Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
É de Coração
Eu sinto você, morro de saudade, falo isso de coração. Eu não perdi a minha vontade de sorrir, de dividir meu banheiro ou o meu espaço com outra prometida do destino, mas repito de coração, morro de saudade de você. Meu relacionamento com você foi puro e duradouro, não esperava que acabasse um dia, fiquei surpreso, ele deixou marcas, mas também me deu tatuagens com os significados sobre o verdadeiro amor. Em legítima defesa confesso que já matei alguns sentimentos, mas como um artista, continuo desenhando o seu belo rosto todos os dias na minha mente. Estou ouvindo alguns conselhos e deixando o tempo me ensinar a ser intolerante com a dor, busco entrar num estado de espírito "pacificador da alma e do coração" para criar um novo canal que me leve a acreditar novamente no amor.
Eu quero um romance que impulsione minha vida e que me resgate da solidão;
Pois me perdi da minha alma e não sei como voltar, estando precisando de uma ajuda para entrar na felicidade;
Minha rebeldia é momentânea para que eu tenha mais atenção;
Hoje eu me vi tão fraco, hoje me perdi dos meus sentimentos mostrando-me que tudo estava bem, mesmo não existindo ninguém para sentir pena do meu coração;
Hoje eu nem penso em mais nada, mas o meu sorriso frágil não me traz as certezas de que preciso para me erguer;
Sem encostar os meus pés no chão e sem ter a segurança de assistir meus passos beirando a calçada equilibrando o meu coração;
De tanto apostar minhas fichas em qual quer esquina eu perdi minhas certezas do que há segurança para o meu coração tão descrente para com a minha vida;
Devo reconhecer que de nada me serviu os erros e não aprendi coisa alguma com o meu próprio superar, não posso mais esperar por esperanças perdidas;
Tenho aqui um coração doente sem força de se alimentar por um amor inventado;
Meu compromisso é com meus sentimentos em silêncio que em gestos não notáveis caiu de fome de não querer ser feliz;
Minha vida inteira eu me perdi e também me encontrei para não querer errar novamente, imploro perdão chorando de joelhos no chão;
Piedade e misericórdia ao meu passado que causou tanta angustia, mas me aceite, pois sou um ser humano pecador de carne e osso;
Eu me recuperei sem lembranças ruins esquecendo o desespero de a miséria chamar com a violência fez com que eu ficasse entre a necessidade e o crime;
Não sei onde me perdi ou se teve alguém que tenha me roubado para que eu nunca pudesse ser feliz;
Sei que não sou escravo de sonho nem de lamentos para viver com a demora de ser feliz;
Então aquele sonho que habitava meu coração se desfez trazendo o medo de estar;
Já perdi muito, mas o que nunca perdi foi a determinação de continuar insistindo até que eu vença ai final;
Eu perdi tantas coisas, mas ainda guardo as coisas boas que eu fiz e faço para quem eu amo e ninguém pode me tirar;
Muitas vezes que busquei acertar eu mais errei me perdi e me encontrei para me assistir em cima de qual quer muro de alguma esquina qual quer;
Eu perdi o meu coração para alguém que me embala nas loucuras da vida que não vive o certo, mas o suficiente;
Nunca deixa de esconder a sua dor, voa através da esperança de seguir um caminho duradouro de um amor verdadeiro;
Meu tempo passou que eu nem percebi o quanto me perdi da inocência que minha infância cultivava fazendo-me continuar a ter tamanha esperança;
Não quero ter a fraqueza ou ser tão covarde para me esconder e ficar assistindo minhas derrotas se aproximarem;
Quero mostrar o quanto tenho coragem para dizer pelo meu coração confesso que estou aqui para me refazer e te contemplar entre a perfeição;
"Havia um jogo de crianças que costumávamos brincar:
Quem ri primeiro perde,
eu perdi, e ainda não parei "
☆Haredita Angel - 21.06.14
Eu já perdi as contas da quantidade de vezes que eu errei, que fracassei e que me estrepei na vida. Mas... se ouve tantos erros e tantos fracassos, significa que ao mesmo tempo muitas vezes eu me levantei, me reergui, me superei e não desisti!
- Eu continuarei tentando.
Na vida pensei que perdi muitos amigos, porém uma voz me disse que eu não posso perder o que eu nunca tive.
A partir do dia que eu encerrei o meu serviço ativo nas fileiras do glorioso Exército, eu perdi a minha autoridade funcional.
Porém, a minha autoridade moral, em nada mudou, continua intacta ad aeternum.
Os nossos lenços a postos
nas nossas cinturas,
Você veio na minha
direção e eu perdi o ar,
Quis capturar o seu
respirar porque não
via a hora de te beijar
a poesia estava no seu olhar,
Começamos a dançar
a Tirana do Lenço
com cada um no seu tempo
colocamos os lenços a girar.
