Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
As vezes amar é difícil , porque você tem que ter certeza de que aquela pessoa não vai te machucar , mais nunca sabemos porque sempre alguém vai nos fazer sofrer
Olhando aquela estrela
Lembrei do meu grande amor
Saudade dos tempos perdidos
De tudo que o tempo levou
Olhando aquela estrela
Senti algo dentro de mim
Uma voz que aos sussurros dizia
Que tudo terá o seu fim
Olhando aquela estrela
Eu compreendi seu olhar
Sorri com o mistério da noite
Ganhei a alegria de amar
Olhando aquela estrela
Eu pude entender o que é sonhar
Quem faz planos para toda vida
Um dia, uma estrela será
Olhando aquela estrela
Eu soube saber quem eu sou
Apenas mais um entre muitos
Que brilham e superam uma dor
Olhando aquela estrela
Não foi tão difícil pensar
Naquilo que todos falavam
"Se eu quero, também vou brilhar"
Olhando aquela estrela
Pulei de um arranha-céu
Voei como um passarinho
Beijei os seus lábios de mel
Olhando aquela estrela
Fiquei frente a você
Saí do meu coma profundo
Você me ensinou a viver
Olhando aquela estrela
cadente, temi o pior
Mas tudo ficou bem mais simples
Meu mundo mudou para melhor
Olhando aquela estrela
E as outras também ao redor
Me fez refletir que na vida
Jamais ficaremos tão sós
Olhando aquela estrela
Clareando a escuridão
Queria mostrá-la aos meus filhos
E aos outros que ainda virão
Olhando aquela estrela
Sepultei a minha solidão
Julguei inocente o destino
Te entreguei o meu coração.
Ainda espero pelo dia que ela entrara pela aquela porta pedindo-me a minha mão.
Levando os braços, o corpo, a alma e meu coração.
Acabou como sonhos que acabam ao acordarmos e que deixam sempre aquela vaga lembrança que te faz voltar a dormir pra quem sabe conseguir sonhar o mesmo sonho, quando no fundo você sabe que é impossível.
Amiga é aquela que está ao seu lado nos bons e maus momentos.Amiga é aquela que te conta tudo, tudo mesmo. Que não te deixa chorar, Que não tem medo de dizer EU TE AMO !
“A dona dos meus desejos”
A mulher de meus desenhos,
Aquela a quem vejo em meus sonhos
Aquela a quem me atenho,
Pra quem versos eu componho.
Seu nome esta em meu ser
A sós com ela, me exponho.
Ela parece em meus olhos viver.
É a bela da minha casa,
É quem entrou em meu coração sem bater.
Seu jeito de agir, me abrasa.
Quando sai, me deixa em pedaços,
Ela me faz se dissolver.
Mas sempre que sinto seu abraço,
Sinto-me reviver.
Ela é a dona dos meus desejos,
Quem me ocupa todos os espaços.
É quem me mostra o alvorecer.
Meu amor por você, eu esbravejo.
Em minhas fantasias você está.
É você a quem eu quero e almejo
A você vou sempre amar...
24/03/2011
Aquela antiga prateleira de ferramentas
Jbcampos
Ei... João; cadê o serrote da sua mão? Papai deve estar atrás da prateleira, já que o seu Pereira o usou de primeira mão... Tá bem então... Dê-me um beijo e um abraço. E depois pegue-o, por favor, pois, tenho de serrar este tampo para pregá-lo sobre as pernas daquela mesa de dona Tereza. Que vida boa papai, estamos sempre juntos nos afazeres da lida já há 120 anos...
Como tempo passa ligeiro restando-nos os mesmos janeiros.
Luz & Vida
Você me é um “bem” continuo e crescente ...me proporciona algo bom,aquela sensação de chocolate quente em dia preguiçoso;Um misto de psicose e sanidade...uma polaridade nova ...uma BELA tentativa .
