Fala Comigo
Pensei que em toda minha vida eu nunca fosse conhecer alguém assim.Teu jeito comigo lindo feito só pra mim.
Materializo-te
Então fale mais comigo,
Que eu ouço teu sussurro
Poste aqui o que quiseres
Que em ânsia te procuro
Ou[vir]-te-ei cada palavra
Pra calar meu desespero
Quero tê-lo aqui comigo
Vem, atende meu apelo
Fale muito e eternamente
Inda que por um instante
E em apenas um segundo
Ilumine o meu semblante
Pois enquanto houver Sol
Não surgirá a tempestade
Alimente meus devaneios
falando-me de eternidade
E expondo feito espelho
Toda a nossa verdade
Se fizeres como peço
Poderei materializá-lo
A cada segundo já te amo
E ainda mais vou amá-lo.
Não é que seja simples, mais quando retorno ao meu campo ativo, trago comigo tudo aquilo que nos completa e nos explica.
Traduzo em poucos olhares o pouco que não consigo com palavras, respiro fundo quando me falham as idéias, e imprimo frases quando os pensamentos surgem.E quando me falta energia busco em você, pisando descalço para sentir-me seguro de que é assim que encontro-me. Preso a você.
Estou encantado e envolvido.
Amo você Terra.
Ainda estou aqui, à procura de um milagre talvez, ou simplesmente esperando a morte acabar comigo aos poucos…
Amo-te, ainda, mesmo que essa saudade vai dominando-me aos poucos. Amo-te mesmo não estando comigo mais pequeno, e sei que me amas também. Então, volta pra mim? Mande-me um pouco de você, talvez assim alivio-me dessa tortura que absorve-me aos poucos.
Por favor, seja sincero comigo (ou consigo).
Por falar criança, ao invés de 'kid',
jogo, ao invés de 'game' e
entrega, ao invés de 'delivery'...
Eu estou fazendo papel ridículo?
Seja sincero comigo (ou consigo).
Liberta me de mim
O eu dialogando comigo.
Engraçado.
Estranho.
O que tens a dizer.
Claro.
As questionáveis grades.
A mente, o pensamento.
O coração, o sentimento.
As vias dos erros.
Dos questionamentos.
Do aprendizado.
Do espírito carnal.
Do pecado fatal.
Onde estarás o alívio.
Onde estarás a chave.
Eu sei, e mim, condena me.
O embate.
O contraste.
A culpa.
Espírito.
Psicologia.
Tecnologia.
Fundamento da escuridão.
Preciso do fogo.
Da claridade.
Do dia.
Onde acordado eu possa ver a mim.
Dizer que sou mesmo assim.
Se aprisiono minha liberdade.
Pelo orgulho.
Pela vaidade.
Pela covardia.
Eu devo e preciso.
Olhar no espelho.
Encontrar a chave no reflexo.
Face a face comigo.
Abandonar o perigo.
Matar o delírio contrito.
Anos de loucura.
Na miséria e na usura.
Abra filho.
A grade.
Viaja na liberdade.
Grita a verdade.
O fardo é pesado caçador.
Parece fácil.
Torna o.
Pois hoje pode ser o fim.
De uma prisão.
Confusão.
Eu, meu semelhante.
Liberte eu de mim.
Giovane Silva Santos
Às vezes, quando falava comigo, eu até percebia que havia nela alguma coisa diferente no seu jeito de me olhar, talvez eu a trouxesse paz, talvez eu apenas a fizesse bem. Não, eu nunca pensei que poderia ser amor, esse tipo de amor que escancara os olhos, mas eu sentia que algo especial aconteceria ali. E é assim que o amor acontece, do nada ele vira tudo, e por causa de tudo, ele vira para sempre.
“Casas comigo?”
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradições;
Um grito vão, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoções!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvável anel.
Meditando
Carrego comigo...
Momentos....
Levo comigo....
Marcas do tempo...
Deixo me levar pelo vento...
Meus sentimentos pertence ao meu silêncio...
Relembro dos adventos...
Viro as páginas....
Sinto-me dentro do meu próprio caderno...
Se escrevo...
E porque isso e meu direito...
Mereço e não pago o preço...
Registrei na alma...
As dores do meu peito...
Marquei uma flor...
Deixei as emoções...
Escandalizadas virtudes...
Declaro-me na primavera....
Na esperança de um outono diferente...
As letras que brotam de dentro de mim...
Elas saem de dentro de minh'alma...
Começo a meditar....
Vou tomando água para saciar...
Rasgo meu olhar...
Na esperança de um cometa passar....
Evito fazer de conta...
O tamanho do meu amor....
Ainda carrego aqui...
Na gaveta do meu pensamento...
Sem tormentos...
Vivo até no relento....
Mas....
O que há em mim....
Acho que jamais terá fim....
Isso é o que eu penso....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
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