Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Pois quando você passa e eu vou atrás
O mal do dia-a-dia já nem lembro mais.
E mata a minha sede, cura minha dor.
Cê entende do que eu falo mas não quer saber
mas também não precisa me responder,
Está na tua cara, nao dá pra esconder
A nossa história parece um filme,
que assistimos na semana passada.
Final feliz, isso é normal,
Realidade é muito mais virtual.
Não tem ressentimento pois contigo aprendi
que desse amor não podemos fugir.
Cartas sobre a mesa, não podemos negar.
nada é perfeito mas eu quero é jogar,
eu quero é jogar...
O problema é que pra mim você perdeu a pose,
É tudo igual Marlene, Bete Davis ou Rose,
A rosa que eu te dei já não perfuma mais.
Cê entende do que eu falo mas não quer saber
mas também não precisa me responder,
Está na tua cara, nao dá pra esconder.
Odeio ele, odeio 500...
Odeio muito mais neste dia dos namorados.
Odeio os caras que eu amei
E que eu fiz me amar pra depois deixar...
Os que me amaram e eu fiz me odiar...
Odeio ter escolhido tanto, e saído com caras errados...
Os meus vizinhos tarados...
Pra quem eu nunca... não de novo..
Odeio os caras pra quem eu dei...
Por que eles realmente, só queriam uma coisa..
Odeio meu linguajar sujo e um tanto arrojado...
Odeio quem eu era... Odeio mais...
Mais odeio, muito mais quem me tornei...
É que eu aprecio as coisas simples, meu bem. Eu gosto de coisas com significado. Me identifico com aquilo que toca o coração. Livre de tudo o que é negativo, eu penso na leveza do sorriso, no beijo sincero, no abraço que é morada da alma... Eu posso sentir um milagre acontecendo... Cultivar o amor é como criar novas cores, dar vida ao que está sucumbindo em dor. Eu vejo assim: O amor como a cura para o mundo que padece, como fonte incessante para as enfrentar as coisas que afrontam a vontade que se tem de chegar mais longe, como instrumento de luta contra tudo o que não reluz em meio às trevas do esquecimento. É a renovação, o caminho indolor. O amor é o sopro da vida, sussurrando baixinho: "Permita-se...".
Em nome do amor
Deixa eu gostar de você,
Mesmo sem merecer
Em nome do amor.
Deixa eu sofrer em paz,
Não sabes do que sou capaz
Em nome do amor.
Deixa eu viver a esperança,
Que nunca se cansa
Em nome do amor.
Como borboletas...
Passei toda a manhã,
esperando a chuva ir embora
para eu visitar o jardim
e o sol, inquieto,
aguardava comigo.
No final da tarde,
ele secou a terra molhada
para eu caminhar entre as roseiras
e ler em voz alta, as poesias
que saltavam do livro
e voavam como borboletas
a cada página virada.
by/erotildes vittoria
As vezes é como se o mundo parasse de vez, o tempo passa mais devagar, você some e eu sofro, penso como era antes, antes de tudo isso acontecer, e você sumir da minha vida assim, tão de repente, me deixando sem rumo e sozinha, apenas lembrando do quanto eu já fui feliz com você.
Te ver desistindo de "nós" é a pior sensação que eu já tive na minha vida...
Te ver tentando "amar" um outro alguém...
Marcar um outro alguém nas suas coisas...
Apagar as poucas fotos q temos ou q significam algo...
Querer estar com um outro alguém...
Feliz com um outro alguém...
Era para ser NÓS...e somente isso... :'(
É isso que maltrata, que machuca, que fere, que sufoca...
DESISTIR...não era para ser assim...
não "tínhamos" tudo para dar certo...
"TEMOS" tudo para dar certo...e estamos deixando "ir"...
com o tempo esquecer...nos tornar meros desconhecidos...
CARA...que saudade...TA SUFOCANDO MUITO...
