Faminto
Quando estiveres com medo, não o alimente, deixe-o morrer faminto. Passamos diariamente por testes ... Pensem na grandiosidade de Deus.
E a incerteza de seguir
Me persegue como um cão faminto
Eu escrevo
Grito
Escancaro o peito
Por eu ser assim tão sentimental
Um cachorro que parece faminto, malcuidado, que mora na rua, sem dono... - ele não recebeu qualquer cuidado: ele não tem cara de cachorro que recebeu amor. – E eu contemplo este olhar moribundo e agora riu dentro de mim, porque, pensando bem, eu começo a me sentir bem parecido com este cachorro.
FAMINTO
Vai, mísero sofrimento esfaimado
pastar noutra sensação livremente
deixai meu coração de te ausente
faminto, carente, mas imaculado
Não percas tempo, vá apressado
pois se insiste em estar presente
a paixão do teu olhar pendente
despojo inútil, inútil o passado
Deixai o vento levar, que o leve
hei de me arrancar do teu nome
e, assim, de ti isento, serei breve
Aqui, piedoso a dor me consome
nos soluços que o choro descreve
e sem que ventura emoção tome
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/10/2020, 16’10” – Triângulo Mineiro
Um dia no passado..
Um passarinho chegou voando...
Faminto...
Pousou em uma árvore....
E nela...
Alimentou-se de seus frutos....
E foi assim...
Que começou sua história...
Nos galhos daquela árvore....
Fez seu ninho...
Pois ele percebeu...
Que nela...
Ele podia todos os dias se alimentar....
Nas inumeras primaveras daquela árvore...
Ao chegar na estação das flores...
Ele chorando ficava observando suas pétalas cairem...
Para nutrir o solo e suas raízes...
E ao ve-las aquelas flores caindo...
Chorava lágrimas de Poesia com sua queda....
Como um pássaro pequenino....
Não tinha mais forças para segurar aquelas flores...
Mas mal sabía ele...
Que esse processo....
Era para sustentar o caule daquela árvore... Ali...
Brotava flores e frutos....
Frutos que geram sementes...
E rosas e folhas...
Que fertilizam o solo....
Nas Poesias daquele pássaro....
Então ele descubriu sua alma gêmea...
E para ela...
Ele falou do seu amor....
E ali....
Juntos formaram um ninho amplo....
E ao outono....
Se alimentavam dos frutos daquela árvore....
E deles....
Apreciava o mais puro néctar
O pássaro então...
Com sua amada fez amor...
E as flores...
Continuaram a cair....
E sentiu o prazer de morar naquela árvore...
E de se nutrir dos frutos...
E o néctar daqueles frutos....
Sugava o mais doce mel....
A assim....
Apareciou que tudo isso...
É pura sabedoria...
E conseguiu....
Transformar ele e sua passarinha...
Em uma só alma...
E por aí...
Seguem voando pela vida....
Batendo suas asas...
E vontando ao seu ninho...
Trazendo as sementes...
E jogando no chão...
As lágrimas que alí ele derramou....
Viu ele...
Que vale a pena chorar...
E regar o solo sagrado....
Fazendo ele...
Do mestre da Rosa...
E amando sua passsarinha...
Com a mais pura....
Poesia ...
Autor :José Ricardo
O sofrimento e a angústia - na forma de estômago faminto, carteira vazia e coração partido - ensinam as melhores e mais duras lições da vida. E como ensinam...
Em um país em que a Suprema Corte come lagosta e toma vinho caro as custas do Povo pobre e faminto, não há moralidade que se sustente de forma ativa e presente nas suas decisões.
MUDANÇA DE HÁBITO
Não alimente o ódio com o ódio, ou ele ficará a cada dia mais faminto e insaciável. Insista em transformá-lo, oferecendo-lhe amor toda vez em que se deparar com ele.
(Poesia para o mundo)
Remisson Aniceto
MUITO POUCO
Me contento com tuas migalhas
Antes isso
Do que nada
Estou faminto de amor.
Devoraria apaixonados
Só pra ter o prazer
De sentir o doce amor
O eteno sabor do fim.
Meu coração pulsa
Errante e sem jeito
Apaixonado por você
E sempre com medo.