Eu te via melhor antes com aquela luz sombreada em azul profundo que o “ao vivo” da lua nos permitia .Quem sabe eu não saiba nada. Quem sabe eu tenha errado o time , mas é te verbalizando assim que te mantenho aqui ,intacto ;sem complemento ou adjunto adverbial;sem trocas de beijos em alguma rodovia danificada , sem retornos negativos .De uma forma contraditória ,porém nobre, eu te agradeço por me mostrar que nada é realmente de ninguém , pois agora eu me sinto muito bem preenchida e com carga máxima ... planejando pra quem finjir “amor” na próxima noite de sábado.
É uma pena, que belas tentativas , não servem de nada .
É uma pena ,novamente, que você teve de ser você.
Uma mulher descente, é a mulher que tem inteligência, não aquela mulher que é perfeita e só tem vacuo no cérebro.
Sabe aquela história que dizem que nós temos que aproveitar cada minuto da nossa vida como se fosse o último? É, ela funciona pra mim, e eu tento aproveitar minha vida o máximo que posso. Mas isso não significa que eu vou ter que me entregar a esse mundo e me deixar ser iludida por as pessoas que vivem nele.
LAGRIMAS
A primeira lágrima caiu e nem era noite
A canção já não mais ecoava aquela bela sintonia
O sol se punha e eu extasiada com minhas vãs iras
Os pássaros buscavam refúgio nas copas das árvores
A lua tímida saia refletindo assim a minha incerteza
Se mostrava cheia e eu mostrava-me a ela incompleta
Qual o cheiro do vento?
Tão salgadas são minhas lágrimas
São líquidas e não consigo saciar minha sede
Sem lenço enxugo-as em minha camisa
Como criança agora me vejo por este ato
Mas com uma inocência já não tão real
Tudo indica que aquela geração que tanto gritava aos quatro ventos que queria mudar o mundo VENCEU! Os beatniks nos anos 50, os jovens hippies nos 60 queriam quebrar todos os preconceitos, parar a guerra com as flores e ervas, criar um espaço de expressão corporal onde tudo é possível...mas eles não queriam esperar, estavam com muita pressa. Minha vó sempre dizia "a pressa é inimiga da perfeição". Fico imaginando onde foi que esta turma se escondeu? Tenho certeza que a maioria ainda está na área, na faixa dos 58 à 60 anos de idade. O movimento Paz e Amor teve adeptos no mundo inteiro, a filosofia se disseminou rapidamente e surtiu resultados.
Pois é, os resultados pelo jeito foram desastrosos. Temos aí um período de 4 décadas de transformação ininterruptos, crescimento tecnológico altamente progressista e consumista, destruição e extermínio da fauna, flora e extrativismo mineral em grande escala. Uma população que cresce e se estabelece desordenadamente; doenças se proliferando incontrolavelmente e usinas nucleares vazando...vazando...matando.
Agora me respondam "QUAL É A FAIXA ETÁRIA DOS GOVERNANTES, DOS EMPRESÁRIOS E DA MAIORIA DA POPULAÇÃO?" Quem respondeu entre 58 à 60 ACERTOU! Eles queriam tanto mudar o mundo, CONSEGUIRAM! Está aí o mundo sonhado por eles. Parece que tudo aquilo que se propuseram a fazer simplesmente foi guardado no fundo do baú junto com algumas mechas de cabelo cortados - símbolo de rebeldia - e algumas batas coloridas e aquele par de óculos estilo John Lennon. Tudo isso foi trocado por uma terno e tailler, cabelos bem tosados, unhas limpas e bem feitas, ray-bans e meias finas, carro esporte e John Walker.
E as mudanças não pararam por aí, alcançaram o espaço cibernético, criaram o espaço virtual onde o mundo está aqui nas pontas dos nossos dedos e nosso corpo há menos de 50cm dos olhos do mundo. Conheço pessoas que tem de 2 a 3 aparelhos celulares, descobriram que são felizes assim...ao telefone.
Em uma previsão otimista garanto que a maioria está super arrependida do que fez e agora luta desesperadamente para reverter o grande BURACO da camada de ozônio e assim como o grande furo FURO que deixaram para as próximas gerações. A corrida do desarmamento não está rolando, só o que vemos são uma grande produção em escala de armas e munições, explosões para todos os lados...corpos pra outro. Assim criamos estes monstros que ao por suas mãos em armas sentem-se deuses e num delírio de poder aponta, julga, condena e mata dezenas de inocentes.
