Falecimento de Criança

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⁠Crianças brincando na Internet?

Crianças empreendendo na Internet estão trabalhando?

Elas fazem conscientemente essa chantagem social ou são controladas como marionetes por interesse de outros?

Quanta credibilidade você dá para a fala de uma criança defendendo crenças de adulto?

Estamos criando pessoas saudáveis ou tudo é sobre se adaptar ao sistema financeiro?

E o sistema esta bom pra você ou tá suportando uma carga pesada pela dissonância cognitiva do arquipélago de delírios que encenas?

Eu não sou ninguém, mas sou meu proprio personagem.

Por que proíbem menores de 18 na Internet se existem crianças empreendendo?

Inserida por Diogovianaloureiro

E ficamos em casa para conseguir acabar com a Pandemia, que quer acabar com a população.

(...) Quando criança, o mais alto grau do castigo, era o confinamento: "Fica em casa e pensa no que você fez!" , em voz alta, minha mãe falava... Ecoava por toda casa. Não brincar na pracinha, me levava ao mais profundo sentimento de tristeza.
Estamos de castigo pelo que fizemos ou não fizemos...
Não temos certeza de quanto tempo vai durar...
Não sabemos quantos vão entender.
Em confinamento ou não, precisamos entender que não somos diferentes!
Muito mais do que possuir e consumir,
precisamos de empatia!!!
Que ela ecoe para sempre!

Inserida por jofariash

⁠A magia do Dia das Crianças

No Dia das Crianças, somos chamados a escavar o que o tempo enterrou em nós. Crescer é como um lento naufrágio, onde nos afogamos nas correntes da rotina e no peso das horas que se multiplicam sem cor. Perdemos, entre os dedos, o assombro que outrora dançava livre em nossos olhos. O mundo, antes vasto e inexplorado, agora é uma paisagem estática, onde já não vemos a magia que as crianças respiram.

Lembro-me do dia em que observei meu filho na cozinha, como um pequeno alquimista, sorrindo ao transformar ingredientes comuns em arte efêmera. Mexia a colher com a solenidade de quem conhece segredos ancestrais, e o açúcar, dissolvendo-se, era um rio de luz. As gotas de chocolate caíam como constelações em um céu de farinha. Para ele, aquele bolo era mais que um simples bolo. Era um sonho que se formava entre suas mãos.

Nós, que já não sentimos o encanto nos gestos diários, repetimos nossos passos sem poesia. Perdemos o ritual da criação. Fazemos, mas já não criamos. Esquecemos a dança do instante, trocamos nossos olhos de espanto por uma lente endurecida, que só busca o fim, que só quer o resultado. Quando foi que deixamos de encontrar o universo em um grão de areia? Quando foi que a música da vida se calou dentro de nós?

Que neste Dia das Crianças possamos redescobrir o caminho perdido. Que voltemos a andar descalços na terra do encantamento. Que nos permitamos tocar, outra vez, a beleza das pequenas coisas – o riso de um amigo, a sombra de uma árvore no fim da tarde, o brilho de um olhar que nos acolhe. As crianças conhecem a canção secreta da vida. Elas sabem que o tempo não é uma linha reta, mas uma dança circular. Sabem que a alegria não se alcança, mas pode ser encontrada nos detalhes mais sutis.

O mundo nos ensina a sermos frios, a contarmos o tempo em segundos. Mas as crianças nos lembram que a vida se conta nos sorrisos e nos gestos despretensiosos. A criança antevê a felicidade, não espera que ela chegue para ser feliz. Elas sabem ver o voo delicado de uma borboleta como um milagre, sabem que uma flor pode conter todos os segredos do universo. Elas nos ensinam que a verdadeira sabedoria está em desaprender. Desaprender o peso, reaprender a leveza. E assim, voltar a acreditar naquilo que só o coração pode ver.

