Eu sou tudo e nada
Tu que dizes que o Emprego que tens não é nada porque recebes pouco, já paraste para se questionar quantas pessoas querem estar onde estas agora? Valorize cada oportunidade que a vida lhe oferece, de o seu melhor e busque a excelência que o sucesso vira atras pois.
Não se pode fazer nada grande sem a alegria de ser você mesma e de viver os pequenos momentos mágicos.
Não tenho pretensão de nada
Quero apenas
A singularidade da vida
Com a fertilidade dos momentos ternos
Quero
Teu corpo sobre o meu
Numa tarde fria de inverno
Sentir teu cheiro
Teu respirar
Quero
Sentir tuas digitais em meu corpo tocar
Quero
Amar-te sem medo
Numa doce entrega
Sem nenhum segredo
Me deixar em ti!
"Homo Sapiens Sapiens nada mais é do que uma separação generalizada de raças, feita por cima de uma forte tese, que aproveitou de seu sucesso para impor uma ideia que só quem é cego não enxerga."
"Nada me adianta cursar filosofia para tentar criar uma filosofia, se vou ser reprovado por criticar a filosofia que já existe."
Dentro de mim habita o bem e mal, O bem lhe proporciono sem que precise fazer nada é torço para que não precise conhecer o mal .
(...)e sempre que dás algo palpável, pouco dás! Mas quando (te)dás, sem esperar nada em troca ...aí estás realmente a dar!
Dar, quando solicitado é bonito, mas quando se dá porque o coração nos "obriga", então percebemos que a felicidade reside onde menos esperamos.
DAR ... apenas por ...DAR!
Nunca se esqueça daqueles que um dia te ajudaram a chegar ao topo da montanha porque não há nada mais injusto que a indiferença e a ingratidão. E nunca se esqueça que um dia, por excesso de soberba, num descuido, você pode despencar de cima dela.
Dói acordar sem nada para fazer
Assistir televisão até a vista doer
Dormir, de madrugada e de tarde
Ir a igreja só para pedir consolo ao padre
Dói deambular com um canivete no bolso
De esquina em beco, em busca do almoço
Andar inseguro por medo da bófia
E por falta de condições perderes a sua sócia
Dói nascer, viver e morrer pobre
Usar joias apenas de cobre
Na rua, chamarem-te desgraçado
E apenas em festas, comeres frango assado
Dói ser vítima de «Bowling» na escola
Pela deficiência ou carência de mola
Dói estar na porta da igreja a pedir esmola
E para cativar os crentes ter que tocar viola.
Dói em seu país ser humilhado
Usado e abusado metaforicamente, pisado
Por um estrangeiro que escravizou-nos no passado
E por outros que tomam-nos o país ao bocado
Dói ser condenado sem ser o culpado
Incondicionado a um bom advogado
E só depois de considerado réu malogrado
É que a justiça descobre que foste injustiçado
Dói ver incompetentes em cargos de competentes
Competentes desempregados por não terem costas quentes
Uns sem ensino básico mas são tesoureiros
E os universitários como seus faxineiros
Dói ver um adolescente consumidor de droga
Com dezasseis anos dar um neto a sua sogra
Dói ver um jovem com pensamento imaturo
Que abandona os estudos e arrepende-se no futuro.
Dói arrendar uma casa recebendo salário mínimo
Pagar as despesas e dez por cento para o dízimo
Rezar, em um luxuoso santuário
E sua casa não ter se quer um armário
Dói nascer e crescer com o Pai ausente
Mãe desempregada e dependente
Sem dinheiro para uma faculdade privada
Juntar-se aos milhares disputando uma vaga
Dói nascer pra viver e estar a sofrer
Crescer sem nada ter e morrer sem o obter
Fazer um curso, não conseguir trabalho
Formar-se em um ramo e saltar para outro galho
Dói ver um jovem com distúrbios mentais
Invocado da palhota à mando dos seus Pais
Pais que fazem esses rituais para agradar os ancestrais
Com a finalidade de angariar certos meticais.
Se a tua preocupação com o Amor é o que esperas dele, não podes esperar...Pois o Amor não tem nada haver com os anseios que estás à esperar...Mas, apenas o espera naquilo que podes dar...E com o que tu dás, verás o Amor...E isso é tudo.
