Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Libidinosas noites tive...
Ingênuo tal qual escorpião...
No abraço do meu inimigo encontrei...
Mais afeto que a um irmão
E andei por todo um mundo...
E pelo menos pensei...
As imagens que as vi...
Por tantas encontrei ou tantas outras que perdi...
Não sei se ainda estou...
No que fiquei a sonhar...
Em névoas que adormeci...
Será que despertei alguma verdade ou com mentiras me cobri?
Ando já sem descansar...
Na vida sem dormir...
Anseio que rasga o meu peito do que já vivi...
Daquilo que eu quero...
De tudo que já não sinto...
De tudo que já senti...
Tudo quanto eu pedira...
Tudo quanto ambicionara...
Tudo quanto pouco ou muito eu amara..
Com que ergue-se o destino...
Entre o tudo e o nada...
Da sorte desejada...
Ou da que está por vir...
Tanto andei...
Em estradas que julguei sem fim...
Lugares deserdados...
Sempre sonhando, tendo fé...
Pouco desisti...
Nada sei...
Nada valho...
Entre tantos embaraços...
Será que muito ou nada faço?
De tanto que me arrependi...
E que faria ou não novamente...
Tudo amo...
Pouco compreendo...
Assim como tu...
Apenas sigo...
Um pouco...
Aprendendo...
Sandro Paschoal Nogueira
Com o decorrer da idade o que antes era muito agora sabe-me a pouco, e a maturidade faz-me ainda mais louco aos olhos daqueles que têm uma loucura diferente da minha.
Quando o pão se justifica
com as botas que lambemos,
muito pouco dignifica
as açordas que comemos.
I
Em tão grande liberdade,
os homens parecem meigos,
pra que os filhos sejam leigos
de uma outra sociedade...
Todos andam à vontade
numa regra que se aplica
a quem teme e não critica
as tais botas obscuras,
ignorando as ditaduras
quando o pão se justifica.
II
Entre bola e pouco mais,
sobram livros nas escolas,
porque faltam sempre bolas
às justiças sociais.
Foram filhos, serão pais
neste chão onde vivemos,
onde rimos e aprendemos
a cartilha dos descrentes,
quando a vida nos dá dentes
com as botas que lambemos.
III
É assim, estão na moda
essas línguas produtivas,
criam calos nas gengivas
e lambem com a boca toda...
São tacões da alta roda,
sugadores de uma só bica,
arraial que não se explica,
sementeira da nação,
mas aqui, onde há bom pão,
muito pouco dignifica.
IV
Alentejo, este celeiro
nobre, digno, tão honrado,
não deixa de estar minado
por quem lambe o dia inteiro...
Lambe quem chega primeiro
o calçado que aqui temos,
e assim o que colhemos
são os danos desse fruto,
que tempera sem conduto
as açordas que comemos.
É sempre bom medir as palavras. Sábio é quem fala pouco e ouve mais. Você nunca sabe o quanto o outro está dispostos a lhe ouvir.
Cada pouco conta, cada esforço conta, de pouco em pouco se constrói o muito, o muito é feito de muitos poucos, o pouco é parte de algo maior, o pouco se torna muito e o muito se torna pouco, mesmo o mais frágil pode se tornar o mais forte e o mais imponente pode se tornar o mais simples, para ambos o muito e o pouco é necessário de pouco em pouco para mudarem de grau.
Fui acostumado em fazer muito e receber e aceitar tão pouco, que quando recebo muito desconfio e esqueço o super homem que sou e que realmente mereço ser tratado assim e ser recíproco.
Recomece, recomece todos os dias, recomece quantas vezes forem necessário, só não se contente com o pouco, com o morno, com o medíocre. Não aceite café ruim, amizades falsas, abraços frouxos, beijos frios e amores mornos.
Daqui a alguns tempos os seres não morrerão de fome.
Iremos morrer contaminados aos poucos por fertilizantes.
Comeremos em mesas fartas, porém contaminados sem imaginar que o modificado geneticamente e molecularmente é oque está livre de impurezas.
Estão fortalecendo um bio tipo, o qual tomaremos remédios cada vez mais pesados mas como se fosse um formol pra viver sem prazer de viver, um mero está de olhos abertos, perceptível da dor em cada minúscula parte de nossos corpos.
E, pior, com antídotos e remédios os quais não surtem efeito, a não ser, o colateral.
Contando
Segredo meu.
Dizer nunca te disse,
mas na realidade,
gosto de ti há tempos.
Gostar é pouco, eu penso
em você a todo instante.
Não sei por que dar tanta volta.
Eu te amo, como nunca amei ninguém,
e sei que isso aumenta.
Principalmente, quando se esta distante.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico da Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- President
" Infelizmente NADA é para todos e TUDO é para os gratos;
O seu TUDO pode não ser NADA para os ingratos e o seu NADA pode ser TUDO para os gratos. "
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