Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
você tem todo o direito de se afastar de mim, você tem todo o direito de ir embora. Sabe, a culpa não é sua, você apenas tomou a melhor decisão que seria boa para você, mas fico triste de ser visto hoje apenas como uma pedra no seu caminho.
Infelizmente sou assim, carrego esse sentimento de culpa por tudo dar errado. Me fecho com todos esses sentimentos.
Carrego essa culpa de não conseguir fazer ninguém feliz e não fazer nada direito, de magoar todos em minha volta.
Prometi pra mim mesmo não sentir esse vazio mas não tem como, tudo me leva a isso!
Me auto saboto e me nego
A acreditar que a culpa é minha
Piso em minhas armadilhas
E acredito nas próprias mentiras
Louco de tanto pensar
Pensei que tinha mudado
Acho que pensei errado.
É preciso muita sabedoria para sair do estado da culpa e reconhecer justamente quando já se pagu o que devia!
O problema é essa culpa, essa responsabilidade, esse medo, é as pessoas apontando seus defeitos. Sem olhar pra si mesmo, por isso esquecem que somos todos iguais, humanos… seres racionais, todos eram, caem, esquecem de algo que deveriam fazer, mas isso não importa, eles só apontam pra você.
Refleti e cheguei a conclusão que a grande culpa da delinquência juvenil contemporânea é do merthiolate que não arde mais!
Tão forte a vida que foge à luta;
O labor da culpa e pena.
Morro abaixo é outra sina,
Entre estrangeiros, aprecie a escuta.
Quem de nós irá descer
Deste mundo onde
Tudo a ver é tudo a perder?
A liberdade se esconde
No cômodo saber.
O corpo varonil: Velo.
Para que a rosa -
Sobre a frígida fortaleza -
De sangue teça seu novelo.
Tão forte a vida que foge à luta;
O labor da culpa e pena.
Vide o topo, a sombra astuta
Abaixo toma forma, plano e cena.
A culpa de tudo é só nossa; pois sempre queremos mudar as pessoas e o mundo e esquecemos que tudo começa com nós mesmos.
Devemos agradecer às pessoas que nos ajudam ou pelo menos tentam, mas nunca podemos culpá-las pelos nossos erros. São nossos erros.
Soneto do amor em si
Amo-te assim, sem troca e sem barganha
Sem resquício de culpa ou de perdão
Amo-te no limite em que a razão
Delira e me permite tal façanha
Amo-te, sem querer saber se ganha
O ceticismo, sombra da emoção
Ou o relógio, carrasco da ilusão,
Meras medalhas para quem apanha
Amo-te só, com o êxtase primeiro
E a experiência de quem muito amou
Unindo-os enfim, como um carpinteiro
Que com calma, trabalha com ardor
E sem terminar, repete o roteiro:
Todo dia se constrói um grande amor
Se uma pessoa te magoa uma vez, a culpa é dela. Se ela te magoa duas vezes a culpa é sua que permitiu ser magoado novamente!
As borboletas seguem sem culpa. Elas voltaram ao meu jardim. Coloriram tudo, antecipando a primavera. O Sol voltou a brilhar e as flores estão crescendo mais animadas, prontas para embelezarem a vista. Longe de ser clichê, eu só me embaralho toda pra dizer aquela frase que alguns idiotas fizeram o favor de banalizar... Afinal, meu amor é platônico, tímido, despretensioso com relação ao amanhã, mas o que me importa é hoje e nenhum dia mais.
Procuramos desculpas colocando a culpa nos outros ao fim de muitos relacionamentos. Enxergamos o mundo sob nossa perspectiva e enquadramos as pessoas em como queremos que elas sejam. E quando por algum motivo não as queremos mais, porque conviver exige renuncias e perdões, tiramos os óculos e as vemos sob outra perspectiva. E assim arrumamos as desculpas que queremos.
E quando a humanidade precisar por a culpa de tudo em um "deus" o mundo vai continuar sendo esse balde de bosta.
