Eu sou uma Pessoa Timida
Aceite-me como eu sou, convive comigo, como companheira amiga e confidente, diante de quem não necessitas de pudor, ou te enlaço na forca em que pusestes a cabeça.
Sou paranaense.
Nasci nesse estado.
Mas não me importo quem fala daí.
Eu gosto de ser paranaense!!
Sou paranaense do pé vermelho.
Sou do estado de grandes lavouras.
Suas riquezas em;
Arroz
Milho
Soja
Trigo
Feijâo
Suas grandes invernadas,
Grandes boiadas rica em leite e no abate também.
Nesse mundo que vivi,
Não posso dizer que sofri.
Sou paranaense com muitos ideais. Desse estado só trago a grande beleza,e no meu coração grande saudades.
E dessa gente hospitaleira,
O coração so vive pulsando,
Quase bate fora do compasso.
Falta as vezes até a voz que quase sempre se cala.
Sou paranaense na solidão;
Sou paranaense nos sonhos, nos sucessos, nas alegrias, nos fascínios e nos exageros.
Sou paranaense porque sou do mundo, e tenho o mundo num só lugar.
Também sou mineiro
Sou Amazonense.
Sou paraense
Sou paulista.
Sou de qualquer lugar
Mas hoje estou aqui, na terra sem rosto, porém de muitos gostos.
E gosto muito de estar aqui!!
Mas amanhâ posso estar aí...!
Autor: José Ricardo
Eu não sou a minha história;
Eu não sou o meu medo;
Eu não sou o que me aconteceu;
Eu apenas possuo tudo isso e tudo que é meu não sou eu!
Matéria
Este que em mim envelhece
não sou eu,
por essa razão não me assusta
o espelho,
nem as vozes que moram lá...
Este que em mim envelhece
é apenas o invólucro meu,
nada mais que um efêmero
endereço...
A idade não me assusta,
não me pesa,
na verdade ela só antecipa
meu lar.
Milla Northon
27/11/2020
Louco ou poeta....?
Eu sei,
Que louco eu sou,
Talvez um trovador,
Um versejador,
Parafusos não me falta,
Se escrevo tanto,
Faço no meu canto,
Nessa loucura,
Deixo rolar,
Vou caminhando,
Sonhando,
E trovando,
Erros aconteçam,
Minha paixão,
Pura emoçâo,
Afogo-me na loucura,
Pra me sentir nas alturas,
Se ser poeta é defeito,
Crio versos de qualquer jeito,
Sonho loucura,
Falo sozinho,
Sigo meu caminho,
O que grafo,
Tem seu preço,
Meu imaginar,
Está no meu dia,
Amanhã,
Eu não sei,
Talvez,
Eu escrevo,
Outra vez.....
Autor :José Ricardo
Dizem mal de mim e nisso não há engano,
Há sempre haters que dizem que eu sou profano,
E isso devia ser considerado pecado,
Já disse muitas vezes que esses não chegam a nenhum lado,
Eu sou o Deus da poesia moderna portuguesa,
Eu digo a toda a gente com convicção e clareza,
Que eu estou tão imortalizado com estes poemas,
Como Pitágoras com os seus Teoremas!
Haters de baixo e haters de alto,
Para chegarem a mim têm que dar mais que um salto!
Haters de perto e haters de longe,
Quero vos dizer que o hábito faz o monge,
E agora escrevo melhor a cada dia,
E é por isso que sou o Deus caminhante da poesia
Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem, tenho-o.
Sou místico, mas só com o corpo.
A minha alma é simples e não pensa.
O meu misticismo é não querer saber.
É viver e não pensar nisso.
Não sei o que é a Natureza: canto-a.
Vivo no cimo dum outeiro
Numa casa caiada e sozinha,
E essa é a minha definição.
A solidão e a saudade.
Alô...!
Alôooo...!
Oi sou eu...
Me chamo Amor...
Estou te ligando com algumaa dores não muito comum...
Elas estão aqui comigo...
A solidão e a saudade...
Estou ligando aí pra você...
Nem sei com quem estou falando...
Não quero saber quem tu és...
Ah alguns anos passados...
Não tão distante desse dia...
Fiz um programa de rádio...
Eu era um locutor....
Naqueles sólidos dias...
Tive alegrias e tristezas....
Alegrias por apresentar um programa de rádio....
E uma baita tristeza invadiu o meu ser....
Caro amigo....
Uma ouvinte da época...
Ligou para a para pedir uma música...