PARABÉNS GERAÇÃO BEAT E HIPPIE, VOCÊS SÃO CAMPEÕES
Faça de tudo para que aquela pessoa não descubra teu ponto fraco. Se ela descobrir, considere-se uma pessoa totalmente dominada.
Senhora menina e suas cascas.
Que bela jovem era aquela. Tinha nela alguma poesia, uma filosofia qualquer. Não me parecia ter lido, assim tantos livros, mas parecia saber de algo, algo que talvez não tivesse aprendido, algo que talvez tivesse percebido. Ela tinha uma maneira peculiar de olhar, uma maneira peculiar de se movimentar. Seu movimento era em direção ao outro, ela se olhava no espelho do outro constantemente. Mas o que será que havia de irreal no encanto que ela causava? Será que por intuição ela sabia o melhor ângulo para cada espelho? Será que ela se contorcia para ficar na melhor pose? E o pior, sim, eu suspeitava do pior... Todo aquele malabarismo machucava os músculos da senhora. Ela em algum lugar ainda não havia percebido, que naturalmente já era linda. Que não era necessária nenhuma pose extraordinária para enfeitiçar o espelho. Não, não aquela menina. Ela era magia nas lentes fotográficas, e parecia ainda melhor nas lentes que captam movimento, sim, ela era movimento.
Até que um dia, a menina decidiu que não queria mais ferir seus músculos para agradar espelhos, ela enfim descobriu que a única pessoa que vê o reflexo é ela mesma. Sim, ela descobriu que poderia ter mil espelhos, poderia fazer mil poses, mas só veria a ela mesma, e só ela, só ela a veria. Já que o outro, também veria a si próprio no reflexo dela.
Houve um dia em que a menina se apaixonou por ela mesma através de um espelho, um espelho que a fazia se movimentar. Mas havia uma certa pintura naquele espelho, uma pintura estranha que a impedia de ver alguns detalhes.
Aquele espelho de fato não era um espelho normal. Tinha qual quer coisa nos seus olhos que não se faziam entender, tinha uma filosofia em movimento de contradição, de ebulição ou seria, de implosão? Às vezes era invisível, às vezes a tornava linda. Mas isso de se perder cansa e fascina, fascina e cansa. Era muita contradição, eram mentiras sinceras, logo ela que dizia se interessar por mentiras sinceras. Aquele espelho pelo menos teve valia, na sua loucura de pólos desconexos, deu a mão para e menina e ajudou a descobrir seu nada.
A menina começou a arrancar cascas, aquele espelho exigia muita energia, fazia bem, fazia mal. Estava sempre em eminência de partida, partida que não se concretizava. Aquele espelho era expectativa, era promessa. A menina passou a querer concretude, a menina não queria mais uma promessa, ela queria um presente. Mas o presente do espelho era como seus olhos, hora intenso, hora distantes. O espelho amava o reflexo de si nela, porém as vezes se assustava. Ela num dado momento se assustou também. Havia alguma coisa de errado na pintura daquele espelho. A pintura mudava de cor. A menina resolveu então que quem iria partir era ela. E partiu. Ela partiu o espelho também. Que hoje em fragmentos reflete outras coisas. Ela também reflete outros, também se fragmentou e se descascou ainda mais.
Talvez ela nem lembre mais, talvez sim. Um dia talvez foi a última coisa que ela disse se olhando no espelho. Um dia talvez ela se torne amiga do reflexo que enxerga naquele espelho, agora ainda é confuso demais.
Um dia... O espelho que hoje reflete outros amores, outras filosofias, guarda a lembrança do reflexo da menina, sem contorcionismos. Ele não guarda seus movimentos em fotos e até mesmo os retratos que o espelho tem dela, são fragmentarias, misturadas. O espelho já sabia em algum lugar. O espelho misturará a menina com o ambiente. Ele queria, ela também. Ela nada, ele nada, ela tudo. Amizade.
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