Até que esteja envolvido pela escuridão...
Entre tantos lamentos serem obscenos
Em tantas vias e sombras...
Que o natural está dentro de suas...
Entranhas espalhadas por cada...
Memoria deixada em fragmentos
Como trinta moedas entregues
Por um beijo traidor...
O espírito queimou mesmo assim
Obteve tal perdão... Quando...
Queimou com vaidade e hipocrisia...
No entanto ser mais uma grande
Frase deixada pelo tempo
Se encontra no profundo dos prazeres
Da carne macia de desejos profanos
Tem gente que diz "só acredito vendo"... Mas tem tanta coisa que vejo e mesmo vendo não faz com que eu acredite... Prefiro acreditar no que não vejo, pois se acredito nisso eu realmente tenho bons motivos pra isso...
Nao é nada
É so vontade chorar
Acredito que nao seja nada
So uma dor que nao passa
Um vazio que nao se preenche
Uma solidao nao passageira
Uma pergunta que nao se cala
Por que?
Parecia tudo tao perfeito
Ja deveria ter imaginado que algum preÇo eu teria que pagar
Por que tao caro?
É so tristeza
Nao se preocupe tanto
Nao vai passar
Mas eu me acostumo
Esta muito frio aqui
E nao adianta fechar a porta
So quero que fique longe de mim
"SEMPRE HÁ UM OUTRO JEITO DE VER AS COISAS". É uma frase simples mas libertadora.Acredito que o fato das pessoas sofrerem de surto psicótico e de depressão seja exatamente esse: -Não serem capazes de extrair de momentos ruins lições de vida, amadurecimento e superação, bem como oportunidades pois a ordem pode surgir do caos, assim como também não conhecerem a si mesmas como dizia o filósofo Socrates e assim sentirem-se frustradas em seus próprios conflitos, uma vez que Sun Tzu escreveu: "Não podes vencer o inimigo se não conheceres o teu ponto fraco e as tuas qualidades."
As vezes o inimigo a enfrentar seja a própria consciência, o próprio "eu". Lembro do livro "O chamado de Augusto Cury que em seu primeiro capítulo fala de um suicida que falava cinco línguas mas que não foi capaz de comunicar-se consigo mesmo.
