Falencia
No palco minhas preocupações ficam suspensas, pela falência do controle.
Quando escrevo, já não tenho mais nada fora do ar duro que pega fogo, voo dopado de não ser mais o medo de ser
Quem sou na medida razoável da vaidade.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
Político mentiroso, falso e hipocritamente social é clara manifestação de maldade e falência do sistema social.
Aplaudir ou ovacionar político mentiroso e falso é clara e manifesta afirmação da falência do sistema social e degradação da essência humana.
SEGURANÇA PÚBLICA A BEIRA DA FALENCIA.
Hoje no Brasil existe uma conivência das autoridades (Estaduais) com os responsáveis das execuções sumarias com os inocentes.
Não se combate violência com violência.
Um sentimento negativo,
é a falência
da mente harmonizada e a brecha, para demais ocorrências cotidianas.
Com falência familiar tradicional, cada vez mais os filhos, não são nossos filhos mas crianças do mundo que crescem entre seus próprios erros, acertos, entendimentos e caminhos.
Quando um país elege um ladrão como seu comandante, é sinal claro da falência da moral e ética do seu povo!
Vivemos em uma falência múltipla dos Órgãos institucionais. Sobra pra a Polícia (como último suspiro social) a busca das soluções de conflitos.
A inflação não é sinônimo de falência técnica e econômica de um Estado é apenas um mecanismo de alerta de que os meios financeiros locados à disposição do Orçamento Geral do Estado são insuficientes.
Se deslocar para os deleites da vida derradeira é a certeza da falência do amor humano para consigo mesmo
“Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.”
”Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.” - Leonardo Azevedo. Nem todo sofrimento é sinal de falência emocional ou colapso psíquico; muitas vezes, ele representa o impacto inevitável de uma consciência que ultrapassa os limites do senso comum e da autodefesa simbólica. Filosoficamente, esse sofrimento é o eco do abismo existencial que se abre quando os significados prontos já não satisfazem e o indivíduo se vê diante do real em sua crueza. Psicologicamente, trata-se de uma resposta profunda ao rompimento das defesas que protegiam o sujeito da intensidade do mundo e de si mesmo, exigindo um novo arranjo interno para suportar o que foi revelado. Antropologicamente, essa vivência pode ser comparada aos estados de transição em rituais de passagem, onde o indivíduo perde temporariamente sua identidade anterior antes de ser reintegrado com uma nova configuração. Historicamente, figuras como Nietzsche, Kierkegaard e Camus traduziram essa dor da lucidez como etapa inevitável no caminho da autenticidade. Cientificamente, sabe-se que estados de sofrimento emocional intenso, quando bem acompanhados, podem induzir plasticidade cerebral e fortalecer circuitos resilientes. Poeticamente, é o momento em que os véus caem e o ser se vê nu diante do espelho da existência. Espiritualmente, pode ser interpretado como purificação, onde o excesso de luz cega antes de iluminar. Contextualmente, vivemos numa época que marginaliza o sofrimento em favor da performance, tornando ainda mais doloroso o ato de parar e sentir. Assim, sobreviver à clareza excessiva não é retroceder, mas atravessar um portal; e o que emerge do outro lado é alguém mais íntegro, menos iludido e mais próximo da própria verdade.
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