Eu Vou mais eu Volto meu Amor
E no mar encontro teus olhos
E nos teus olhos encontro o mar
Mar e sonhos
Mar e músicas
Meu mar
Mar risos
Mar amor
Mar paixão
Coração
Meu mar !
27/07/2020
Cabelos ao vento
E ele acaricia meu rosto
Atinge o meu coração
Me traz leveza
E inspiração
Balança meus sentimentos
E revolve minha paixão
Ativa minhas lembranças
Me abre um sorriso no rosto
Refresca meu corpo sedento
E me deixo fluir
Pelas boas energias envolventes
E porque hoje estou radiante
De felicidade inerente ao meu viver
Que se faz de presente
Pois eu mereço ser feliz!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Penso em você e meu coração simplesmente aperta, meus olhos parecem cachoeiras, talvez você não entenda o quanto eu gosto de você, e agora por mais que eu quisesse não adiantaria te dizer ou pedir pra nunca me deixar.Mas as vezes é melhor permitir que a pessoa que a gente ama se afaste muitas vezes pra sempre . Mas quem disse que seria fácil e que não iria doer ou que iria fazer falta, sei que a gente não vai se ver mais mas como e sempre dizia meu coração sempre vai estar ligado ao seu. Que você encontre quem te complete e que seja muito feliz . Te amo.
Esse homem será a minha referência enquanto Deus permitir o sopro da vida. Meu Pai , meu amigo , meu conselheiro e em tudo sempre será meu tudo!
Deus quis a sua partida , não aceitamos , mas do pó viemos e ao pó voltaremos ...
Nosso sentimento é de dor nessa hora, a ele o descanso .Vai com Deus meu Pai !!!!!
07/08/2020
Meu pai.
Meu pai nasceu em 1919 e teria hoje, se fosse vivo, 101 anos.
Infelizmente ele se foi em 1999 portanto há vinte e um anos.
Tenho vagas lembranças de como teriam sido os primeiros anos da sua vida pelos seus relatos já quase esquecidos.
Para falar a verdade, é dificílimo imaginar meu pai aos cinco, dez ou quinze anos, vivendo na cidade de São Paulo onde as novidades o teriam deixado tão surpreso, como para mim o advento da televisão colorida em meados dos anos setenta ou a internet nos anos noventa.
Naquela época as grandes novidades devem ter sido a chegada ao Brasil dos primeiros carros, a popularização do rádio e o acesso aos primeiros cursos universitários.
Meu pai contou que o primeiro carro que meu avô comprou, um Ford 1929, da sua alegria em ter um rádio e de como ele conseguiu fazer à noite, o curso de ciências contábeis e atuariais da Faculdade Álvares Penteado do Largo de São Francisco.
Tempos difíceis, dizia ele que vivenciou o gasogênio, tinha dificuldade em saber das notícias internacionais pelo rádio e tinha que chegar em casa, por imposição do meu avô, obrigatoriamente às nove horas da noite, ainda que as aulas terminassem depois desse horário.
É bem verdade que ele tinha certas regalias que a maioria dos jovens não tinham . Ele já podia dar suas voltinhas com o carro da família uma vez que desde os dezoito anos ele é quem dirigia porque meu avô tinha dificuldade para fazê-lo, para não dizer que dirigia muito mal.
Foi numa dessas voltinhas pela Rua Frei Caneca que ele viu pela primeira vez a minha mãe. Deve ter sido um impacto fulminante porque a minha mãe era seguramente a garota mais bonita de toda São Paulo. Prova disso, são as fotos que sempre publico.
Além de linda, minha mãe dançava balé, era formada em música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e dava consertos públicos aos dezenove anos de idade. Sua educação foi primorosa. Era a mais bonita, a mais inteligente e a primeira filha mulher. Ouvi dizer que era o xodó do pai e da mãe com muita razão.
Segundo meu pai, a troca de olhares foi rápida, as primeiras conversas furtivas e o namoro alguma coisa perto de uma história de terror uma vez que o meu avô era um português no mínimo turrão.
Quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro, a conversa teria se tornado um desafio uma vez que meu avô disse que com filha dele ninguém brincava e que ele não admitiria namoro ou noivado prolongado.
Quem conheceu meu pai sabe que o sangue espanhol dele fervia nas veias quando era confrontado e ele teria perguntado ao meu avô quanto tempo seria suficiente ou demasiado e meu avô teria dito que não poderia demorar mais que seis meses.
Oh! Deus! Imagino a cara do meu pai, que esperava autorização para ir ao cinema com minha mãe na companhia de alguma irmã e sair de lá noivo para casar.