Que neste Dia das Crianças, aprendamos, assim como elas, a amar a véspera, a alegria que já habita o instante antes da chegada. Que possamos, enfim, abrir nossos corações para a inocência e para a curiosidade que nos habita, adormecida. Porque são elas que nos mostram o caminho de volta ao que sempre soubemos: a vida é um mistério a ser vivido, não resolvido. E, ao olhar novamente através de seus olhos, talvez, só talvez, reencontremos o brilho que deixamos cair ao longo da estrada.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠De como me inventei

Passei meus dias em meio às coisas miúdas.
Aprendi com as borboletas a carregar nas costas o mundo,
e com os pingos da chuva, a fazer serenata no chão.
A torneira aberta dos céus
jorrava horas inteiras de poesia,
e eu, menino sem bicicleta,
inventava que as palavras tinham rodas.

Brincava de crescer pelos olhos,
onde cabia o universo e um pé de grama.
Ensinava o absurdo a se acomodar no meu quintal:
uma pedra virava amiga,
uma nuvem, brincadeira de adivinhar.
Enaltecer os ordinários era meu jeito
de me desconhecer um pouco por dia.

As frustrações, eu punha no varal.
Torcia minhas tristezas até o último soluço
e pedia ao sol que secasse tudo antes da próxima chuva.
Porque a chuva sempre volta,
mas as tristezas, se bem secas, viram outra coisa:
lençol para embalar sonhos
ou sombra fresca para esquecer o calor.

Assim fui me criando,
com as faltas vestidas de beleza
e com os vazios repletos de poesia.
Nunca esperei o fim chegar,
porque quem vive de esperar
não interage com o presente,
nem cresce pelos olhos.

Escolhi viver assim:
de mãos dadas com o invisível,
sendo mais do que sou.
Ou sendo menos.
Afinal, quem precisa de muito
quando tem o céu inteiro dentro de si?

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠A Costura do Tempo

No concerto do tempo, onde a memória ressoa,
a roda da costura torna-se volante,
em mãos infantis, nervosas de esperança.
Ali, sob a mesa antiga de madeira,
um mundo se desenha em trilhas e trilhos,
na imaginação fértil que a tudo acolhe.

De ferro e linhas, nascem sonhos motorizados,
o silêncio da máquina transforma-se em estrada,
levando a alma a paragens nunca dantes vistas.
A cada giro, a promessa de um novo destino,
na simplicidade do brincar, a vastidão do universo.

Ah, os primeiros carros, feitos de nada
e de tudo que o coração de uma criança possui.
Éramos inventores, pilotos, aventureiros,
com um fragmento de mundo nas mãos,
tecendo histórias que o tempo jamais apagará.

A criança antevê a felicidade,
não espera que ela chegue para ser feliz.
Hoje, ao lembrar desse recinto sagrado,
onde o riso desafiava o impossível,
sinto a saudade suave como brisa estival,
acariciando o peito, evocando a magia
de quando podia costurar o tempo no chão da sala, meu infinito caminho.

Inserida por Epifaniasurbanas

Filho

Olha a pedra
Olha a lua
Olha o mar
Olha lá!
Sua realidade atemporal me pede calma.
Assim, aquieto-me.
Quando olha me ensina a observar.
Quando imagina me ajuda a sonhar.
Mas quando dorme sou eu quem o carrega, agradecido por fazer algo por quem tanto me fez.

Inserida por Epifaniasurbanas

O amor

“Ainda estou aprendendo sobre o amor.
Ouço as pessoas falarem;
- Eu te amo!
Mas tenho dificuldades para dizer.
Será que é um sentimento, será que é uma ação?
A professora diz que é verbo. Mas como verbo se o agir é com o coração?
Acho que o amor nasce dos olhos!
Sei, pois já os vi nos do meu pai, mãe, avós, tios e primos que mais parecem irmãos.
Não precisam me dizem uma palavra. Foram pelos olhos que senti seu coração.”