Daí em diante...
Nunca mais fui quem eu era...
Suportar eu sei que é preciso...
Mas não padecer é impossível....
Quando eu desligar esse telefone...
Não sei o que será de mim...
Por enquanto estou assim...
Na solidão e na saudade...
Nem posso prosseguir....
Pois nem seu nome ela me disse...
Disse que era apenas uma admiradora do meu trabalho...
A música que ela me pediu foi ao ar....
Mas a voz daquela mulher...
Marcou...
E uma cratera se abriu...
Desculpas por desabafar...
Chorar agora é minha sina...
Mas que culpa tenho eu...
Eu era um locutor de fama...
E agora não sou nada...
Amigo....
Felizes são aqueles que tem uma história dessas pra contar...
E infelizes são àqueles...
Cujo a marca é a solidão...
E o desprezo que a saudade nós dá....
Sem ao menos dizer de quem é....
Na vaga lembrança minha...
Se eu não me engano a música se chamava assim...
Amor...amor.... E mais amor...
Alô....
Alôoooo....
Poxa...
Ele desligou e não deixou eu terminar...
Ou a ligação caiu...
É...
Quando se fala em solidão e saudade...
Só sente quem tem na alma...
A fome do amor...
E esquece a vaidade...
Para viver á realidade....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
🥀 Eu sou jovem, porém durante em toda minha vida nunca tive medo de absolutamente nada e pela primeira vez eu senti medo de perder uma única pessoa, esse foi meu único medo, e adivinha só ? Poisé. Eu perdi, perdi depois de passar dias elaborando um plano 10 vezes melhor que Lá casa de papel pra rouba-la pra min, cheguei a um momento que confiei nos contos de fadas, abri a janela e passei a madrugada esperando uma estrela cadente passar e desejar a pessoa ao meu lado. Um único medo. Um único amor, ou pelo menos eu acreditasse que fosse antes de falhar miserávelmente depois de tanto lutar 🥀
Hoje eu entendo o porquê vocês me zoavam tanto, me xingaram tanto... Me odiaram tanto.
Eu sou o que seus antepassados dizimaram e trataram como lixo.
Vocês não conseguiram resistir e seguiram com seus instintos de assassinos e opressores.
Não pensaram 2 vezes ao me causar dores.
Eu tinha apenas seis anos, hoje aos 25 eu sei que meu corpo sempre foi e sempre será político e símbolo de resistência.
Se eu morrer longe da minha família, terá gente muito mais sinceras, mais pouco me importa, não sou mais mais ninguém.
A única coisa que as pessoas tem que entender sobre mim, é que eu não sou mais quem eu era, não me importo como já me importei, já não gosto do que um dia gostei, eu mudei, depois de um fatídico dia em que eu morri, vivi por muito tempo como um zumbí, esperando a hora de voltar a viver, hoje eu digo, não sou o mesmo que um dia já fui, e jamais voltarei a ser, afinal se eu voltar, apenas estarei sendo alguém que no fim, já está morto.
Eles são meus pais, e estou com medo de que, se eu contar a eles quem eu realmente sou, eu vou perdê-los. E eu sei que se não contar a eles, vou perder você.
Toda vez que eu fujo de você, mais eu sou levada para perto. É como se eu fosse a onda e você o mar. Como se eu fosse uma nuvem e você o céu. Como se eu fosse o pão e você o padeiro. É como se eu precisasse de você, como preciso do ar para respirar. Eu te amo com força e com urgência e, por sorte ou destino, você me ama também.
FILHA DE OYÁ
Sou como o vento que sopra em todas as direções; se num momento eu quero muito, no outro já não quero mais. Sou como os raios que fazem tremer a terra, pois quando sinto que estou sendo prejudicada, me possuo de uma fúria incontrolável. Sou como a trovoada que se faz ouvir em todos os cantos do mundo. Mas, como uma tempestade que vem arrasando com tudo e levando as misérias do mundo, tambem possuo o calor vibrante de uma noite quente de verão, que faz com que as pessoas do meu mundo se sintam embriagadas de felicidade. Como o fogo que aquece e transforma. Como o vinho que inebria os sentidos. Eu sou as cores quentes de uma pintura viva. Eu sou filha de Oyá!
Não sou mais eu, não me sinto mais, não me vejo mais. Fui roubada, fui tirada de mim, levaram meus sentimentos, carregaram minha alma. Me resta apenas tentar me refazer com os cacos do que sobraram de meu ego.
Flávia Abib
