Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Todos já temos em nós o nosso potencial. Eu reverencio muito os seres humanos. Acho que eles são a coisa mais linda, só que com uma camada de fuligem, de poeira, uma camada de egoísmo. O que quero é pegar a luz que está lá dentro, esquecida, e trazer para fora. Eu confio na luz divina.
Eu estudei teologia comparada, estudei muçulmanos, budistas, hindus e vi que todos estão em busca de uma mesma luz. E eu prefiro essa luz antes que ela vire religião. É como se existisse uma luz que passa por um vitral e adquire cores. As religiões são as cores. Eu quero a luz. Minha religião é Deus e a luz de cada ser humano.
A ESPERIENCIA DA SABEDORIA
Eu quero dizer que a inteligencia se começa quando descobrimos pelas nossas metafisicas a revelação mais qualificada das coisas que botamos em ação em que seja esta coisa ou esteja em uma realidade mais qualificada em que apreendemos transformar algo melhor em realidades das coisas que fazemos e simplificamos com mais afeto e vontade sobre as nossas maiores capacidades em que bem dizemos que tudo se começa dos esforços para no fim se ter mais qualidade em que encontramos na soma ou na multiplicação o resultado de uma alma ou talvez uma integridade mais oposta as nossas criatividades que se tornam mais vivas e eficientes!
Por: Roberrto Barros
JUVENTUDE
Ai de mim que pelos os traços de minha vida eu posso sentir que a pureza da vida vem quando a juventude se revela em nossos comportamentos em que aventuramos todas as nossas ações e botamos em atividades do dia a dia para aprendermos a viver e sentir que somos apenas alegres crianças que nascemos em um mundo repleto de sobras e redemoinhos que certamente não deveremos acompanhar suas atitudes por serem voraz e desastrosa contra a natureza jovem de um ser humano que esta querendo conhecer melhor sobre si e sobre a vida que desenfreadamente que nos constrangi como pessoas sem humor porque o mundo não é o que pensamos enquanto sentimos medo da vida sobre diversos pensamentos em que estamos talvez passando por uma tremenda guerra de nervo porque a sociedade nunca nos ensinou a ser feliz porque já é vitima da loucura da vida que esta sempre nos fazendo se sentir culpados sobre nossos medos e coragens que emocionalmente estão passando como uma psicanalise de tudo que vivenciamos em perder ou ganhar ficando para traz a honestidade como recalco de nossas fantasias que estão sempre nos favorecendo de ilusões e fascinações e nos bota em depressão com as realidades mais mesquinhas da vida que emocionalmente chamamos de ambição que simplesmente nunca iriamos deixar para traz a bela imagem de um lutador e sonhador que sempre opinou atrás de um futuro melhor em que se baseia em uma trajetória de fatos socializados no dia a dia a desmoralizar sempre no fim e desapontar a verdadeira historia planejada de fazer o futuro como uma obrigação que sempre nunca deveremos nos distrair por sermos jovens e que não vamos deixar de lado a vida porque posso sentir que a pureza da vida vem quando a juventude se revela em nossos comportamentos em que aventuramos todas as nossas ações e botamos em atividades do dia a dia para aprendermos a viver e sentir que somos apenas alegres crianças que nascemos em um mundo repleto de sobras e redemoinhos que certamente não deveremos acompanhar suas atitudes por serem voraz e desastrosa contra a natureza jovem que temos e precisamos acreditar que o mundo pode mudar ainda que não seja perfeito porque somos jovens e só a juventude pode mudar o mundo como uma reflexão de paz e coragem sobre os decalco mais inevitáveis que um ser humano ainda não compreendeu a causa de ser jovem porque é possível algum dia envelhecer mais ficaria mais construtivo ele mesmo usar de sua harmonia e alegria que simplesmente nunca ira fazer o mundo infeliz por mais que velho esteja sobre uma vida moderna sua alma jovem permanecera sempre jovem se ele mesmo continue vivendo simplesmente sua juventude como sempre ao acaso de ser sempre jovem para sempre.