Segundo relatos fidedignos, meu pai teria imediatamente marcado a data do casamento para daí a quatro meses e o grande problema nem foi esse e sim contar para o meu avô, o seu pai que ele casaria no final daquele mesmo ano.
Houvesse esse termo naquela época e eu diria que “a casa caiu”.
Meu pai me contou a condição imposta pelo padrasto para que ele se casasse seria ir morar em Vera Cruz, uma cidadezinha do meio do Estado de São Paulo, que hoje tem uns de dez mil habitantes, naquela época só uma rua pequena e sem saída.
A minha mãe me contou que foi uma correria louca. A noiva tinha que fazer o enxoval, e promover a festa e o dinheiro mal dava para o dia a dia da família Pacheco.
Apesar dos pesares meu pai e minha mãe casaram-se dentro dos escassos quatro meses. O vestido da noiva era uma obra-prima, a festa foi perfeita e até pouco tempo, havia em casa alguns lençóis de puro linho do enxoval original. No mais, eu estou aqui para contar essa história louca e verídica.
História do cara mais incrível que eu conheci, meu pai Antônio Guzman Mariscal.
Contabilista rádio amador, criador de pássaros de canto, espanhol esquentado, homem íntegro e honesto que fez tudo que podia pelos filhos, do qual eu me orgulho de ter muitos princípios. E o nome Guzman.
Quando a noite chega,
meus pensamentos acordam.
Meu turno é noturno.
Uma mente avoada, sonho acordada.
Sim, vivo no mundo da lua!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
... foi uma trova que sonhei...
se embala
em meu crespo...
se embebeda
em meu jeito...
me aquece em teu leito
e me deixa
te
beijar...
Meu cantinho escuro, o peso do passado intefere no meu futuro, me tornando obscuro, ajudando o poema a ser puro. No meio da noite escura escuto um assobio, era minha dama de vermelho que meu coração partiu, amor nunca existiu, ela sempre matou todos que a viu.
Autor:M.Cauã❤️
Bom dia dos pais
MEU PAI
Português de nascimento,
brasileiro por opção.
Criado na lavoura, vida dura,
difícil, sem instrução.
Distração? Nenhuma!
Semi-analfabeto, conseguiu
no esforço próprio, ler
e escrever.
Até caligrafia quis fazer
e fez.
Filhos? Dois,
Profissão? Motorneiro.
(Para quem não sabe,
era quem ao bonde dirigia).
Autodidata, em sua folga,
gostava da marcenaria.
Preferia vinho,
mas só bebia o que ele fazia.
Nos deu estudos e profissão.
Da sua maneira, nos ensinou da vida,
os seus segredos.
Quando dessa própria vida
o bom dela começou a desfrutar,
Deus lá de cima lhe disse:
"Deixa isso, o que tinhas de fazer,
já está acabado.
Sobe, fica do meu lado".
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Qual é o meu propósito?
Em meio da nossa caminhada é normal nos questionarmos sobre o nosso propósito. Afinal, nós somos humanos, não temos todas as respostas para tudo na vida. Seguimos apenas o que a nossa alma nos dita. E propósito não é algo finito, mas sim infinito.
Podemos, sim, durante a nossa vida ter vários propósitos, não necessariamente apenas um. Podemos, sim, seguir vários caminhos. O mais importante é que no final chegaremos à um só destino, que é o de encontro ao nosso Eu, o final do labirinto, ao final de onde tudo começou, ao final da nossa jornada de autoconhecimento, autodescobrimento, autoiluminação.
Qual é o meu propósito? Seu propósito é você. É você olhar pra você e se descobrir como ser humano. Seu propósito é o de florescer.
Você é a luz do meu dia
quando estou perdido
você é a minha guia
a mulher que me incentiva
a acordar todos os dias
você é a razão da minha vida
quando estou triste, você é quem me motiva,
quem me ajuda, você é um raio de sol num dia de chuva
e nos dias tristes,
quando a solidão vem
e nada mais me convém,
basta um simples sorriso seu
para eu me sentir bem.
Mas, como não ficar bem
estando do seu lado?
Esse sou eu, todo apaixonado.
Acredite se quiser:
você é a melhor mulher do mundo.
prefiro ficar no meu canto sozinho
do que sair por aí
prefiro ficar aqui sozinho com o meu coração quebrado
e mais fácil ficar aqui
do que sair
e correr o risco de te encontrar
e se isso acontecer , nem vai adiantar eu disfarçar a minha dor
porque eu não vou me conter
e vou correr na sua direção
pra te dizer que ainda te amo
Queria que meu coração não gritasse o que o seu silêncio significa.