Um dia acordei e do nada existia
De seguida chorei, respiro desde esse dia
De onde cheguei? Da barriga, foi o que ouvia
Na época acreditei, negar não podia
Cresci convicto da existência de um ser divino
Que criou o céu, a terra e o líquido cristalino
E teve um filho que a transformou em vinho
Este foi o ensino me transmitido desde menino
Até que um dia despertei de repente
Eu não sabia até então recentemente
Que percorria por um trilho cegamente
E tudo que eu via foi criado pela mente
Mas como poderia ter percebido anteriormente
Desta cegueira se via sempre o sol nascente?
E como poderia convencer o outro ente
Que fomos manipulados desde o ventre?
Assim fiquei, percorro por um caminho diferente
Dos meus parentes e de amigos principalmente
Olhado de lado por pensar diferente
Abandonado, deixado, isolado de toda gente
Fazer o quê? Se não seguir em frente
Adaptar-me a vida de um jovem descrente
Aproveitar às horas que perdia semanalmente
Na igreja, quatro horas especificamente.
Levantando do chão como José Saramago
Dei costas a religião com um semblante amargo
Anuncio a revolução a este combate armado
Munido da Razão, tenho ateísmo como aliado
Dogmatismo e cristianismo é tudo igual
Catolicismo, islamismo, et cetera e tal
Mas quem sou eu para criticar afinal?
Um neo-ateu, que leu e acha-se intelectual?
Não, acho que não, deixo isso ao vosso critério
Rezem ao vosso deus para que desvende o mistério
E espero, que seja antes da minha ida o cemitério
Porque o tempo é escasso e eu levo a sério
Deus pode isso, deus pode aquilo
Deus pode tudo e comunica-se em sigilo
Deus não faz o mal, permite o cancro do mamilo
A SIDA, Pesticida, sofrimento no asilo
Morte nos hospitais, desastres naturais
Crimes paranormais, corrupção nos tribunais
Saque de dinheiro em edifícios paroquiais
Em igrejas, que mais parecem centro comerciais
Pauso por aqui, a lista seria interminável
De futilidades, de um ser abominável
Sinceramente falando, que currículo desagradável
O mais engraçado, é que alguém o acha amável
Só mesmo rindo, calado e assistindo
Aproveitar o dia lindo, vendo o céu se abrindo
A vida são dois dias, nascer depois morrer
Outros são utopias nunca irão acontecer.
Não tenciono por nada ser a próxima celebridade
Ergo a caneta gastada, com mês de idade
Traço a letra alinhada aos sucessivos versos
Mente entusiasmada, explorando universos
Pouco serei reconhecido por este acto solitário
Escrever feliz e aborrecido como se construísse um diário
Muitos me têm esquecido, poucos me percebem
Não me dou por vencido nem convencido que não me recebem
Não sei ainda ao certo qual é o fim disto
Embora conciso decerto, escrevo e insisto
O amanhã é incerto, aldraba-se quem o tem previsto
O agora é que existe, aproveito e não desisto
Quero sair dos bastidores, da sombra das cortinas
Encarar espectadores, espantar as rapinas
Quero estar com trovadores escalando a pé colinas
Não procuro aduladores nem intimidades com meninas
A solidão me basta mas a fama não nego
Letra tenho tanta de transtornos que carrego
Depressão me persegue com martelo e prego
Mas ela não percebe que nunca me entrego
E se a morte é para todos, então não tenho medo
Vou escrever e escrever até sangrar os dedos
Fazer da caneta e a sebenta meus brinquedos
Um dia serei ouvido, reconhecido, tarde ou cedo.
