Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Você só é a pessoa certa para mim se eu for a pessoa certa para você. Não existe amor sem reciprocidade.
Se você ainda não disse "EU TE AMO" hoje pra pessoa que deveria ouvir ou ler, vai lá e diz enquanto ainda há tempo! Seja sua mãe, seu pai, um irmão, amigo, a pessoa que você ama e pretende passar o resto da sua vida com ela, não perca tempo! Amar é bom demais, e transmitir esse amor é melhor ainda! Aproveite que ainda é cedo, pegue o telefone e liga! Dá um pulinho lá na casa dela(e) e se declara! Pega nas mãos dos seus pais, dos seus irmãos e diga em alto e bom tom EU TE AMOOO!! Faça isso, deixa fluir esse sentimento maravilhoso que está aí dentro de você! Peça forças e coragem a Deus, deixa de lado essa timidez que não vai te levar a nada! Ame e se deixe ser amada(o).
Sociedade do “Eu senhor de Mim Mesmo”
O que falam da sociedade?
Falam como se ela fosse pessoa,
A personificação da vontade coletiva,
Que muitos ao citá-la a deixam incompleta,
O que falam da sociedade,
Falam excluindo o eu.
O que falam sobre o eu?
Falam sobre o eu contido no outro,
Sobre o que o outro deve fazer,
Para satisfazer o meu eu,
Eu? Longe disto. Longe de lançar o eu sobre o tu,
Lançamento de responsabilidades, obrigações,
Lançamento para onde apontam os olhos,
Inclusive para onde apontam os olhos da sociedade,
Esta incluindo-se o eu. Sociedade de todos nós,
Fazemos parte da mesma sociedade e,
As mazelas do mundo são nossa responsabilidade, pois
Direta ou indiretamente contribuímos para o futuro,
Lançamos para o tempo futuro todas as nossas omissões e exageros,
Formando seres mal formados, individualizados e individualistas,
Às vezes excluídos, ás vezes excluindo-se da tal sociedade.
A vontade coletiva corre fragmentada, assinérgica, amoral, dissociada,
Do principio de sociedade, com vontade, social e civilizada. Civilizada?
Como idealizar civilização, civilis, cidade sem objetivos convergentes?
Civilização fragmentada em valores, em conduta moral e ética,
Onde a obrigação transforma-se em ato heroico.
Como inverter esta mão?
Como multiplicar a vontade de desfragmentar a sociedade,
Trazendo-a para mim, para nós, incluindo-nos nas críticas,
Somando valores, contribuindo, posicionando-se,
Dizendo não, saindo de cima do muro, escolhendo o caminho mai estreito? Como?
Vejo ao longe a tal alavanca de evolução da sociedade...
não as guerras que impulsionam a tecnologia,
nem os gênios que desdobram, explicam e replicam suas teorias...
vejo ao longe a alavanca chamada educação... mas ao longe,
assim como os marginais, vejo ao longe... será que estou à margens?
Ou todos estamos, pois na sociedade fragmentada cada um é conjunto...
Conjunto unitário... consciência unitária... anti Weber, anti Dhurkheim, anti sociológica,
Dela resta apenas a lógica, uma lógica unilateral, intravisionária, egocentrista e autoritária,
Que impõe, não soma... enfia, coloca abruptamente seguindo a ciência do eu acho,
do meu primeiro, do eu no centro da minha vontade,
onde o outro é serventia ao meu senhor: eu. E o eu perde a identidade, pois
o “caráter individual que diferencia os seres”, diferencia o que de quem, em uma sociedade
formada pelo eu como conjunto e o seu interior como universo?
Fardo
Eu devia era ter vergonha de escrever um texto sobre amor próprio. É triste ver tantas pessoas aí sofrendo por namorados que as tratam mal. Pessoas bacanas, pessoas direitas, pessoas que poderiam estar felizes mais sozinhas do que num relacionamento falido. Simplesmente tenho é raiva de ver que as pessoas se deixam ser tratadas como lixo de hospital. Jogadas de lado, maltratadas de forma espontânea. Sofrendo como se houvesse uma pessoa que a pudesse fazer feliz nessa vida. Aliás, nem isso a pessoa está mais fazendo. Nem felicidade traz. Vai estudar, trabalhar, escrever algo, sai com teus amigos. É vergonhoso que em pleno século XXI as pessoas precisam ler um texto para se mancarem que estão sendo babacas nas mãos de alguém. Sim, sei que dói, que você ama a pessoa. Mas pelo amor de Deus, SE AME! Se ame ou pare de se lamentar para os coitados dos seus amigos que estão cansados de ouvir que a pessoa te trata mal, que te faz mal, que gritou contigo, que te bateu e fez você chorar. Vai ver criatura. Para de se prender a quem te traz mais lágrimas que sorriso.
