Eu Queria Saber Coisas que Rima com Lais
O medo paralisa. Eu sei.
Sim, eu sei todas as respostas dos meus dilemas emocionais, mas não ouso responde-los, sequer ouso pensar nas respostas.
Mas, sei.
Eu não sei. Não sei. Ou não quero saber. Não sei nem isso. Eu...Não sei. Um eterno não saber se toma do meu dia. O fim? Não sei. O que é que eu sei? Não sei. Quando isso acaba? Não sei. O que me fez ter medo? Eu queria saber. Até ontem estava tudo tão claro. Eu sabia. Eu sabia que sabia. Hoje, já não sei nem que horas são. Pode ser 2h da madrugada ou 22h da noite. O que eu sei. É que eu não sei de nada...Ou talvez nem isso.
Quando eu morrer, me joguem no mar da literatura. Dizem que lá vivem eternamente os guardiões intelectuais.
Se eu não sei amar então serei livre e deixarei a pessoa livre tbm. Não posso prender a mim uma pessoa se não tenho a capacidade de corresponder. E todos serão felizes!
Eu já havia descoberto toda sua via, já havia ligado todos os nossos pontos em comum e os que não tinham menor cabimento também.
Quando eu era criança e fazia alguma arte, sabia que ia tomar umas cintadas do meu pai, aí rezava para meu anjo da guarda para que eu estivesse sonhando e que quando acordasse nada acontecesse. Hoje eu queria ser novamente criança para poder pedir ao anjo da guarda que tudo não passasse de um sonho.
Um dos dias mais tristes de minha vida, alguns irônicos farão piadinhas, mas o futebol é um dos poucos momentos de alegria do nosso povo sofrido e uma derrota como a que sofremos é motivo para uma guerra civil no nosso país.
Não faltarão aproveitadores para insuflarem os menos esclarecidos.
Fazer o quê?
Sentir o sabor amargo da derrota e pedir a Deus que nos dê força ao porvir.
Parabéns, guerreiros, que fizeram o que puderam para tentar ver o sorriso em nossos rostos!
Se você pretende saber quem eu sou, nem eu posso lhe dizer. Faz o seguinte pergunta em um posto Ipiranga, depois volta e me conta.
Horas se passaram, e eu tentando escrever. Não consegui pensar em nada, a não ser em não conseguir escrever. Os versos não vieram, as letras não se juntaram, as vogais não soaram como soam toda manhã. As métricas não se encaixaram, nada fazia sentido. Às rimas não rimaram, não havia sequer um motivo.
Mas é comum as vezes, o poeta perder os seus dizeres. E o melhor a fazer quando se quer dizer sem saber, é escrever, sobre não conseguir escrever.
E por não saber falar de amor, é que eu te encontro no auge do meu silêncio. Bem no fundo do coração é que sai a mais bela declaração de amor por ti.
Será negócio? O que eu sei, dizem, trocaria pelo que ainda não sei. Como fica o que já sei? Ô confusão...
Eu pedi ao meu Pai do Céu
Para vir à Terra nos abençoar
Pelos amigos, família e minha mãe
Santa Bendição para nos confortar
Vós cuide dos sofredores
Das pessoas necessitadas
Perdoai também os pecadores
E todas as crianças assustadas
Para lidar com esses problemas
Peço a Vós coragem e saber
Paciência e humildade para suportar
Sabedoria para poder compreender
Contigo quero sempre estar
Para contigo receber a Luz
Para sempre devo amar
Para sempre, amém, Jesus!
Prefiro escrever sobre o que sou e penso, à escrever sobre o que gostariam que eu fosse e pensasse...
Eu posso gritar
Fazer barulho
Me entregar nos versos
Criar canções
Te mostrar o meu melhor sorriso
Mas é o meu silêncio
Que mostra quem sou
Quem afina a dança
Quem diz tudo sobre mim
Quando na realidade
Eu não sei nada ..."
Eu vejo a vida se desvanecer, e com ela toda a beleza e o prazer. O ínfimo ser anseia entender, mas quer recorrer ao tolo saber.
Se, na qualidade de psicoterapeuta, eu me sentir como autoridade diante do paciente e, como médico, tiver a pretensão de saber algo sobre a sua individualidade e fazer afirmações válidas a seu respeito, estarei demonstrando falta de espírito crítico, pois não estarei reconhecendo que não tenho condições de julgar a totalidade da personalidade que está lá à minha frente. Posso fazer declarações legítimas apenas a respeito do ser humano genérico, ou pelo menos relativamente genérico. Mas como tudo o que vive só é encontrado na forma individual, e visto que só posso afirmar sobre a individualidade de outrem, o que encontro em minha própria individualidade, corro o risco, ou de violentar o outro, ou de sucumbir por minha vez ao seu poder de persuasão. Por isso, quer eu queira quer não, se eu estiver disposto a fazer o tratamento psíquico de um indivíduo, tenho que renunciar à minha superioridade no saber, a toda e qualquer autoridade e vontade de influenciar. Tenho que optar necessariamente por um método dialético, que consiste em confrontar as averiguações mútuas. Mas isto só se torna possível se eu deixar ao outro a oportunidade de apresentar seu material o mais completamente possível, sem limitá-lo pelos meus pressupostos. Ao colocar-nos dessa forma, o sistema dele se relaciona com o meu, pelo que se produz um efeito dentro do meu próprio sistema. Esse efeito é a única coisa que posso oferecer ao meu paciente individual e legitimamente.