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠O amor é moeda valiosa quando bem administrado, vale como cascalho em coração profano e é rico tesouro como num coração de criança

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠⁠Amadurecer é descer da árvore ao cair preferencialmente em pé, desde quando subíamos quando éramos crianças trazendo conosco os frutos do nosso trabalho

Inserida por RandersonFigueiredo

"Ah, que saudade da minha meninice!
-Onde eu brincava...
-Sorria...
-Pulava...
E, subia ao céu no jogo da amarelinha."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

"Havia um jogo de crianças que costumávamos brincar:
Quem ri primeiro perde,
eu perdi, e ainda não parei "
☆Haredita Angel - 21.06.14

Inserida por HareditaAngel

"⁠E eu que tanto quis ser gente grande,
dona de mim, e fazer o que me desse
na telha (...)
Hoje, tudo que eu queria era ser criança,
dona de nada, só do colo da minha mãe.
- Chorar e fazer birra é bom demais!
☆Haredita Angel
12.10.22

Inserida por HareditaAngel

Pequena Heroina

Sabe quando a vida ainda se torna mais bela
Quando sem esperar , derrepente o destino te traz um presente
Ela é a cara do pai minha gente
Intensidade ausência de maldade, olhar que diz a verdade e amor que se mostra com total sinceridade
Ternura e travessuras fazem parte de sua conjuntura
E viaja em suas aventuras como a que pra cima coloca aqueles que tanto estima
Antonella Vitória em meio a tanta tormenta vem pra se tornar notoria
Seus cachos e seus abraços arranca da fraqueza força e não deixa nenhum espaço pro fracasso fazer em nosso coração regaço.
Tão pequena de um poder que agiganta ,
Seu jeitinho criança , sua presença que encanta ,, meus males espantaA distancia , a circusntacias, nao nos impede de viver nosso amor em abundancia Na pedra gigante na montanha de neve , no campo , na rua terra , sua presença dissipa minha guerra.Super Antonella ,Minha pequena heroina ,me salva dos perigos que a mim me destina.Teu pai preto , carrega no peito o amor que não se descreve , tu me torna mais leve , alegre , criança , cheio de esperança. Voando ,cantando nadando , pelas ruas andando , em sua mão segurando , sua voz escutando.Viajando em suas estorias , no seu mundo da imaginação , sem medo dos perigos pela frente , os monstros , as bruxas , o escuro , o passado ou o futuro, não lhe detem, pois o minha nenem, traz Vitoria nas estorias , no nome , na vida , minha heroina preferida.

Inserida por adelmo_almeida

...E sonhei com um mundo onde minha filha não tivesse um tamanho inapropriado
Ou o meu filho não tivesse uma cor que fosse classificada, apenas apreciada
E eu sonhei que esse mundo não era meu, mas era delas e dele
E eu sonhei que o meu mundo só seria feliz, se o deles fosse feliz…
E eu cansei de sonhar, perdi o sono, acordei
E ainda era o meu mundo, de pessoas mal educadas, de crianças abandonadas, de sorrisos falsos, de cores e tamanhos inapropriados
Mas era também o mundo deles
Era o meu projeto, meu sonho em construção
e meus dias hoje são assim…
Sonhar com um mundo melhor
E realizá-lo para eles.

Inserida por madcarolina

As crianças já nascem conhecendo o mundo com particular intimidade. Elas apenas procuram, ao tatear as coisas à sua volta, ora engantinhando, ora mal se pondo em pé. Ocorre, por uma infelicidade da natureza humana, que elas têm contato com os adultos e... sua inocência se perde.

Inserida por profwvmetal

⁠O Balão-Maria fumaça subia no máximo 10 metros de altura e se desmanchava em um punhado de "estrelinhas" satisfatória e deslumbrante aos olhos de uma criança, que sonhava com alegria e encanto, a pessoa que se encanta com o brilho de um Balão-Maria fumaça, enxerga com a alma serena de uma criança, se eleva a esperança, alegria e gratidão.

Inserida por Letrasefrases

O tempo é um menino que não sabe brincar.

Inserida por bimartins_rodrigues

Hoje acredito que nascemos tão nus de atitudes quanto de roupas, então desejo um dia os adultos saibam diferenciar o que é bom do que é mau, e sabendo que são o maior motivo para uma criança se tornar um bom ou um mau adulto, vivam em retidão.

Inserida por FranciscoFontes

Para pessoas infantis, a gente dá mingau, não moral.

Inserida por VerbosdoVerbo