Identidade: característica própria e exclusiva de uma pessoa.
"Eu nasci assim, eu vivi assim, eu vou ser sempre assim"
Pode falar: Síndrome de Gabriela... eu assumo sim.
Síndrome um estado mórbido caracterizado por um conjunto de sintomas produzido por uma ou mais de uma causa.
Eu vou ser sempre assim... não vou viver de maneira diferente... nem tente.
As coisas são do jeito que são
Sou parte passiva do processo,
escravo de minha identidade.
Mudar? Não,não vejo nenhuma possibilidade...
Nada pode ser alterado, nada vai ser mudado,
sou fatalista... pra mim não tem mais jeito
vivo num mundo imperfeito...
Então eu digo: tá tudo errado.
Entendeu?
Sabe Moreno, faz muito tempo que eu não fico tanto tempo só com uma pessoa... Faz tempo que eu não sinto essa vontade, que eu não me deixo levar, que eu não me entrego. Já te expliquei isso, né?! Mas você me deixa tão solta..que acaba me prendendo.
- Eu matei uma pessoa!
- Como assim matou uma pessoa?
- Matei...
- (silêncio) Mas como?
- Determinei que ela não existisse mais em minha vida. Se não existe mais, logo está morta!
Não quero me casar com uma pessoa que eu já conheço...
Quero me casar com alguem que quero passar o resto da minha conhecendo!!
Só eu que não paro de pensar nessa pessoa que também pensa em mim mais prefere ficar com uma outra pessoa
Aprendi que nunca podemos dizer a uma pessoa "Eu te amo." sem realmente amar a pessoa, nunca podemos dizer "Para sempre." sem poder prever o futuro ou sem querer que seja para sempre, nunca podemos prometer algo que não iremos cumprir, nunca podemos fazer promessas porque a partir do momento que você não cumpri a tua promessa ela se torna uma divida que pode causar fortes dores de cabeça no futuro, nunca podemos planejar o amanhã porque nunca saberemos se ele virá, nunca podemos ter uma opinião sobre alguma pessoa sendo que nunca nem se quer tivemos algum tipo de contato com a pessoa. aprendi também que nunca podemos julgar as pessoas pela aparência pois ela muda e o que realmente importa é o coração dela, os sentimentos dela, as intenções dela com você e com os outros.
Enfim, eu te amo, eu te amo mais que tudo, eu te amo mais do que alguém pode amar outra pessoa,
eu te amo tanto que sinto medo desse amor, eu te amo tanto que te defendo de seus medos, eu te amo ao ponto de te odiar e orar por você toda noite,
eu amo tanto quando as pessoas me falam de você, eu te amo tanto que me odeio a cada dia por isso.
Eu te amo tanto que chego a achar ridículo alguém amar assim, eu te amo tanto que evito de te ver por não conseguir disfarçar,
eu te amo tanto que não cabe isso no seu entendimento, eu te amo tanto mais tanto que escorre pelo olho, eu te amo tanto que preciso te esquecer.
Eu te amo tanto que esqueço seus erros quando te olho, eu te amo tanto que não te quero por perto
por saber que é tanto amor que esqueço de mim e dos meus princípios.
É a saudade que mais dói...não de uma pessoa ou de uma época... é saudade do que eu sentia e não sinto mais, de um sentimento que quebrado se desfez, estilhaçado, o que não se reconstrói.
Procurar alguém pra amar.
Ta aí uma coisa que eu não faria. É difícil fazer uma pessoa entender as coisas da maneira que eu prefiro entender - sim, porque a maneira mais fácil de entender tudo é entender do jeito que todo mundo entende.
Nada contra os caras que usam brincos, usam regatas, ouvem pagode, funk e have metal, que mascam chiclete colocando a língua pra fora, usam boné e não entendem nada das estrelas. Mas eu sou exigente.
Com 12 anos eu comecei a fazer a minha lista do homem perfeito, aquele com quem eu casaria. E eu vou te dizer que não era nenhum um pouco perfeito pra maioria das pessoas.
