Experiências
Até hoje, só deixei de fazer algo por preguiça ou prudência. Tenho minhas fobias e receios, mas o medo é só um tempero exótico que deixa um gosto ainda melhor nas coisas. Então fica a dica: “Vai! E se der medo, vai com medo mesmo”.
"Encontre o propósito de cada feito e empregue todo seu vigor em realizá-lo, esteja aberto às novas experiências e jamais tenha medo de enfrentá-las, atitudes que dependem menos do tempo e sua passagem, mas de sua decisão sobre como encarar a vida."
"Circunstâncias nos agridem todos os dias, ainda assim devemos ser gratos.
Porque embora ofensas injustas nos causem dor, o viver dessas experiências e o enxergar do mau que há no outro, é também a oportunidade de evoluirmos no aprendizado de como nós jamais seremos."
"A felicidade não está topo da montanha, mas em cada parte do trajeto e o melhor que você conseguir colher das experiências sobre como fazê-lo.
Assim, indiferente as circunstâncias, guarde essa lição: Você segue!
E não pelo destino final, mas por compreender que cada um dos passos dessa trajetória tem o seu valor."
Quanto mais experiência adquiro, mesmo que dolorosas, me sinto mais capacitada para os desafios da vida.
"Assim como os rios cumprem uma longa jornada contornando obstáculos desde seu nascimento até desaguarem na imensidão do mar para se tornarem algo muito maior que si, todos nós teremos que cumprir uma longa e desafiadora jornada para evoluirmos e deixarmos na infinitude da história humana nosso pequeno legado: o tanto e o quanto fomos capazes de plantar, não de colher, no coração das pessoas."
A Vulnerabilidade é a verdadeira causadora do medo. E o medo são nossas barreiras limitadoras que bloqueiam algumas de nossas experiências de vida. Mas isso não significa que todo medo seja algo ruim. Há medos que são necessários, para nossa sobrevivência.
CHANCES
Já pensou que as adversidades da vida podem te desviar por um caminho tortuoso, contudo de preparação ao que você tanto desejou viver? Não, isso não é uma apologia à escolhas erradas. O que ocorre é haver situações que nos foge do controle. Nossa imaturidade não ajudava, nossa condição financeira, mental… enfim, não dependia exclusivamente de nós. Depois de um tempo, feridas se cicatrizam e você não busca mais culpados ou inocentes. Simplesmente entende que, passado não se descarta, mas se ajusta a sua nova personalidade. As realidades mudam, os sentimentos amadurecem. Agora você é confiante para mergulhar fundo, e não deixará as chances escaparem, por nada neste mundo!
— Jucelya McAllister
Após tantas desilusões,creio eu,que só vale a pena caminhar naquilo que vale a pena!aquilo que não vale a pena só serve COMO APRENDIZADO!
Não existe o emprego ideal, o relacionamento ideal nem a vida ideal. Existe você, analisando tudo o tempo todo, absorvendo e sentindo as experiências de forma real, e mudando sempre que possível.
Uma vez disseram que a vida era como um quebra-cabeças. Das melhores lembranças até as piores experiências que nos fazem querer culpar o destino. São peças insubstituíveis da nossa vida.
Eu quero viver coisas que nem você e eu vivemos antes.
Quero te levar pra conhecer novos sabores, novos cheiros, novas cores e novas sensações.
Quero beijar a ponta dos seus dedos,
Cheirar seu cangote,
Ahh, ele é tão cheiroso...
Enfim, quero coisas boas e a intenção não será lhe machucar. NUNCA!
Aceite ser meu caso indefinido e viva esse louco de pouco comigo.
Mesmo que os caminhos se alterem e o tempo prossiga, a água sempre recorda por onde passou. Assim como as correntes hídricas guardam a memória de seus trajetos, nossas experiências moldam quem somos, deixando uma marca indelével em nossa jornada. A sabedoria está em aprender com cada curso que a vida nos proporciona, lembrando que, assim como a água, somos moldados pela história de nossos percursos.
