Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
Cláusulas do amor
Um amor desobediente,
Um amor que não á espaço para outros sentimentos.
Um amor que faz de um, dois travesseiros
Um amor que faz uma almofada ser o suficiente.
Um amor que supera outros abraços
Um amor que afaga qualquer frio ou forte mormaço.
Um amor que sempre sobra tempo.
Um amor que mata qualquer sede sem água
Um amor que não há emergência
Um amor que não desiste de amar
Um amor que não promete, faz
Um amor que não chora , vive sorrindo
Um amor que faz o feio se tornar tudo bonito
Um amor que impera o silêncio
Um amor que não existe dores
Um amor que não acredita em fofoca
Um amor que não sente ciúmes
Um amor que tudo é sorriso
Um amor de domingo a domingo
Um amor que faz de um poço, um paraíso.
Um amor que não suplica por carinho...
Um amor que não se importa com cor e nem raça
Você vive isso?
Então você vive o amor porque é verdade...
Amor,
Amor que não mede o tempo e nem a idade..
Tudo isso,
É amor que não tem medo da seca e nem das tempestades....
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Hoje aconteceu
Hoje aconteceu,
Aconteceu que escrevi um poema.
E ele falava de um outro poema.
Estava abafado,
E bebi água para poder refrescar a memória e entender o tema...
Queria eu,
Entender tudo que tinha nesse poema.
Quando terminei o poema que falava do outro poema,
Concluí que o poema era eu..
Perguntei a mim mesmo,
Até quando você quer sofrer assim?
E resolvi fazer outro poema,
Para ter certeza,
Que esse aquele poema,
Nunca foi eu...
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Vende-se
Vende-se poemas já lidos.
Sim,
Todos usados...
Todos de segunda mão.
Ja vem com mentiras atualizadas.
Pois, os meus verdadeiros poemas, se perderam pela imensidão.
Já não querem poemas que falam verdades...
Só querem poemas que falam de ilusões.
Sim,
Ilusões mentirosas,
Pura enganação que faz qualquer leitor,
ficar de queixo no chão...
Será a promoção do momento.
Caso sobre alguns...
Montarei um esquema,
E darei tudo de graça como doação...
Os interessados devem tratar diretamente comigo,
Através, da minha inspiração...
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Oh! Grupo
Grupo!
Grupo de Poetas e Poetisas..
Grupo de humanos ,
Respeitosos leitores(as).
Grupo de pessoas de todas as raças, religiões, cores, e etc...
Venho falar,
Falar de pequenos detalhes.
Detalhes esses significativos, falar dos ERROS..
Hoje,
Decidi eu tomar isso para mim como um saboroso fel adocicado, aperitivo..
Quero falar das falhas..
Sim,
Erros ortográficos por mim tão cometidos...
Sou errôneo demais.
Tantos versos sem sentidos,
Muitos acentos esquecidos..
Milhares de vírgulas enterradas,
Centenas de poemas sem nexos e sem parágrafos.
Quantas imprecisões, descuidos, enganos inesclarecidos.
Inspirações defeituosas.
Confesso, cometi e posso cometer ainda muitas falhas...
Desacertos deslizados e inexatidões descrepadas..
Agora,
Desvio-me,
Para outra fase desses detalhes,
Publicações!
A adrenalina pega força quando um Poeta decidi escrever.
A sensação, é gostosa e prazerosa...
Mas, Porquê ?
Porque o Poeta ,esvazia-se escrevendo.
E quando um poema é finalizado, um sentimento de paz abrange sua alma.
Para ele, é um momento único e inviolável..
Aí,
Ele esquece-os de passar uma flanela no que acabou de publicar...
Ocupado,
Com tantas outras coisas a fazer,
Trabalho, família, suas necessidades para por em dia,
E os erros errados foram esquecidos porque não foram por ele notados..
Passa horas, minutos,
E só depois ele se lembra do que ele escreveu, outro erro cometido, escreveu, não corrigiu e publicou porque a vontade de fazer voar aquele poema tomou conta do seu EU...
Aí,
Ele toma a decisão de editar o texto publicado, corrigi-o e republica novamente e não agradece , e muito menos vá em busca de se explicar o erro publicado, até porquê alguém também teve o dom e a bondade de autorizar a republicação que ja foi publicada antes...
Outro erro,
De fato,
Somos errôneos demais em toda nossa vida...
Ah! Como somos...
Por isso venho aqui, agradecer pela compressão a todos pelos meus erros não consertados...
E pedir desculpas porque eu sei também que elas não apagarão os meus erros.
Se pisei no chão sem o devido calçado e caí.
Vou tentar descobrir um solado áspero para não escoregar tanto como já escorreguei...
Perdoem-me,
E o meu muito obrigado...🙏🙏🙏🙏
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
Boot
Ela deu um boot,
Apertou o botão play da decisão e foi.
Nas escuras,
ela cambaleava de um lado a outro em busca de um interruptor e não os encontrava.
Ela foi e deixou tudo que era para ser deixado.
Para ela, nada mais faz sentidos.
Deixou casa, deixou mobília, deixou roupas, deixou todo seu passado...
Saiu descalça ,
Saiu deixando...
Por anos,
Ela deixou de ser ela para viver com alguém que tanto prometeu...
Ela despojou- de si mesma e deixou-se levar pelas palavras falsas de amor e carinho.
Durante esse tempo, ela deixou de sorrir sua vida para sorrir a vida de quem dizia a amar de verdade...
Ela se esqueceu,
Ela se ignorou...
Ela se abandonou...
Ela parou no tempo , para ser levada pelo vento das promessas...
Quanto esquecimento numa só situação..
