Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
COMPRADO POR FOGO E SANGUE !
Por que Revelas a mim que sou tão pequenino ?
Por que acende em meu coração essa vontade?
É como um chama, uma labareda, um fogaréu que toma conta incendeia meu coração que queima na madeira molhada.
Sim Senhor !
como fogo vindo pelo seu Espirito, assim como enviastes fogo a Pedido de Elias, assim era meu coração, uma madeira molhada , aquele que não era nada...
Eu era como a madeira molhada aos pés de Elias., Molhada no coração frio por causa dos profetas de Baal, mais o Senhor lançou fogo do Céu pela Palavra de seu Profeta, e nunca mais se apagou, a chama viva do Seu Espirito, mesma chama que permanece acesa em seu tabernáculo !
O Senhor me livrou da morte, tratou minhas feridas, limpo minha alma.
O Senhor alimentou-me com pão, e me deu de beber do seu melhor vinho.
Me revestiu com linho nobre, vestes sacerdotais e me treinou com suas armas, para a Batalha.
Eis que levanto a mão com sua Espada, e como Juiz, defensor da casa de Israel,me levanto para enfrentar todos os inimigos que a cerca.
Pois maior é o que esta em mim do que esta no mundo !
Travada seja a batalha do Reino , em teu nome seja declarada a vitoria me ponha a frente do seu exercito, me envia assim com enviaste Davi, reserve-me um espaço no piso de sua destra, pois la me encontrara de Joelhos !
O Senhor já deu vitoria sobre Leão, e do Urso, e todo Gigante que se levantar contra sua Igreja TOMBARA !
Onde está, ó Morte, a tua vitória? Onde está, ó Morte, o teu aguilhão?
Vencida foi a morte pela vida, o meu REDENTOR VIVE
Uma Xícara de Café
O cheiro me alucina,
A fumaça me fascina.
Sou o preferido em várias casinhas.
Sou aquele que é servido,
Na manhã na tarde,
Até mesmo na noite.
Sou apreciado pro todos,
Não importa cor ou gosto.
Ao invés de ficarem discutindo essas coisas de petit gato, brownie, etc., pensem em mim que sou um gato, bonito, grande e quente ainda. Beijos.
Sua idade não atrapalha a minha maturidade,
Sou decidida e tenho coragem,
Quero você pra toda eternidade
Não sou intelectual
Não costumo usar belas palavras
Muito menos fazer poesia
Mas não preciso de tudo isso
Pra dizer que você me faz tão bem.
Após cada quebra que vivo, quando sou refeito pelo oleiro, ninguém pode definir minha nova forma, senão ele mesmo, pois todos os nuances de minha existência estão na ponta de seus dedos, onde a cada amassar do barro disforme, em cada detalhe que esculpe, em cada giro da roda, vou sendo moldado como ele quer...
Sou a brisa leve
Dentro das minhas próprias tempestades.
Num gelo que arde na dúvida das muitas certezas
Que carrego comigo.
Sou livre. Não me prendo a pessoas. Me apego ao que sinto por elas até o dia que for bom, for recíproco e valer a pena. Sem mais.
Vão
Sou uma árvore sozinha no meio ao vão, sabe aqueles longos campos de nada quando estão secos ou mortos depois de longas épocas de colheita?
Não existe nada só a imensidão por léguas e léguas de solidão, e eu uma única árvore ali, tão perfeita verde, pura, por mais que exista alguns galhos secos e folhas que estão por vir a senescência eu me encontro ali a imensidão e eu.
Não vejo formas não vejo cores só me vejo tão sozinha me sinto uma árvore no meio do nada, mais em minha completa plenitude de beleza mesmo estando ali, eu devia me sentir assim só? Se eu tenho todos os dias o sol que bate em mim que da luz e brilho as minhas folhas as minhas flores e pétalas, me deixando viva, mas ainda me sinto mesmo com tudo isso mesmo com universo conspirando pra eu ser feliz, eu me sinto uma árvore sozinha em meio ao vão.
Em nome de Deus...
Sou semente de milagre milenar
Brotada criança do ventre de mãe forte
Menino somado de verbo e esperança
Que a sorte desdenha e a dor já não alcança
Sou filho de muitas aldeias
E de todos os mundos
Trago no peito todas crenças
E no sangue frágil, um sonho que teima
Não tomo a fome por inimiga
Nem o sol, por castigo
Das defesas, que me são poucas
A tez é a de mais orgulho e valia
Meu melhor emana de meu olhar
É ele que fere de vida qualquer morte
É ele que leva o perdão que entrego
Aos dias da infância que não visitei
CAIXA DE FÓSFORO
Pobre deu que sou de calores
Fervor, cama, leito e aconchego
Fui me atear nesse mundo de dois vértices
Sem saber
Que pro meu fogo
Gente desse bioma
Se esquiva
Pobre de quem não é febril
Perde a fé e o brio
De se inflamar nesses meus braços
Sem saber
Que nessa caixa de fósforo
Nem espirro
Eu posso dar
Já falei para os meus amigos que, como sou uma pessoa educada, vou deixar todo mundo passar a minha frente. Quem quiser morrer antes de mim, fique à vontade...
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