Por: Roberto Barros
NOSTALGIA I
Eu sei que não é fácil aceitá-los como uma existência para nós que aprendemos a viver e ser livres e não morrer porque sei que lamentamos a perda de alguém a quem viemos e até mesmo e clamamos pelo que supomos não ser para tal lugar e um bom amigo que pode agir como um pesadelo da vida de nós que podemos de alguma forma perdoar e o quanto sonhamos na tela para sempre como um sonho ou fantasia em que simplificamos a dor com a alegria de viver e fazemos parte de uma geração de amigos que não e nunca esqueceremos que a vida pode ser mais do que um paraíso que pode nos transformar e conquistar a vida no meio da juventude antes que a morte venha e derrube tudo e já que não podemos adivinhar sua chegada quando finalmente e quando perdemos a nossa família o nosso povo e os nossos amigos entristecemos-nos com a nossa dor e a nostalgia que nos faz sentir que a nossa vida se tornou uma solidão que nos pode dizer que nunca vimos e nunca admitiremos porque somos jovens e sonhamos com um futuro que está sempre vivo e nosso apreço é viver para que não morramos porque a vida é feliz e talvez não estejamos tristes porque temos uma vida enquanto os que saíram ficam tristes e podem dizer que ficaram felizes Talvez porque eles encontraram a luz da ressurreição porque eles nunca esquecem que a vida nunca para mais e podemos dizer que aqueles que vivem na nostalgia não entenderam o motivo da sua morte porque o destino pode nos confundir com a vida e a morte que Algum dia podemos dizer que ainda estamos vivos para viver e não morrer e que você esqueceu que a morte não pode ser o fim daqueles que nunca morreram por si mesmos quando agiram e sentiram. Vamos esquecer o sofrimento que uma vez sofremos com a nostalgia que eu sei que não é fácil reconhecer como existência por conta própria, mas depois aprendemos a ser felizes.
Por: Roberto Barros
O DESTINO I
Eu sou da vida que encoraja cada vida na virtude que abitam minha natureza viva com a qual todas as condições difíceis de um dia de morte também podem ser transformadas no reino da vida em que nosso objetivo nos leva sobre as alegrias dos rios em rios que lamenta o quanto amamos a Deus e pedimos a ele que nos proteja do abismo do tempo que acontece em segundos em um martírio frio que é uma causa instantânea de nossa existência na vida em que fazemos de tudo para sermos felizes e por pouco tempo nós morremos com medo ou em grande angústia e em todos os contextos de convivência com as realidades cotidianas quando podemos dizer que ainda estamos emocionalmente vivos ainda poderíamos sofrer às vezes quando visamos o impacto ou o propósito de uma natureza mais súbita nas tarefas de nossas vidas chamado destino e estamos pensando em ir embora e eles provavelmente estão atraídos para nós mesmos sobre nossas relações com a vida e nosso compromisso com a sociedade na qual aprendemos tudo para viver e nós temos ou se nós mesmos cruzamos por uma razão de nossa natureza que nós chamamos de fraquezas da vida na quais todos nós daremos este passo necessário para mudar nossa rotina porque são todas razões para viver em que nós ainda podemos mesmo tendo o bom fruto do pensamento que pode até se tornar as ruínas de uma era catastrófica onde com a idéia completa de que estamos fazendo algo que podemos desligar de outra coisa e vamos cair completamente nas profundezas do pouso para provar nossas habilidades em uma nossa ascendência com o desejo de sair ou voltar mais cedo ou mais tarde ao labirinto de jovens ironias e fantasias que poderíamos inexplicavelmente encontrar uma saída para detectar transformações de idéias de nossas ações que por completo abrangem todos os aspectos de nossas vidas de uma maneira realista de sustentar a vida como ela é de modo que ela não caia sobre barcos em águas profundas como é chamada. Acredita-se que algo está sendo feito para sentir o impacto total na vida mais tarde e o destino pode também nos intimidar da maneira como pensamos porque inevitavelmente sentiremos em nós mesmos o vazio que não pertence a esta vida enquanto houver forças comprovadas presentes e o controle da morte.
