Falecimento
A pena de morte por parte do estado é por si a publicação vergonhosa de incapacidade plena das leis, da cultura e da vida por liberdade.
Choro e fico triste sempre pela morte das crianças inocentes e das grandes almas mas diante aos adultos e velhos que não foram grande coisa nem boa pessoa em vida não derramo uma gota de lagrima se quer. Nem pelo dito cujo e muito menos pelas famílias e pelas comunidades que viverão alegres agora pois afinal ficaram livres dos desgraçados.
Não sou de forma alguma simpatizante da industria da morte, em qualquer situação mesmo em casos de violência urbana que o poder de persuasão e negociação por parte do poder publico, enfraquece. Não sou a favor do aumento de beligerância por parte do poder publico em qualquer direção e muito menos ainda no chancelar da sociedade civil organizada em substituição do "mea-culpa" das inoperantes e descomprometidas politicas publicas sociais, educacionais e culturais. Assim como a falta de oportunidade de empregos e eficaz e edificante politica de apoio ao trabalho e ao trabalhador. A invisibilidade da população brasileira mais carente nos últimos anos cresce assustadoramente que sobrevive em guetos de três cômodos, um quarto para todos, uma pequenina cozinha e um banheiro, que de forma natural selvagem deságua em um desiquilíbrio existencial e em uma doença mental social grave de cada vez mais difícil solução. Contudo a industria da vida, tem e deve ser preservada a qualquer custo, mesmo longe dos investimentos macicos para a educação que foram suprimidos imoralmente, por uma ação imediatista pleiteada por todos aqueles poderosos quem tem pressa econômica e financeira dos investimentos do capital com mais dividendos e retornos rápidos. Diante disto, mais uma vez a arte e a cultura tornam se as plataformas cidadães mais eficazes e necessárias com toda uma linguagem mais fácil, dinâmica e direta de comunicação em massa e por conseguinte de respostas imediatas e resultados ligeiros. Sem mesmo contabilizar os valores dos altos lucros e milionários financeiros diante da industria cultural e do turismo em sintonia com as novas tecnologias digitais e a nossa inigualável diversidade cultural que avançando pelo alto valor moral, social, identitário e cidadão, irá diminuir em suma a criminalidade do dia a dia vivida de forma banal nas periferias das maiores cidades brasileiras, afastar a nefasta expressão da revolta de correção a serem erroneamente cumpridas e feitas pelas próprias mãos, eliminar a revanche destrutiva perante o precário publico que na maior parte das vezes encontra se em abandono e mesmo a mudança de posição por parte dos atores e agentes do fazer e diminuir a recalcada vitimização insurgente a ser explodida a qualquer tempo dos esquecidos. Sem esperar muito tempo indo um pouco mais alem será possível agraciar a população mais pobre com serviços, novas paisagens internas subliminares de amanhã melhor e mudanças de hábitos com o melhor a ser oferecido com a coisa publica de um modo amplo e geral que passará a ser contemplado irrestritamente, inevitavelmente e orgulhosamente de todos e para todos e enfim diminuir culturalmente os achares enraizado do recém-passado equivocado de que o que é publico não é de ninguém, não serve, não presta e são, deles. Assim poderemos caminhar, zelar e frutificar por que será, de todos.
Nunca celebro a morte matada reconforto me mesmo a contra gosto perante toda morte naturalmente morrida.
A maior morte em vida é conduzida pelo esquecimento dos injustos diante do imaginável que não fizemos, de tão grave e abominável, a ninguém e a nada.
Em um mundo de tanta desigualdade existe algo que conecta todo ser humano ( A MORTE ). Ela é a única certeza que temos na vida e que não escolhe quem irá abraçar, todos provaram do seu sabor.
A morte não é cruel pelo que leva( a vida, que a ela pertence), é cruel pelo que deixa: a ausência, a saudade, as lembranças, o vazio...
Dormir, essa morte temporária,
onde o corpo se entrega ao abismo do sono.