Mas ele rebelde que é, me disse em alto e bom som umas verdades que já passaram do tempo de eu entender e aceitar pra seguir em frente.
Sem você, é claro!
@elaemformadeprosa
Meu Deus, onde se tocam instrumentos que reproduzem sons e tons, tão belos e perfeitos, é incrível, nunca havia ouvido antes, sim, meditem, pelo amor.
Gotas de quero tudo
Tudo que vem da tua voz
Sugo cada gota
Meu desejo, meu pecado
Meu prato
Copo e vinho
Teus olhos, tua boca
Gotas de quero mais
Me embriagando
Me lambuzando com loucuras
De tu
Sugando meu mel !
29/07/2020
Debaixo das minhas reações habituais está a tranquilidade do meu coração. Debaixo do caos do mundo está a plenitude da paz.
Posa em mim
Faz do meu corpo teu abrigo
Faz parada nos olhos meus
Traz teu cheiro
Lambuza minhas narinas
Usa meu prato
Abusa da minha cama
Faz zueira
Bebe do meu vinho
Arrepia
Viaja na minha praia
Mexe as cadeiras
Acende o cigarro
Joga teu mel
Acende a fogueira
10/08/2020
Muito egoísta que sou, usei o teu sorriso para iluminar meu dia, de tanto andar só, aprendi a sobreviver na selva feito um leopardo vagando as madrugadas frias, me esquivando da covardia daqueles que andam em bandos, aprendi a construir meus ninhos observando os pássaros que voavam sozinhos, para me esquivar dos golpes rasteiros da velha serpente. O que para muitos é pesadelo pra quem vive acordado é sonho real, aqui não tem era uma vez nem essa historia de para sempre, honram as glorias do vitorioso e criticam o perdedor, não veem cicatrizes. O que não me matou me fez forte, o leão sempre será o leão nunca subestime o instinto de um animal,horas tenho sangue de barata outras pavio curto,mas gigantes adormecidos não costumam fazer barulho, crescem no silencio no fim a paz nunca existe, a sempre uma mosca que entra na boca de alguém que sonha de boca aberta fantasiando o paraíso, caminhando sobre os cacos de vidro no dia mais merda da vida do homem,encontrou a felicidade, e ela tinha olhos castanhos, tem coisas que se realizam antes mesmo que a gente alcance, um dia a gente espera por amizades sinceras no outro percebemos partindo, o que se vive hoje o agora será saudade em algum momento, nossa juventude desperdiçamos com imaturidade, quando a sabedoria chega o tempo se torna curto, sempre queremos algo e na fogueira sacrificamos coisas que vão nos fazer falta em algum momento, relacionamentos rompidos me fizeram ver que para sempre é enquanto se vive, meu passado é a sombra refletida até mesmo das luzes de um poste enquanto cambaleava bêbado pelas ruas,tudo fica pra traz a luz no fim do túnel veem logo chega mais eu não me apresso, o meu agora é real, eu sou o que sou ou o que me tornei na verdade talvez nem eu saiba tanta coisa sobre mim, eu aprendi sobre amores quando vi eles indo embora, entendi que as vezes estar sozinho não significa solidão e sim solitude, o coração partido transforma a pessoa nos faz tornar um outro alguém, é como se abrissem o peito colocasse uma porção de coisas ali dentro e tirassem outras e costurassem, pronto vai lá veste a camisa resolve o jogo, se é assim ou não é realmente não importa, você é apenas a peça desse tabuleiro fantasma, o dever é fazer bem feito antes que a vida te de cheque mate e entregue sua cabeçá em uma bandeja.
Na insanidade de costumeiramente contradizer o que meu coração diz, corri desesperadamente para uma montanha onde guardo meus mais íntimos sentimentos. No alto da montanha me encontrei com a solidão, que há anos tanto me afaga das dores do meu profundo passado. Sentado, dialogando com o abismo e com olhos ligeiramente pensativos, avistei um belíssimo lago repleto de pessoas. Nele havia pessoas felizes e se amando em pleno sol da primavera. Era, no mesmo instante, uma sensação tocante e incrédula, perceber que podem existir águas mais tranquilas que as minhas terras. Sempre acreditei que a paz terminava na solitária e sólida montanha onde estava sentado. As horas batiam de mergulho a mergulho, e nas águas que sempre temi mergulhar, eles nadavam com uma alegria que pouco havia visto. Olhar a singeleza deles me fez acreditar que algumas montanhas também devem se mover para as águas.