Em uma noite,
Um anjo veio visitar suas estreitas paredes..
Os anjos choravam todos as noites com ela...
Até que numa madrugada fria, sonâmbula levantou-se e tocou no play sem saber...
Acendeu as luzes,
Pegou sua bolsa com documentos e saiu...
Saiu, não deixando bilhetes e nem recados..
Foi pelo tapete preto,
Não deixando nem se quer,
um dos seus rastros....
Ela deu, um verdadeiro,
Boot.......
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa...
Ébrio
Tirei o conector do meu celular hoje pela manhã e percebi que tinha algo errado com ele...
Quando digitei a senha, uma surpresa...
Curioso, adentrei pelas portas da ilusão e
desmaranhei a criptografia, quebrei as chaves da alma e fui pela tela da imaginação.
Como papel de parede,
Deparei-me com um recado, e vi que ele já estava me esperando.
E nesse recado dizia;
----Olá inspirador ingênuo!
Ingênuo ?
---É,
---Você mesmo, ingênuo , infantil, espontâneo.
---Sem malícia, acriançado e vive a toa sorrindo e chorando.
-- Estava eu te esperando,
---E pela minha surpresa, você acordou mais uma vez, ingênuo..
---Até quando continuará assim ?
Não entendo nada, calado continuei a ler o recado a mim endereçado...
---Pois é inspirador!
---Noto-te que acordas inspirando e flutuando.
-- E sei também a razão, que faz você ser assim.
-- Escreves como um Ébrio da felicidade, Ébrio do amor, Ébrio das dores , Ébrio das mágoas, Ébrio das saudades..
-- Enfim, você só vive de Ébrio, e é incapaz de saber que você é assim..
--- Eu, como seu aparelho de comunicação, percebo tudo isso em você e muito mais que isso..
--- Tem horas que dá vontade de me causar uma pane, e não te ver nunca mais...
---- E confesso, tem horas que me vejo também como um Ébrio, porque você só me usa, assim...
Será ?😳
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Rota poética
Dores, desamores e desvalores,
Está tudo descompreendido...
As plumas já não são mais plumas..
Na rota poética, deixo rastros e não encontro a minha cura.
Vejo conflitos...
Desarmado, me deparo com os combates..
Tantas trajetórias sem cursos que me fez perder os percursos..
Desplumos, sem sumos ..
Na direção não vejo as curvas e ultrapasso os desníveis...
Alguém por favor me guie,
Não!
Busco outros trajetos insertos,
E me perco no horizonte infinito...
Desvio, vou pelas correntezas ,me afundo nos rios..
Itinerários me levam a solidão profunda..
Até o silêncio é cansativo...
Uma hora é mar, outra hora é terra...
Me vejo no ar sem sonhar...
Bate a fome.
Vou em um bar e peço uma mesa
Aí vem o garçom e diz;
Temos mágoas, temos tristezas.
Temos lágrimas, e não temos gentilezas...
Saio cabisbaixo e de cabeça erguida, com mente florida..
Será sem tem uma rota que me leve até minha querida?
Será?
Não posso me dar o luxo de fazer parte de tantos insultos.
Não posso!
Quero com ela,
Logo encontrar...
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Desassossego cruel
É viola,
Restam , apenas restos...
Dizem que fui, e não me disseram quem.
Dizem que fui, e não me disserem onde..
Não me lembro de nada.
Uns disseram que enlouqueci..
Outros disseram que nunca existi..
Desassossego cruel, no acordar, nos vejo embriagados,
Dois loucos, na pura melancolia...
Parece tudo piorar, pior, nem bebo..
Anormal,
Sinto o amargo no sal...
Não sei se estou vivo ou em estado de coma,
Eu sinto que existo, mas não me vejo de pé e nem deitado na cama..
Fel, doce loucura sem cura...
Viola sangrenta, me corta e se põe a comigo chorar...
Tento me reprimir e você me espreme..
O par não é mais par, se tornou ímpar..
Tento achar um santo remédio que cura esse tédio...
Até que o vocabulário insano não e mais fiel..
Quem te inventou viola? Quem?
Décadas se passaram, e você me acompanha...
Quem te ensinou a ser assim? Quem?
Você sabe que sou contra o ódio, e você está em mim , e quer sempre está no pódio...
Quê ódio!
Rasgo os pontos da poesia, e você exclama, mimada, se joga na lama...
E de repente você chega com cara de santa, e me serve tristeza como sobremesa...
Quem te ensinou essa proeza? Quem?
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Não desisto... Confesso porem que as vezes me canso.
Há momentos ruins, dias maus...
Mas o meu consolo é que há um DEUS que apesar de todos os meus medos e cansaços me fortalece:em amor, em graça e em sabedoria. Em DEUS meu coração se fortalece.
Tem gente que anda tão carente
que acha que bom dia é eu te amo.
Ahhh... pára né meu bem!
Bom dia é educação, eu te amo é outra coisa!
Não desperdice tempo com quem não tem tempo e nem amor com quem não sabe amar.
Tempo é algo precioso...e o amor é mais ainda.
Não é errado ter medo de ser feliz, até faz parte da vida esse medo cuidadoso. Errado é ter medo de tentar ser.
Não me permito errar. A gente perde muito mais tempo, consertando um erro que aprendendo com os livros!
Prejudico-me ao tentar ajudar o que tem jeito
Mesmo não querendo não consigo desfazer esse conceito
Dizem que a amizade e o trabalho devem se separar
Insensato coração como posso controlar?
O que me encanta no AMOR é a forma bonita de se ver no outro, se doar ao outro sem se perder.
Ser AMOR feito de dois, e ser dois feito de um.