Eu escrevi que ele tinha que saber me irritar, me tirar do sério, mas também me deixar doida de amor com um só olhar. Tinha que ser nerd, falar de coisas que eu sequer sonharia em algum dia entender, ler os meus olhares e não sair do meu lado quando eu gritasse pedindo pra ficar sozinha.
Ele tinha que saber ignorar os meus chiliques, entender as minhas manias e respeitá-las - afinal, seria insuportável conviver com alguém que não respeitasse a minha organização pessoal.
Eu gostei de alguns rapazes. Gostei de verdade. Com 15 anos eu conheci um rapazinho que mexeu com meu coração. E ele me deixou ouvir as músicas que estavam no MP3 dele. Que horror! Ele ouvia pagode.
Eu desiludi.
Sofri por alguns dias, porque a amizade dele era importante pra mim, mas a minha exigência estava acima de tudo isso.
Por isso sempre fui chamada de inconstante. Uma hora gostava, outra hora não queria nem ver a cara do fulano.
Não preenchia os requisitos, me entende? Não me surpreendia. Se Deus tinha algo além do que eu pedia ou pensava, o homem que Deus separou pra eu casar deveria me surpreender. Mas eles não me surpreendiam.
Os agrados sempre eram previsíveis, as músicas nunca me agradavam, meus olhares nunca eram entendidos, e eu era nerd perto deles. Eu sempre gostei de escrever, e nenhum deles tinha a paciência de ler um dos meus textos de 3 páginas. Porque eu iria casar com um cara desses?
Mas eu tinha a maior das exigências: ele tinha que amar a Deus acima de tudo, acima de mim e de tudo o que a gente possivelmente construísse.
E lá estavam aqueles alguns que eu gostei na minha adolescência. Todos perdidos em algo dentro de si, esquecendo-se do essencial, do que sempre girou meu mundo: a vontade de Deus.
Eu até usei a amizade que tive com esses alguns pra falar do amor de Deus, e eu realmente acredito que a semente que eu plantei um dia florescerá.
Mas não passou disso.
Eu precisava me sentir segura espiritualmente com a pessoa com quem eu sonharia em me casar, não importa o preço que eu teria que pagar, o tempo que eu teria que esperar... Eu queria ele. Aquele que desde que eu estava no ventre da minha mãe Deus já cuidava pra mim.
Aquele que também estava me esperando.
Eu não acredito numa atitude de aceitar Jesus para agradar alguém.
Eu sempre digo que uma moça deve procurar por aquele que já é de Cristo, e não confiar naquele que ela traz do mundo para se converter e depois iniciarem um relacionamento.
Tenho exemplos disso dentro de casa.
Meu pai não era convertido, foi pra igreja por causa da minha mãe... E nos primeiros meses de casados, ele chegava do trabalho e ela servia Whisky pra ele. Ela orou por 15 anos para que ele se entregasse de verdade a Jesus Cristo.
E eu, definitivamente, não queria isso pra mim.
Eu preferi chorar muitas vezes mandando um ou outro rapaz que eu gostava muito sumir da minha frente, do que chorar anos a fio arrependida pela escolha que fiz.
Não me custou evangelizar nenhum deles, me custou algumas lágrimas fingir que eu não gostava, não atender o telefone, não responder o e-mail, excluí-lo das minhas redes sociais. Mas, sinceramente?
Foi a melhor coisa que eu fiz.
Eu confiei em Deus mesmo sem entender tudo o que acontecia, mesmo me achando uma louca inconstante que esperava algo que ninguém mais esperava.
Mas Deus me enviou ele.
O meu cientista que sabe me fazer ouvir e entender as estrelas. Que me mostra cada uma no céu, que me ensina sobre coisas que sempre me passaram despercebidas. Que se empolga nas suas explicações me enchendo de orgulho.
Eu esperei pela pessoa certa. A que preencheu todos os requisitos. Desse modo, não há motivos para desistência.
A gente se completa. A gente se encaixa. A gente se entende. A gente se ama como nunca amamos ninguém, e isso nem eu e nem ele precisamos dizer, porque a gente sente.
Amor, obrigada por me fazer ouvir e entender as estrelas todos os dias. Você é o que eu tenho de mais lindo, e presentes assim só são dados pelo Senhor. E à Ele eu serei grata pra sempre.
Te amo mais que a mim.