Por: Roberto Barros
"Eu fico te olhando"
Eu fico olhando para trás…
… e vejo a nossa história.
Eu vejo os nossos beijos.
Eu vejo os nossos toques.
E então!
Porque eles…
... não acontecem mais?
Eu fico olhando para o mar…
… e sinto a maresia.
Leve…
… transparente e suave…
… soprando o seu perfume.
Eu fico parado…
… imóvel.
E sinto que o vento!
Está trazendo a tua voz.
Eu fico viajando em sonhos…
… te desenhando dentro de mim.
E quer saber?
É tudo muito real.
Eu sinto que tudo…
… realmente é amor.
E sinto!
Que ele forte…
… sem fronteiras.
Sem nada…
… nada de obstáculos.
Eu fico olhando entre as estrelas.
E percebo que elas…
… não brilham tanto o quanto você.
Eu fico preso…
… e perdido em horizontes intermináveis.
E sinto que o meu amor…
… ele precisa do teu amor.
Amor!
Você consegue entender???
Admilson
24/09/2019
Não tinha alternativa e eu acabei tendo que marcar outra coisa e mudar o que eu pensava, sabe? Então eu não sei se eu passei a pensar errado ou se antes que eu pensava errado e eu tinha entendido errado.
Se eu tivesse apenas alguns minutos de vida e se a gente não tivesse perto um do outro, eu gastaria esse tempo falando no telefone com você.
Eu tenho um pensamento bem divergente da maioria também, estudar 12 anos, trabalhar até morrer, dar orgulho pra mãe, caralho isso não é pra mim, só quero mostrar a mim mesmo que sou capaz, tornar meu sofrimento inspiração.
"Einstein é uma bobagem. Eu não acredito na relatividade. O princípio do movimento retilíneo uniforme é do Poincaré. Einstein confundiu medida de grandeza física com grandeza física, que é uma coisa objetiva. Depois, ele fez uma teoria da gravitação fajuta, que chamou de relatividade geral. Não tem relatividade geral. A teoria é furada. O movimento de aceleração é absoluto. Einstein é um palhaço, plagiador! Um século de tapeação e ninguém desmascarou."
MULHER À BRASILEIRA
Sou verde, sou amarelo,
Sou o Brasil que eu quero:
De direitos e deveres,
De ações e contribuições,
De gritos e de guerras,
De sonhos e de quimeras.
De retardos ou de avanços,
Sou o Brasil sem ter ranços.
Sou a Bandeira Brasileira
Que me representa inteira.
Suas cores todas mistas
Uma na outra não pisa.
Sou o retângulo, o losângulo
E o círculo bem "a paisano".
Sou essa aqui que vos fala:
Brasileira real que não pára.
Sou representante da mulher
Que sabe bem o que quer.
Sou guerreira, sou brasileira,
Sou, de verdade, altaneira.
Sou o clarão da luz verdadeira
Que ilumina a estrada inteira
E, se encontro um breu passageiro,
Da escuridão faço o meio, não o receio.
Sou atrevida, sou aguerrida,
Estou acordada para a vida.
Eu luto pelos meus sonhos
Ainda que sejam estranhos.
Existe, batendo em meu peito,
Uma força que me tira do leito
De aceitar as coisas como estão,
Aprendendo com elas uma nova lição.
Estou sempre a mais de mil,
Desbravando em mim o meu próprio Brasil.
Nara Minervino
Os olhos são janela
A alma está em toda paisagem que é bela
Prefiro morrer e partir
Eu acredito sem ter visto
Prefiro morrer e partir
Do que deixar de existir
Eterno desígnio
Sigo,
Sigo....
