Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Sei que já não me quer
Nem um minuto mais
É triste saber
Mas te quero demais
Por não pensar
Me precipitei
Briguei com você
Mesmo estando certa outra vez
Faria tudo para te conquistar
E acalmar meu coração
Pois sem ti não sei viver
Vivo uma extrema solidão
Não quero mais sofrer
Além de você mais ninguém
Pois você foi a melhor
E a que sempre me fez bem
Espero seu perdão
Pois sei que nada foi em vão
Não vou te esquecer
Dê-me tua mão
Não sei porque, mas você se foi.
Não me disse adeus nem para onde foi.
Não se despediu, nem um bilhete deixou dizendo até depois.
E mesmo assim você se foi.
Me pergunto porque? , Por que você partiu assim?
Será que o erro foi meu, ou você que já não estava mas afim? .
Tantas perguntas eu me fiz e nenhuma resposta obtive.Dói pensar que você partiu.
Chorei por noites intermináveis, lágrimas que eu não via fim.
Por vezes te procurei em vários lugares mas nunca te encontrei.
Por vezes busquei solução e apenas achei o fim.
Pior de tudo é que não consigo curar essa dor que sinto no coração.
Muito tempo se passou e ainda não curei meu coração.
Te esquecer não irei, mas dei um fim na minha solidão.
Não com outra pessoa, mas aceitando a decepção.
Sei que nada irá curar essa dor você foi pura ilusão.
Me prometeu o mundo mas me tirou o chão.
E em pensar que te procurei além desse sertão.
Procurei por alguém que brincou com meu coração.
Nunca me perdoei por querer o teu perdão.
Pois o meu único erro foi ter aceitado você no coração.
hoje sei se preciso viveria o hoje
Tudo novamente cada segundo
Tenho tudo que preciso
Tudo que tenho me faz feliz
Me completa
A ditadura…
Por ser governar, sem aval do povo;
Nem sei, como ainda existe, cá em nós?!
Devido a em tal: faltar a de nós voz;
E nela haver tanto roubar; a um POVO!
Não passa de um poder: tido entre injustos;
Para ao pobre povo, escravizar;
Daí termos que a tal, desenraizar!...
Pra pós tal, nos considerarmos; JUSTOS.
Ai que dor sinto em mim, no ver fortunas;
Roubadas, da de nós: tanta pobreza;
Nas mãos, de uma dúzia de ditadores!...
Devido a haver em nós tantas lacunas;
Quem em nós transformam: força em fraqueza;
Que tão alimenta, esses tais estupores.
Com mágoa, mas também esperança;
Amar
Amar? Não sei, mas no peito sinto qualquer coisa pulsar quando você passa; é a estranha sensação, que em mim pressinto, deixa minha alma perturbada e lassa.
Sofrer? Talvez. Quando você aparece e a luz do seu olhar não se dirige a mim; meu rosto se volta e empalidece. Deve ser isso a dor que me anseia.
Chorar? Nunca... no entanto se você andasse junto de outra pessoa, talvez eu chorasse. O pranto, as vezes, nossa dor consola.
Esquecer-te? Ouve a ti, posso dizer-te um dia, no futuro hei de esquecer-te!
Quando? Não sei. Talvez depois da morte.
Porque? Porque te amo.
Tão triste
O caos dos sentidos
… ao longe
não sei onde
não sei…
mas sinto
tua ausência… o vento geme.
Faz tempo já… foste embora.
Tua imagem…
Fumaça desgarrada
Escurecendo a manhã acinzentada.
Deixou-me somente uma imagem
Deixou tão claro que por mim… estavas só de passagem.
Partiste.
Trêmula… desesperançada…
Não te espero mais, nem espero nada.
Tua imagem deixa-me tão triste.
Sinto o caos dos sentidos… completamente sem sentido.
Caos dos sentidos… desordem, revolta…
Assim está tudo à minha volta.