Começou na curiosidade, experimentei ao acaso
Naquela ingenuidade era um papel raso
A ideia era rimar, métrica não vinha ao caso
O mais rápido terminar, obedecia um prazo
Em uma viagem de ida, com passagem de volta
Atraído pela batida, a mão ficou mais solta
Cabeça toda pronta, cegueira conheceu a morte
Rasguei meu passaporte e abracei esta sorte
Sorte de aprender quando estou a ensinar
Sorte de poder falar a rimar
Sorte de escrever, sem nada para limitar
Isto me fez conhecer meu próprio limiar
O norte é a frente, a morte é a meta
Métrica diferente na voz e na letra
Cai areia da ampulheta eu sentado num cometa
Viajando pelo planeta, com caneta e sebenta
Mas nem sempre é assim, imaginação esgota-se
Transpiração entra aí quando a mente encontra-se
Em transe temporário, fora da órbita
Aciono o modo solitário, pratico a mania mórbida
Sem grupo ou banda, sozinho no «Under»
A mim ninguém manda, MTA, só anda
Sem grupo ou banda, sozinho no «Under»
E se o reconhecimento não vier? MTA, não se zanga.
Cinco anos na activa, já sou licenciado
Manter a poesia viva, (cumprindo o primeiro jurado)
Depois da positiva com a obra «Verbum Pro Verbo»
Cheguei a conclusiva que sou um bom servo
Entreguei-me por inteiro tal como advertido
Fiel mensageiro, requisito cumprido
Desde sempre verdadeiro, mais outro obedecido
E tudo que me é retribuído, é um público ensurdecido
Ninguém me escuta, isso tem em aborrecido
E não há desculpa que me deixa convencido
Que o conteúdo que trago passa despercebido
Isso não acredito, mesmo sendo introvertido
Juro meu irmão tentei parar de escrever
Mas essa opção não me cabe escolher
O cérebro e o coração são os comandos do meu ser
Não posso dizer não, apenas proceder a obedecer
Na auto-exposição, apostei em demasia
Canção em canção são, tristezas e alegria
Se verso fosse um grão de arroz não emagrecia
Desnutrição não preocuparia, gastrite não temeria
Só para a minha informação, o que disse é utopia
Caio em depressão só de saber que a poesia
Que escrevo com dedicação não passa de uma porcaria
Ao desgosto do cidadão influenciado pela maioria
… Globalização.
Na vida ✓
"Não tenho certeza de nada,
mas a natureza me faz viajar."
Que triste seriam os caminhos,
sem a natureza para enfeitar.
Que triste seria o céu,
sem os pássaros rodopiando no ar.
Só de contemplar sua beleza,
minha alma se enche de nobreza.
Quão forte sua conexão,
que nos leva ao céu,
sem nos tirar do chão.
E ainda tem gente, que desacredita
da existência de um criador.
Que triste seriam nossos caminhos,
sem essa visão de esplendor.
Somos borboletas nesse mundo,
aproveite a paisagem com fervor.
Regue os dias como sementes,
e abrace a natureza com muito amor.
Autora #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados
02/06/2019 às 16:00 horas
Manter créditos ao autor original Andrea Domingues
O espetáculo em cor
A cor é realmente a coisa mais bela!
Não existe nada sem um belo colorido,
desde a miúda flor ao pingo numa tela,
a cor existe para dar a vida um sentido!
Viva a cor que se expande e se levanta!
Viva a cor do arco-íris, dos pássaros!
De tudo o quanto da a cor se encanta,
as variações do simples e dos raros!
O escuro o claro, o frio e a quente cor;
A cor que acorda a vida à um sentido,
é a mesma cor do sentido do amor!
A vida de cor é um lindo espetáculo.
Viva e muitas vivas te daremos ó cor,
Cor és tu o tudo do todo um estímulo!
Paisagem
Algo que surge
Nasce do nada
De frma encantada
Que você não age
Não se esconde
Nãi se mente
Não se entende
Só se sente
Preciso de ti
Porque te amo
Sem engano
Tão puro quanto a água
Tão rebelde quanto o sol
Que prazer
Que é te amar
Debaixo das estrelas,
Para sempre,
Ao seu olhar
Nada melhor do que deitar e dormir com tranquilidade e saber que o dia transcorreu da melhor forma possível, de acordo com a vontade divina, que é boa, perfeita e agradável!
Nada que esteja próximo da sensação de sentir a plenitude do êxtase nos faz acreditar em sua primordial existência para justificar sua busca, pois pode-se compreender a finalidade de cada gesto no momento em que nos deparamos com o agradável inesperado.
John Pablo de La Mancha
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