Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
"Enquanto houver vida, que eu só queira viver... em paz e capaz de sorrir com o pouco do que faz a gente sentir que é feliz".
Estou aqui pra pedir desculpa.. Desculpa por eu ter tentado te fazer feliz..esse pouco tempo que ficamos juntos.. Pra mim pareceram muitos.. Desculpa por me preocupar com você.. Acho que me preocupei até demais..desculpa por gostar de ficar com você, quando você só me tratava mal..desculpa por fazer vc rir tantas vezes.. Enfim..desculpa por eu te amar tanto.. Acho que encontra uma garota melhor.
Sei tão pouco sobre juventude; apesar de eu ainda ser tão jovem. Dentro de uma consciência juvenil só resta o pecado da carne e os mistérios que só mesmo estes entendem.
Pressinto
Por mais que eu te queira, sempre pouco
há de parecer.
Impossível fazer algo sem que em meu
pensamento estejas.
Caminho ao teu lado, embora não me vejas,
sei que a mim sentes.
À mim importante é saber que dentro do meu
peito estas.
Teus passos eu os sinto em mim, pisas suave
para que eu não venha a sentir.
Além dos teus passos, mais de ti em mim existe.
Há coisas que calo.
Calo, para que outros não pensem que o meu
interior esteja a mentir.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Eu acredito no meu trabalho.Não sou egoísta, tão pouco orgulho("infelizmente"). Eu acredito no meu trabalho.Cada um, vende o peixe que tem.Cada um, sabe de si!
Em pouco mais de 10 anos tudo mudou. Aquela pessoa que eu tanto amei foi embora sem dar tchau. A vida tomou rumos diferentes do que eu imaginava. Coisas inacreditáveis aconteceram.
Mas, o mais importante, é que aquela garotinha teria muito orgulho se pudesse enxergar a vida dela 10 anos depois.
“Se há uma coisa que lamento é dizer muito, às vezes quando eu só precisava dizer pouco e dizer muito pouco quando eu só precisava dizer mais.”
Eu tenho pouco pra falar
Muito a fazer
Muitos me julga
Poucos me entende
Poucos querem dar e muitos receber,
Porém não é assim que as coisas tem que ser.
...e se mesmo depois de muito tempo, ainda foi pouco o tempo pra te esquecer, que há eu de fazer, senão esperar que o tempo me traga o esquecimento, ou quem sabe, há qualquer momento...você?
Não sou perfeita...
Nem tão pouco desejo mostrar o que não sou...
Eu sou assim do jeitinho que você me VÊ!
Tenho meus altos e baixos...
Minhas tristezas e alegria...
Mas uso SEMPRE e prefiro SEMPRE a sinceridade, em qql circunstância...
Talvez eu seja problemática...inconsequente...falante demais.
Sorrindo um tanto demais, horas de menos... Será bipolaridade?
Ahhhh tô nem aiiiii. Não seria eu...
Eu só sei que sou assim...
Goste ou não assim sou eu...
Não me escondo...
Só devo a quem me criou, o Divino que existe em mim e que existe em você.
O exoesqueleto não define o que somos e nem tão pouco mostra a excelência do verdadeiro eu, o eu que no silêncio se revela, se mostra, se exibe... Se maximiza com nossos medos, defeitos e sem máscaras de acidez, rebeldia ou seja lá o que for que você transparece por essa pequena e frágil máscara
- Nem sempre mostramos o que queremos ser e sim demonstramos o que de fato somos...
"O sol nascia belo e o seu sorriso encantava meus dias e eu pouco percebia até que parei de vê-lo.
Os dias sempre convidativos para fazer tudo ou nada e estávamos vivendo o momento,até certo ponto.
Uma última fotografia é uma prisão ela me permite ver você feliz ao meu lado e que vontade de te tirar dela e trazer você para minha realidade.
O soldado lhe trazia uma convocação e era para guerra.
O dia que você partiu eu apenas o abracei e vi teus olhos,se eu soubesse teria o beijado.
E que desgosto saber que minhas manhãs ficariam vazias,mas isso foi minúsculo ao saber que você havia sido assassinado por um rival pouco tempo depois...
Os dias nasciam com um belo sol mas seria encantador o seu sorriso outra vez."
Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.
Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas...não seria no presente?).Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).
Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post.Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!
Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se...?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.
E tem mais!
Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!
Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.
Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi! Eu também perdi o sentimento de perda. Esse - que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia - continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.
Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui...
Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência. As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente...materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!
É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”. É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.
E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.
E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.
Pois é. Eu perdi muito.
Tempos de criança
Há quem faça pouco caso dos desejos das crianças, eu não, sempre analiso e procuro entender o porquê de alguns anseios infantis. Dizem os psicólogos e psiquiatras que os acontecimentos repercutem por toda a nossa vida e acaba formando nossa personalidade, um dos motivos de tentar entender o que se passa na cabeça dos pequenos é o fato de eu já ter sido criança (claro), e na minha infância tive inúmeros desejos que jamais foram atendidos. Lembro dos tempos de escola, início das aulas pra ser mais exato, ficávamos eufóricos, loucos pra saber qual seria a novidade no nosso material escolar, o que os adultos não sabiam é que a partir desse aparato escolar, faríamos sucesso ou não na nossa turma, um material legal era imprescindível para ser um aluno descolado, um material ruim acabaria com nossa vida social e consequentemente nossa auto-estima. Lá estava eu aguardando o material chegar, chegou, me dei por satisfeito com o material que me foi dado, mas o que pouco sabem é que o demônio mora na comparação. O primeiro dia de aula é especial, tão especial que eu acho que até tomava banho antes de ir para escola. Ao chegar, todos vindo de férias, tanto tempo sem fazer nada que nos fazia até sentir vontades estranhas, como vontade de estudar, por exemplo, vontade a qual não durava mais de uma semana. A tragédia aconteceu, um colega tira um estojo, estojo que me parece mágico na lembrança, cada botão apertado revelava um aparato; borracha, apontador, régua, tesoura, olhei para o meu, feito de tecido, simples, o fecho era apenas um zíper, senti uma tristeza, já era a vontade de estudar. Chegando em casa pedi para comparem um estojo daquele pra mim, que eu precisava dele, sem ele não poderia estudar, ele era peça essencial para o meu aprendizado. Assim que acharmos o estojo compraremos pra você, eles disseram. Em agosto faço 37 anos, até hoje espero o dia de ganhar meu estojinho...
Felicidade me ponha perder de amor, talvez não seja pouco que eu queira, talvez não seja muito ,mas o importante é que não sei viver sem amor.
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