A VACA
Houve uma época em minha vida que eu “inventei” de aprender musica. Dirigi-me ao colégio Dom Vital, num dia da semana a noite, que lá davam aulas grátis, me disseram, numa sala nos fundos com o professor cavalo, digo,Tenório. O cara era de uma sutileza de um cacto, militar, deformado, da velha guarda. Chegando lá já tinha uma moça também interessada. Botei logo o olho numa clarineta preta em cima do birô, discreta, com detalhes dourados, que podia ser desmontada e facilmente acondicionada num estojo, também da mesma cor, discreta, muito pratica, um chame. Mas o professor Tenório deu pra ela, mais delicada, mulher, fragilzinha, coisa e tal. - E o meu, professor, perguntei? - Você fica com aquele, um bombardino. – Como? Como é o nome? Bonba o que? – Bom-bar-di-no! Aquele encostado na parede, lá no canto. Só restava ele, pelo jeito, ninguém queria, sobrou pra mim. Devia ser irmão da tuba, pelo tamanho. Perguntei se não tinha outro, de repente, dando bobeira... Ele disse que não, e disparou, se é pra aprender musica qualquer um serve, DO, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI, DÓ, tudo igual. E naquela noite mesmo eu levei o meu bombardino pra casa, caminhando um pedaço bom, revezando nos ombros, carregando nas costas, na cabeça... Parecendo um Cristo na semana santa. Nessas idas e vindas, numa tarde, fui interceptado por um colega, que também apreciava musica e tirar uma onda, mas era um cara até legal, um dos meus melhores amigos, em frente a um antigo colégio, na hora do recreio, que não deixou por menos e de notar o discreto e dourado instrumento, refletindo o sol em toda sua gloria e logo me interceptou. E eu querendo passar, e o chato: - Quer isso? – Um bombardino. E ele me pedindo pra soprar e eu querendo seguir e ele nada e querendo ver, insistente. Como via que não ia me livrar dele mesmo, a não que metesse na cabeça dele, e saísse correndo, deixei. Ai ele soprou com todas as forças! E já sabia soprar. Tem o detalhe da embocadura, posicionamento dos lábios, que esqueci de dizer, quando se esta começando, você sopra não sai nada, tem que aprender a soprar direito, mais essa, parece que tá quebrado, mas, não é, é um jeito de soprar, não é apito, que deixara seus lábios dormentes e os dentes doendo no final. E como tava dizendo, do amigo inconveniente, pareceu Bruno Mezenga , personagem de Antonio Fagundes no Rei do Gado, soprou com todas as forças, ficou igual a um berrante (risos geral da plateia). - Tá bom me devolve, amostrado, já teve seus menos de quinze minutos de fama. Em casa nos ensaios no quarto também era uma comédia, perguntaram na vizinhança se tinha uma vaca em casa. Ai por essas e outras, e também por má vontade minha mesmo, devo admitir, achava o bichinho feio mesmo, comuniquei ao professor Tenório, que tinha o péssimo habito de gritar com seus alunos, motivando-os, e usar de ironia, dias depois ao final da aula, que não ia mais levar pra casa, ensaiaria e deixaria lá mesmo. É Incômodo coisa e tal. E ele, com cara de indignado, disse, na frente de todos, parecendo emocionado, que quando começou a aprender musica foi justamente num bombardino e não sentia incomodo nenhum. Inclusive ajudando a mãe a fazer a feira com ele no ombro, de tão inseparáveis, que iam e vinham num barco. Sei... Acho que ele dizia isso pra todos, independente do instrumento.
(26.09.2016)
Se eu te disser que esqueci totalmente de você, estarei mentindo. Lembro muito de você e principalmente de momentos não desejados, a traição. A história era para ser outra, mas infelizmente não somos nós que escrevemos a nossa história e sim DEUS. Por isso, viva a palavra e o Amor de DEUS.