É uma morte breve, um mergulho no silêncio,
onde os pensamentos se dissipam e a alma flutua leve, sem rumo,
como se fosse também despojada de si mesma.
É o fim das correntes do dia,
o fim da jornada que nos pesa,
e, por algumas horas, morremos.
Mas na morte do sono,
não há despedida definitiva,
não há luto nem sepultura.
Ressuscitamos ao amanhecer,
com os olhos ainda tingidos de sonhos,
e o coração pulsando de nova vida.
Dormir é morrer por algumas horas, é a outra face da morte que ainda não chegou.
A morte do sono é suave,
como a brisa que afaga a face,
e ao despertar, somos mais inteiros,
como se a vida nos fosse devolvida
em doses pequenas de milagres diários.
+Q crer
Olhando para a eternidade, não acreditei no sofrimento eterno, mas na morte do corpo sim. Vi que em tempo não determinado a alma também poderá ser extinguida, pelo esquecimento. Já o espírito, esse sempre foi e sempre será do Eterno. Acredito eu que estes três elementos nos formam como somos e para a eternidade o bom mesmo é cuidar do corpo disponível, agradecer pelo espírito em empréstimo e valorizar as lembranças na alma, sim, para os outros, mas principalmente para que essa não seja esquecida Naquele que realmente é Eterno.
Os grandes guerreiros só são vistos como herói apenas depois da sua morte, não se importe com a fama busque a vitória na sua vida.
Não existe nada que você não possa superar. Até a morte pode ser superada já que tem muita vida além dela. O que você precisa é parar de se fazer de vitima do destino, dos outros, das suas escolhas. Superar é preciso. Não crie raízes em coisas passadas. Acredite na sua força, vença seus próprios medos. Quem não arrisca não alcança. E quem alcança sabe valorizar cada pedra do caminho!
Vida é o que existe entre o nascimento e a morte.
O que acontece no meio é o que importa (...)
No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as coisas que acontecem de facto.
Que amar é lapidação, não destruição. Que é preciso dar uma colher de chá ao acaso.
Que vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase?
Ora, é sempre mais forte.
Que todas as escolhas geram dúvidas- todas (...)
Que passar pela vida atoa é um desperdício imperdoável.
Que as coisas que nós exibem também nós escondem (escrever, por exemplo).
Que tocar na dor do outro exige delicadeza (...)
Que é mais produtivo agir do que reagir.
Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade.
E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo...
A morte é um fato certo em nossa vida, porém a ideia que a morte é apenas um fenômeno biológico e que não podemos controlar quando e como iremos morrer causa medo nas pessoas. A existência de nosso espírito é eterna e que a morte como conhecemos é apenas a passagem do plano físico para o espiritual.
O luto é o processo de entendimento dessa passagem de planos que encerra momentaneamente o contato entre pessoas próximas. Ele é tratado de diferentes maneiras conforme a região e a cultura local, podendo variar em roupas, tipo de cerimônias, e até mesmo como as pessoas se portam diante da morte.
É importante sabermos que o luto também existe para o ente querido que desencarnou. Ele ainda está assimilando a passagem, ainda pode ser atingido pelas ligações fluídicas de seus familiares. Alguns, se necessário ou permitido, assistiram a seu velório e enterro.
O velório é um período de mais ou menos 24h, para que os encarnados possam se despedir e compreender emocionalmente a distância com a pessoa que morreu. Nele é fundamental orar pelo desencarnado, pois independente de qualquer cultura deve ser envidado pensamentos que possam atrapalhar a passagem desse ente querido, que por isso pode não conseguir deixar esse plano pelo apego da família.
Devemos aprender a lidar de forma natural com a morte. Tristeza e saudade é algo natural e saudável quando controlada. Somos seres em constante aprendizado, mas temos que entender que o desencane é apenas um até breve.
A Morte...
Cedo ou tarde ela vem para você, então reveja suas escolhas, conceitos e atitudes, pois a vida é muito curta.
Viva apenas viva e saiba viver, pois cada segundo que passa não terá mais volta na sua vida.
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