No princípio era o caos?
Sim… era um caos invisível, insensível, desativa..
Agora?
Sinto todo o caos na ponta dos dedos… sem segredos… tudo tão visível… uma qualidade totalmente negativa.
PASSAR
Ao te ver me faz lembrar
com poucas palavras não sei dizer
me inquieta um sussurrar
sem você não vou pensar
se era certo o incorreto
porque não desfrutar
Um olhar sem direção
essa é a gratidão
ta dentro, ta no fundo
segue em frente no meu mundo
com você vou me encontrar
quem sabe um dia nos lembrar
Bem sei que cada flor recebida...
Não foi a toa e nem em vão...
Foi plantio que fiz nessa vida...
Com amor e a dádiva do perdão
Ivânia D.Farias
PENAR (soneto)
De outras sei que já não sou a ti importância
Tu, querendo menos do que o querer parece
Tu, amando pouco do que o amor quisesse
E entre lágrimas e preces... a dura distância
De modo que a paixão perdeu a fragrância
O olhar sem o desejo... a melancolia tece
Um coração frio, como se nos polos tivesse
Certo, amor, já é outra a real circunstância
Então, da minha atenção um vazio fazes...
Silencioso, e tão repleto de entretanto
Que nas linhas da afeição só tolas frases
Já não mais ouves o poetar em pranto
Nem mais voga a dor que assim trazes
Essa, dor doída que no peito dói tanto!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Não espere por mim, sei seguir meus passos.
Não me der palpites, sei seguir minhas sugestões.
Não me critique, tenho defeitos como você.
Que Deus cuide dos meus amigos, que dos meus inimigos cuido eu!
Não sei se o amor a gente consegue disfarçar. Mas, amar você é a minha maior secreta revelação, o meu silêncio mais eloquente, o sentir mais concreto que existe. E se eu pudesse fragmentar o amor, lançá-lo-ia ao vento só pra te ter em cada canto do mundo, já que o meu coração se tornou pequeno demais para abrigar o imenso amor que tenho por você.
O meu amor tanto te procurou,
Aqui estou e quero você.
Sei que o amor nos dá liberdade,
Mas diga a verdade
Viva a verdade
Eu sei que você me ama.
Mais um ano
Não um ano a mais
Nem tão diferente
Não qualquer ano
Mas um ano qualquer.
Não sei se bem ou mal
Ele acaba de chegar
O tempo age por si só
O tempo há de nos mostrar.
Não é primeiro de janeiro
Não ano novo, mas um ano
Não falo de festejos
Nem tampouco de velhice
Falo da vida que eu mim existe.
São dezesseis anos sem volta
E muitos sem ida.
Quanto mais o tempo passa
Não sei se devo insistir
Mas o que sinto é tão forte
Que prefiro esperar e resistir
Está tudo estranho
Não consigo parar de pensar
Se a emoção seguir
Ou se vou te esperar
Foram tantos bons momentos
Que prefiro esquecer
Não são tão importantes
Como os pensamentos em te ter
Se por um minuto deixar
Novamente eu irei te falar
Serei o mais sincero possível
E perguntarei; deixa eu te amar?
Todas as vezes que penso, não consigo chegar a uma conclusão que faça sentido.
Sei que o Iury que eu amei, nunca faria isso comigo
Ele nunca me magoaria
Você o matou, tirou ele de mim
Matou Tudo que ele sentia por mim
Matou o nosso passado, presente e futuro
Você o destruiu, e acabou com a sua memória
Tirou uma grande parte de mim, uma que me dava forças para continuar
Agora não há nada, só os destroços
Nem parece que foi nessa vida
Tão distante da realidade que eu amava tanto
Parece que estou vivendo a vida de outra pessoa
Essa dor me corrói, dia após dia
Mas o que me mata um pouco a cada hora, é não entender o por quê
- 25 de Fevereiro de 2019
