Eu Vou mais eu Volto meu Amor
A estrada é meu caminho, me agarro em Deus para ver o horizonte, e na minha fé para chegar ao destino. Disse um motorista, rumo ao seu destino.
Cada verso aqui contado;
exponho o meu desejo.
São gritos da minha alma; que saem do aconchego.
Pois não posso nem sussurrar ao vento; para não espalhar meus medos.
Minha alma chama
Te clama ama
Acalma alma
Alma acalma
Ama quando calma
Calma quando ama
Minha alma chama
#Autora #Andrea_Domingues ©
Criação em 17/08/2018 às 10:00
Ao meu redor está tudo silencioso, enquanto dentro de mim um barulho toma conta de tudo.
Vai ver seja o grito da minh'alma.
Meu maior medo é acostumar com a dor.
acordar com ela e com ela me deitar,
torna-la parte de mim é o que menos desejo.
Tudo aquilo que me cerca faz parte de mim
Inconscientemente todos entram em meu coração
E o meu coração filtra apenas as melhores pessoas
Mas eu prefiro deixar de lado o egoísmo e o rancor
Na minha breve vivência nesta Terra
Aprendi à amar o pecador.
Neuromielite.
Peste que meu corpo sofre leviano
Esgota minhas forças e o espírito
Condenando o melhor dado dever
Trazendo a tristeza como verdade!
Ó dia, que me calou, os olhos
Perdendo o sentido da evolução
Guiada como serpente enrolada
Surrante sobre o mês de setembro!
Fel é o poder que tem silenciosa
Se arrastando pelo cão, destruindo
Todo o meu ser como, besouro!
Não tenho medo, maldita neuromielite
Tampouco irei desistir de viver,
Pois viverei, e vós perfarás, acinzentada!
ESCREVO QUE AS CINZAS ❤
Escrevo que as cinzas do meu rosto
São feitas de letras, palavras escritas
Com os dedos de fogo numa melodia
Entre os lençóis de seda preta de lava
Mordo a escuridão num véu que me cobre
O rosto nas cinzas que voam na escuridão
Alma que a solidão tratou virar do avesso
Corro, fujo, entre as rimas de fúnebre
Sentimento meu, para não me afundar
Neste meu amordaçado sentir retalhado
Escrevo as palavras que o meu coração dita
Na poeira que as cinzas deixam na lareira
Resto de fogo, de luz, na sufocada escrita esta
Que corre nas veias, sangue numa prece muda
Muda de letras, palavras sentidas como um campo
De belas papolias que o vento tenta levar a dançar
Num lençol de letras escritas de momentos nossos
Onde o meu corpo pede o teu, num viril vendaval
De palavras, história de amor escrita num deleite mútuo
Nas cinzas que nos cobrem o corpo como fogo.
Temor
temor, temor, temor,
Meu maior temor,
É não estar com você,
para ver o sol nascer,
É não estar do seu lado,
Quando você chorar,
É não poder caminhar,
Sob as estrelas do luar,
Com você ao meu lado,
Temor, temor, temor,
Meu maior temor,
É acordar de manhã,
E não ver você ao meu lado,
E saber que todos os momentos, especiais que passamos juntos,
Fora apenas um sonho,
Que nada existiu,
E o tempo que já consumiu-me,
Não vai voltar,
E tudo fora em vão,
Então entrego minha vida,
Pois uma vida sem amor,
Não deve ser vivida,
Esse é meu maior temor,
Então vos digo meu amor,
Que sem você não poderei viver...
Fica comigo pra sempre, eu te amo!
Antigamente ser tratado feito cachorro era ruim, hoje tem nego fazendo fila. Me chama de meu cachorrinho? Me leva pra passear?
Sinto aquele cheiro de verde, porque sei que fui para estrada, procurar o meu caminho, sentir segura.
Fugir deles, sem alguma ou nenhuma direção.
Mas são tantos fantasmas viajando ao meu lado, que eu acabo me perdendo no meio do caminho.
Percorro quilômetros em círculos.
Dias passam a se tornar a noite
Já não sei se é pôr ou nascer do sol.
E olho meu corpo, meus braços; tudo repleto de fogo. Deixe as chamas começarem.
Eu quis segurar o fogo, conter o incontrolável, o que iria me machucar e marcar.
Eu me queimo viva, me queimo em partes.
A dor passou a ser confortável quando se deixa de sentir a própria respiração.
E eu dou todo o meu oxigênio.
E como ninguém consegue ver que eu estou gritando e aclamando por ajuda?
Tudo queima, o fogo se espalha. Já sinto a claridade dentro dos meus olhos.
E tudo vai ficando escuro. Frio, apesar de quente.
Até você me salvar da minha própria escuridão.
Beija minha boca
Deixa nela seu sabor
Me passa o meu sabor
Me toca de uma forma
Que suas mãos
Não são capazes.
tristeza evidente
nessa evidência te compreendo
quando vejo meu vazio expresso que te amo
meramente a solidão que clama arder
pois bem então absoluto.
PRECE
Ainda trago na boca
O gosto dos beijos teus
Meu corpo agradece
E quase faz uma prece
Rogando que seja seu.
Na meu âmago emaranhado
Habita uma alma sinuosa
A inépcia descomunal perdura
Entre a felicidade dissimulada
Entre o altruísmo e a frivolidade íntima
Impera a índole justa
Abrir a mão do que é afeiçoado
Parece ser o racional preciso
No convívio de acertos e erros
Obstinações e arrependimentos
Perdura a dúvida enigmática
Prosseguir onde? Diz o coração arredio...
Fazer o melhor é o que basta
Embora nem sempre é o correto
O que é o íntegro para mim
Não é bom o suficiente para o adverso
A ótica da felicidade é obtusa
Difícil, a maioria das vezes, de ser absorvida
Carpe Diem é o certo
Pois o tempo é frenético, efêmero e agressivo
