Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite
Leve como uma brisa no mar.
Gracioso como os raios de sol ao amanhecer.
E belo como as constelações na noite.
Esse é o mais puro tipo de amor.
- o amor que partilharmos.
Olhei a noite
Contemplei a lua
As estrelas
Parecia harmonia perfeita
Era tanta beleza
Poderia chorar em demasia
Até o final da música.
Kaike Machado
AS VOZES DA NOITE
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As cores e formas que outrora preenchiam o ambiente, desaparecem e dão espaço a escuridão quando aquela luz, que até então temos como única fonte de iluminação se apaga.
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Os sons familiares e amigáveis que completam com maestria o ambiente, quando chega a hora se silenciam e muitas vezes resta apenas ruídos indefinidos que acalentam o silêncio.
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Está hora sempre chega e ela vem repleta de memórias e semelhanças de coisas, lugares, sentimentos e pessoas que já não sabemos mais como lá chegaram, porque permaneceram ou nos deixaram.
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Sinto que finalmente a hora chegou e vou ter a oportunidade de me silenciar por completo e renascer novamente com o brilho das cores e o som agradável da vida que me cerca. Espero que fique bem com isso.
Dias, Anos
Os dias e os anos foram passando,
e o meu amor sempre aumentando.
Afoiteza para te falar, não tinha.
Aos poucos, comecei a invadir os
teus caminhos, devo dizer que não
és fácil para uma afeição ter.
O tempo e as suas etapas, foram se
incumbindo de fazer um pouco mais
atingível o meu querer, de a ti chegar.
Poesias fiz e ainda as faço, para ti.
Presente às noites és o meu conforto,
conversamos, e desta conversa levo para
o leito o prazer de a ti, rever.
No alvorecer, és a minha saudade.
Vivo-te, pelo dia afora.
Á noite voltas, e eu apago essa ansiedade.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Durante o dia partilhamos a memória de pessoas e de acontecimentos. Iluminados pela certeza de sabermos quem somos, donde viemos e para onde vamos. Quando chega a noite é a memória que nos separa e nos distingue. Cada um cobre-se com a memória que tem. Faça frio ou calor.
Esta noite – é difícil te explicar – esta noite sonhei que estava sonhando. Será que depois da morte é assim? O sonho de um sonho de um sonho?
Por quanto tempo devo esperar até que a maldade do mundo possa passar?
Por quantas horas devo ouvir, até os montes eu subir?
Por quantas noites devo sonhar até que meu sonho possa contar?
Por quantas vidas devo viver, até o dia que estarei com Você?
A cada declaração minha alma revela se sombria.
Matam sem descriminação.
Ainda se acham ter direito sobre a vida.
Sobre este pretexto estão na questão da proteção da sociedade.
Somos oprimidos e julgados por simplesmente ser o somos definidos por cor e por gênero de sexualidade.
Ser pobre é um risco de existência.
Ser diferente não uma questão de escolha...!
A pessoa é o que é apenas isso!
E temos que ser o que todos querem que seja!
Muitas vezes me pergunto o que somos?
Nessa sociedade de tabus e preconceitos...
Ainda mais o pensamento é livre o direito de ir vir é uma conquistas universal...?
Assim como na vida, depois da noite mais escura e após a tempestade mais forte sempre existirá um raio de sol.
Você foi a certeza de quê há ternura no amor nesse mundo de incertezas e desolação. Você foi o calor nessas noites frias afastando as sombras das horas tristes. Você foi a doce fantasia nas loucas horas de um desejo incrível.
“O homem altruísta, depois de conquistar o monte mais alto, de saltar o muro mais desafiante; depois de transpor o fosso mais largo... depois de sobreviver a noite mais densa, depois de colher o fruto das mensagens que plantou, no final da vida lamentará por sua falta de ousadia.”
" Apanhamos a noite entre as mãos,
E nela bordamos estrelas.
Num céu tecido,
Por nossos olhos alumbrados".
De noite
era ontem de noite, sucumbido ali
inclinado por seta oriunda esvaído
fiquei assobiando, um dom da vida risti,
acanhado de mim mesmo, forte exaustão
para onde eu vim?- sozinho em calafrios
tive um fúnebre choro silente, pesadelos
quando adormeci, desvario nele então
sentir vontade de tê-lo, no túnel de solidão
acordado em tremor, voltei a deitar para ver
aquele espírito morto apontar para caminhos
menos bulício que minha alma de tormentos,
no limite obscuro faleceu em sossego,
entre meu peito perdido em mim mesmo,
escarnecido de meu repouso em prólogo
Fecha-se o suave crepúsculo
rende-se à noite que vai chegar
tudo se junta numa só canção
o ritmo do universo não pode pausar
Aos poucos todos se recolhem
para o descanso de sua lida
e mais feliz é quem pode
estar junto às pessoas queridas
Ao longe as estrelas se mostram
bordadas no manto anil do céu
as notas da canção se elevam
e ecoam abençoadas por Deus
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