Fantasia e carnaval
Carnaval do Amor
Cuíca, tamborim,
Cabrochas, pandeiro
Brilhante mestre-sala...
Sorriso de marfim
É mês de fevereiro,
Você na minha ala.
Batucando, o coração,
Entra no seu compasso
Está decretada a folia!
Meus sonhos pelo salão
Se unem com seu abraço,
Libertando a fantasia...
Meu amor como adereço
Ostentado em suas mãos...
Descrevi no samba-enredo
Seu beijo que eu não esqueço
Passista na multidão,
Revelam doces segredos.
Minha escola colorida
Ao toque da bateria,
Do samba mostra o valor...
É apoteose na avenida!
Esplendor de alegorias,
No carnaval do amor...
Não, o carnaval não é e nunca será o maior evento da terra como muitos dizem...o maior evento que vai parar a HUMANIDADE MUNDIAL será a volta de JESUS, todos verão ao vivo....
Bobagem não é cultura
Futebol não é arte
Carnaval não é espetáculo
Presidiário não é estrela
Lei não é brincadeira
Favela não é cartão postal
Terra do Carnaval, cidade de Maquiavel
Pessoas vulneráveis escravas do papel
Alerta no Nextel, pensamento a milhão
Não há vírus que corrompa a mente de um vilão
Carnaval:
Ah o Carnaval o tempo bom de esquecer a realidade, e se divertir sem se preocupar com a poluição causada pelos bloquinhos, a folia das pessoas ao jogarem suas bebidas no chão das ruas e estragar o meio ambiente alem de patrimônios tanto sagrados como publico e depois se perguntar, o por que de ninguém fazer nada para mudar isso, sendo que os causadores são eles mesmos sem ao menos perceberem.
Carnaval como você é momentâneo e só vale para o momento, porque depois disso somos obrigados a voltar para nossa triste e fria realidade não é mesmo?
SONETO DE MARÇO
Março, das findas águas de verão
Do até mais ao carnaval de fevereiro
Em ti o refresco do calor de janeiro
O mês da poesia em comemoração
Das férias a labuta é o mês fronteiro
Do Jobim atar em chuvas a estação
É pau, é pedra, caminhos e canção
Do calendário gregoriano o terceiro
Mês dos piscianos na constelação
Rebento do outono caírem no terreiro
Tapetando de secas folhas o chão
Do dia oitavo a mulher é palavreio
Exaltada pelos poetas na inspiração
De devoção a José, do mês padroeiro...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Março de 2017 - Cerrado goiano
CARNAVAL não é ruim, se não se fizer dele algo ruim, pois é possível saudavelmente se divertir nesta festa, sem apelações de diversas ordens. É uma questão de caráter e não de Carnaval.
O estado deveria ser processado, por perdas e danos
Enfim permitiram e gastaram horrores no carnaval, já sabendo da existência do vírus
Depois quer ser o dono da razão
Não seja gado!
A vida é um teatro mascarado,Um carnaval de Veneza.Odiando a verdade dita e amando mentira bem contada,Angústia que me segue,e o desejo por ela me faz Don Juan.Porém sem ela eu arriscaria mais ou viveria com menos complexidade,Somos grandes atores cheios de máscaras e sobretudos estilosos,Se enganando e te enganado e o seu eu enganado,A esperança trás motivos e metas trazem resultados. Quando a conquista vem ,tudo se torna sem sentido e nessa horas perceba-se que somos reféns dos nossos desejos.
O brasileiro é apaixonadíssimo por carnaval, futebol, televisão, internet e política.
Sinceramente é uma puta perda de tempo ser brasileiro.
A percepção da mente ansiosa
1. 1 segundo é 1 minuto.
2. O Carnaval é Natal.
3. Aniversaria mensalmente.
4. Sexta é segunda e segunda é sexta.
5. O Futuro é o presente, e, o presente não existe. Já passou.
6. Este texto é longo.
Meia noite e meia
A gente na areia
Combustível carnal
Nesse carnaval
Dancei e naveguei
Em roda de ciranda eu fui
Buscar a força de união
FEITO HOJE
E o perolado
Brilhantes
Seu Rio sem medo
Fez carnaval do outro lado
No palco, luz
Muda aqui a cor
Mas e a personagem?
Não há
É presente
Desse lado
Pro seu lado
Do seu lado pro meu
Não há tempo no espaço
Só laço
Do Rio sem braços
Que de cor, fica a mudar
E a alegria de saber
Que está de novo
O mesmo Rio
Com o mesmo perolado
Deu frio
Sem ar
Calor a chegar
Agora bobo
Esperançoso
Os rios se encontram
E em profundos perolados
Resiste de um lado
Corredeiras ainda não há
Descansa na beleza
O medo da correnteza
Rio retido
Contido
De encontro com a Mar
Suave
Edredom macio
Deito sem medo
Rio com cor
Só q sem margem está
Avança aos poucos
Corredeiras pequenas
Cheio de vida
Em lago vai chegar
Mas antes de calmo
Lançou-se a grandes corredeiras
Em meio a selva
Rio está
Contornando montanha
Mergulha no lago
Do lado
Rios ainda a misturar
E os perolados
Com luzes
Iluminados
Se aprofundam
Pra do melhor jeito ficar
Acende os holofotes
Eu não vou apagar
To aqui,
Vem aqui
Te abraço
Te abrigo
De risos
E piadas
Cara abobada
Jeito de transbordar
Rio
Num castelo me colocou
Mas eu príncipe não sou
Cavaleiro
Te protejo
Mesmo se não desejar
Me dá a mão
Não solto
Não quero soltar
Dança comigo
Canta só um pouquinho
Rios
Choros
Abraços
Fogo
De novo e de novo...
Te abraço sem medo
Respiro sem ar
Mas rios calmos
Estão longe do mar
Agora lago
Pacífico
Rico
Vivido
Sabe que Rio vai virar
De novo
Talvez cachoeira
Ou até uma bica d’água
Mas o Rio conhece as corredeiras
As pedras
Curvas que podem o destroçar
Só que sabe ser cascata
Ter suas cores em arco íris
Ver do alto as árvores
As aves
A beleza do perolado da íris
Ser lago
E um dia ser mar
Mar de tudo que há de bom pra ser
Pra você
Mas por enquanto
Vamos deixar
Rio andar.
