Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Vivenciam a honestidade
Tem horas que eu sinto,
Vontade de sair desta cidade.
Onde as pessoas são frias
Só existe desigualdade.
Prefiro ser solitária
A viver num mundo de falsidade,
Com pessoas que só pensam em dinheiro,
Esquecem da felicidade.
O que aconteceu com a amizade?
Com o tempo em que saíamos nas ruas
E as pessoas viviam em unidade...
Lembro-me bem daquele lindo bairro,
No subúrbio do meu Rio de Janeiro,
E me bate aquela saudade...
Era de vida simples,
Mas vivenciávamos a honestidade,
Neste tempo eu tinha,
Meus cinco anos de idade...
Eu laço o tempo,
E Conto as horas,
Eu guardo na memória,
Histórias...
Histórias tristes e alegres,
Mas que nunca me entristecem,
Só me engrandecem.
Se um dia eu achei que você fosse especial,
Hoje você me provou que é só mais um.
Porque se um dia você me fez sentir especial,
Hoje você mostrou que sou apenas mais uma.
Somos todos mais um,
Até encontrar quem nos faça sentir únicos.
Vivemos numa constante busca, pelo "sapato" que caiba/aqueça os nossos pés. Eu? Literalmente vivo buscando-o, pois calço 33...
Se eu pudesse escolher uma pessoa pra dizer que amo, eu te escolheria.
Se eu tivesse que demonstrar todo meu amor, não caberia, em nenhuma explicação ou ao menos uma palavra.
Se eu fosse dedicar todo meu afeto, a ti eu dedicaria.
Se eu pudesse mensurar tamanho do meu amor, não existiria.Por não existir uma régua infinita.
Te amo, e a ti eu dedico todo o meu ser.
Haviam passados e haviam futuros. E eu parado no mesmo lugar. Passados que nunca tinham passado e futuros que nunca iam chegar. Haviam erros e haviam certezas. Aquilo tudo a me calar. Erros que não haviam curado e certezas que nunca iam ficar.
Ah que bom seria se eu pudesse me conter quietinha dentro da gaveta. Que bom seria se pudesse conter esse meu coração exigente. Que bom seria se eu me mostrasse menos. Menos intensa. Mas esse meu lado “sintoma” é tão inerente a mim mesma, que não consigo deixá-lo. Mas, não paro de pensar na possibilidade de às vezes, quem sabe me guardar quietinha na gaveta. Ah, se eu pudesse...
- Eu sei que parece fraqueza, mas eu queria parar de esperar. Eu queria abrir aquela porta e encontrar a esperança de lugares melhores. De algo melhor. Não tenho paciência. Não sou boa nessa coisa de ficar, sentar e observar. Preciso agir. Preciso urgentemente sair do mesmo. Sair do lugar confortável. Eu sei que não tem como ficar aqui sem de certa forma esperar. O que eu puder fazer para mudar isso eu faço, mas uma parte de mim espera. Espera porque a vida á uma longa e árdua espera. O corpo sucumbe por vezes. O coração vibra na mesma sintonia. E eu estou por um fio. Sim. Estou por um fio do fim da espera. A espera de um ato, um simples ato que mude totalmente o rumo de minha vida.
Parafraseando Fernando Pessoa: Minha alma é como uma orquestra oculta. Somente eu ouço os tambores que rangem. Somente eu sei os instrumentos que tocam em harmonia. Somente eu, me conheço como sinfonia.
Encena teu beijo em meus lábios, como se fosse a primeira vez, quem sabe assim, insensatez, eu acredite novamente em seus ensaios.
Nem tudo que eu ouço é voz, nem tudo que esqueço é fim. Nem tudo que eu vejo é nós, nem tudo que eu quero é sim. Nem tudo que acabou é foz, seu beijo não foi de festim. Seu verbo me foi um algoz, destruindo o então e o assim.
Porque quando eu fechava os olhos, no silêncio dos nossos momentos, no calar dos nossos olhares, nos pulsar dos nossos desejos, eu sentia o mais importante perto de mim: seu coração me dizendo que eu estava nele. E isso, não tem forma de corpo, beleza ou nada que se compare, que seja mais importante quanto o que não se vê, quanto o que só se sente. Dessa troca de sensações, sonhos e sentimentos.
Já naveguei por muitos mares, e em muitos desses mares eu jamais voltarei a navegar.
Há caminhos que não devemos percorrer de novo.