Medo de continuar sem comer
De morrer fraco
Sem sentir
O prazer do teu amor.
estou faminto no fundo do meu coração
esperando por uma razão
estou faminto como um monte de caras
eu quero estar do teu lado
pessoas solitárias passam por mim na rua
esperando por uma razão
do teu lado
o cinza está virando azul
vc despertou o amor em mim
do teu lado
tudo é novo
vc despertou o amor em mim
Tributo ao trombadinha
Menino que anda na rua sozinho
Sujinho, faminto, sem casa, sem pão
Olhando as vitrines, sonhando os brinquedos
Pedindo esmola, mas sempre em vão
Menino vadio, que encontro nas ruas
De olhar assustado, barriquinha a roncar
Te olho e choro, te amo sem preço
Na medida certa que pude encontrar
Fico triste ao te ver, menino que assusta!!!
Sua vidinha difícil te marca demais.
Menino sem dono, que dorme nas ruas
Que treme de frio e frio se faz!
Menino perdido, sem mãe, sem carinho
Que aprende de tudo pra sobreviver
Que esbarra nos outros, tirando relógios
Roubando comida pra fome vencer.
Menino que um dia, nem foi consultado
Se desejava nessa vida habitar...(vegetar)
Se gasta em dias, tristonhos, vazios
Sem hora sem pressa, não precisa voltar.
Te entendo menino, menino desprezado
Porque de sozinha me sinto você...
Me vejo faminta, pedindo, esperando
E a vida negando sem dizer o porquê.
Me sinto perdida em seus passos sem rumo
E tremo de frio sob meu cobertor
Espero o carinho que espera seus braços
Esbarro nos sonhos, roubando calor .
Não queria mais te ver pelas calçadas
Será o tempo nosso eterno cobertor?
Será a vida nossa eterna covardia?
Serão em sonhos nosso encontro com o amor?
Enquanto
O mundo está em guerra
Oremos à Deus pela paz!
Enquanto
O mundo está faminto
Oremos à Deus pela saciação da fome
Em muitos por ai...
Enquanto
O mundo está sem amor.
Oremos à Deus pela emanação transbordante
Em cada um.
Enquanto
O mundo roga por justiça.
Oremos à Deus pela compensação das dores
Que impunes se encontram!
Enquanto
O mundo chora por seus mortos.
Oremos à Deus por consolos e afagos em cada lar
Que perderam seus ente-queridos e amigos.
Enquanto
O mundo se encontrar sem DEUS.
Oremos, oremos sem cessar...
Pois Ele virá o mundo inteiro abençoar!
E a todos o seu imenso amor ele ofertará para a alegria
Enfim a todos reinar.
E na paz do seu carinho os corações
Descansar...
Ñ seja igual o Leão faminto que saia a procura e só traga o que estar a sua frente, mas igual a águia que voe alto e contempla o todo onde terá opção de escolha.
Dor crônica.
Espero o descanso da noite como o bebê faminto pranteia pelo seio materno.
Não há descanso no seio da noite, e a minha dor não cessa.
Então espero que o sol traga alívio em seus raios quentes.
Nasce o sol, e minha dor é maior que ontem.
Espero então pela chuva.
Espero que a orquestra de gotas tocando a superfície das coisas me deem a distração necessária para não sentir tudo isso.
Chove, e a música da chuva não me anestesia o corpo, ao menos tenho a desculpa aceitável de estar sem condições de outra coisa.
E a sinfonia necessária para fazer relaxar a decepção da alma.
Tenho na chuva o direito comum de dormir. Como se tudo fosse preguiça.
Medico-me e durmo. E acordo sem a obrigação de acordar como quem descansou.
É dia de chuva. É permitido ser improdutivo.
Posso oferecer ao meu corpo tudo o que ele precisa, e que será minimamente suficiente.
E isso me torna como todos os outros irmãos meus.
Sem culpa, e sem cansaço.
Profano coração ate no profundo dos meus sentimentos.
entre cortes e desejos, sentimento faminto.
devoro tua carne com desejo dos mortais.
virtudes relapsas em sonhos atrevidos.
ditos de anjos que domina tua alma, entre aqueles...
desejos tão famintos na minha alma...
sentimentos perdidos...
That I'm starving for your love And I need attention, Or I'm gonna die !(Que eu estou faminto pelo seu amor E eu preciso de atenção, Ou eu vou morrer ! )