Morrer se assemelha a adormecer e embarcar em uma longa jornada, como uma viagem ao Japão. Assim como o sono, a morte não causa dor. Ficam as preciosas lembranças e a convicção de um reencontro com nossa família espiritual. Portanto, a saudade é uma emoção positiva, pois mantém vivas as pessoas e experiências que mais amamos.
Conhecer para nos reconhecer. Apenas ao nos reconhecermos, podemos verdadeiramente compreender a essência dos relacionamentos, pois os outros são frequentemente projeções de nossas próprias experiências e perspectivas.
Estar cercado de surpresas é o que faz a vida ser incrível. Para fazer isso, busque sempre novas experiências, conheça pessoas diferentes e explore lugares novos. Essa é a vida dos sonhos.
O conceito de inconsciente coletivo, proposto pelo psicólogo suíço Carl Gustav Jung, desvenda as camadas mais profundas da mente humana, compartilhadas por toda a humanidade ao longo da história. Jung postulou que além do inconsciente pessoal, existe uma dimensão coletiva que abraça imagens, arquétipos e experiências comuns a todas as culturas.
Jung faz a distinção crucial entre o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo, delineando as profundezas da psique humana. O inconsciente pessoal é o repositório das emoções e ideias reprimidas, uma coleção única desenvolvida ao longo da vida de um indivíduo. Aqui residem os traumas, anseios e experiências exclusivas que moldam a singularidade de cada ser.
No âmago desse inconsciente coletivo repousam arquétipos universais, símbolos fundamentais presentes em mitos, religiões e contos ao redor do mundo. Essas representações, como o herói, a mãe, e a sombra, moldam nossos sonhos, narrativas e comportamentos, transcendendo fronteiras culturais.
Os reflexos para a humanidade são profundos. O entendimento do inconsciente coletivo oferece uma perspectiva unificadora, destacando a interconexão da experiência humana. Proporciona uma base para a compreensão empática, transcendendo diferenças superficiais. Ao reconhecermos os arquétipos compartilhados, podemos entender melhor a riqueza e diversidade das narrativas humanas, promovendo a aceitação e a cooperação. Essa compreensão ampliada, guiada pelo inconsciente coletivo, oferece uma via para a busca de significado e unidade na jornada humana.
Na existência, os padrões comportamentais atuam como grilhões invisíveis, moldando e muitas vezes limitando a experiência humana. Essas repetições automáticas, frequentemente adotadas inconscientemente, tornam-se as grades que aprisionam a autenticidade e o potencial de cada indivíduo.
Esses padrões, muitas vezes enraizados na cultura, na educação e nas experiências passadas, agem como espinhos que ferem a expansão da consciência. Ao condicionar respostas automáticas, impedem a exploração de novos horizontes emocionais e limitam a percepção de possibilidades.
Essa repetição de comportamentos limitantes cria um ciclo vicioso, alimentando sentimentos de baixa frequência. A autoestima é corroída, enquanto a sensação de inadequação e insatisfação se torna constante. Esses padrões, como sombras persistentes, obscurecem a luz interior, impedindo a expressão plena do ser.
No entanto, ao lançar luz sobre esses padrões comportamentais, abre-se uma janela de oportunidade para a transformação. Reconhecer as amarras que envolvem é o primeiro passo para quebrar os grilhões. A conscientização se tornam aliada poderosa na quebra desses padrões, permitindo a liberação de sentimentos de baixa frequência.
Desafiar os padrões comportamentais limitadores exige coragem e auto-reflexão. A busca por novas respostas, a exploração de territórios desconhecidos emocionais e a adoção de práticas que nutrem a positividade são fundamentais para romper com as correntes que aprisionam o potencial humano.
Em um mundo vasto de possibilidades, é imperativo transcender os padrões comportamentais condicionados, liberando-se para experiências mais ricas e elevadas. A transformação interior, guiada pela consciência, desenha um novo horizonte onde sentimentos de baixa frequência cedem lugar à ressonância de uma existência mais plena e gratificante.