Ta tomando a decisao errada :(
Eu me perdi em algum “E viveram felizes para sempre.” que estava escrito num daqueles folhetins de rua que a gente nunca lê. Talvez eu tenha me enrolado um pouco nas definições de amor colorindo o céu de vermelho apenas para me apaixonar pelo teu todo, sei lá.
Dizem que o amor de um escritor nunca morre, e mesmo morto dentro de tudo que eu sempre achei bonito, estais por aqui, estranho. Entre tantos que me arrancaram risos estrondosos, gargalhadas vergonhosas, apenas você rouba as minhas palavras e sucumbe tudo que há de bom em mim. Sinto-me mal por não ser o teu bem, me sinto mal por você ser o meu mal, mesmo que você nem saiba disso.
Sabe menino, eu escrevo sobre tudo o que já morreu aqui dentro.
Escrevo sobre as metáforas que crio para justificar minhas fugas rumo ao infinito. Inicio da maiúscula até o ponto final milhares de tracejados que combatam a memória ruim. Bordo em palavras sobre o dia que passou, sobre as chances que perdi. Você é a minha chance perdida, você ainda está vivo em algum canto aqui celebrando carnavais. Está aqui, talvez, navegando em uma das veias, controlando um bocado de nervos. Está aqui. Por isso ainda não merece um texto meu, pois eu ainda não te esqueci.
Entrelaçávamos os dedos, porém não os planos, e eu até esquecia os infortúnios no exato momento em que as costas da tua mão direita deslizavam pelo meu rosto. Disse que me amava, e eu não entendia como os teus olhos não eram tão mentirosos quanto a tua boca. Era uma exceção entre todas as exceções, a melhor consequência, a melhor coisa que nunca tive.
Você me amou apenas uma vez. Eu te amei apenas uma vez entre todas as vezes que nunca demonstrei, mas estavam ali, gritando por uma resposta urgente, aturdidas por ouvirem os teus ecos de reciprocidade num único momento de vontades vorazes.
Vou esquecer o outono enquanto te embalo nos meus pensamentos, não existe tempo seco quando o úmido da tua saliva desconecta os meus sentidos. Barganhava o meu zelo, movia-me de acordo com os seus acordos. Ele me desarmava com dois sorrisos e duas mordidas no pescoço.
Porque até o coração vende uma imagem errada de si, não é?
Continuo sentada no muro da existência verbalizando os meus anseios, como se traduzi-los em poemas fossem me fazer voltar num tempo que nem sei ao certo se quero voltar. Quem sabe isso tudo me convença de quê eu choro poesia só para não te perder pro esquecimento, ou apenas para não me perder nos meus próprios devaneios. Embriago-me de possibilidades, rodopio em um olhar que sempre achei que fosse meu. E morro a cada vez que concordo com a cabeça baixa, a cada vez que aperto a mão do destino, engolindo a seco as coisas que poderíamos ter sido – e não fomos.
Enlouqueço aos pouquinhos quando até o moinho de vento canta o teu nome.
Andando por essas ruas não tão familiares sem a tua presença, percebo que nem eu me familiarizo mais comigo. Acho que vai ser assim que vou marcar os teus hábitos na lua e te encontrar a cada eclipse. Eu poderia ter sido o teu sol se você não preferisse as noites estreladas.
Pelo menos alguma coisa sobrou da gente.
O nosso eclipse.
E eu nunca mais te encontrei.
Eu sei que vai da errado, mas Deus quis deste jeito então mesmo que pra mim seja errado para Deus e certo
O BRASIL, A MÍDIA E O GOVERNO
DIZER QUE É A COPA DAS COPAS
EU JÁ VEJO QUE O BRASIL DAS COPAS
COPA DA HUMILHAÇÃO
COPA DO DESCASO
COPA DA INDIGNIDADE HUMANA
COPA DA POBREZA E FOME
COPA SEM DIREITO A SAÚDE
COPA SEM DIREITO A EDUCAÇÃO
COPA DA CORRUPÇÃO
COPA DA VIOLÊNCIA E MORTE
COPA DAS INJUSTIÇAS SOCIAIS E POLÍTICAS
COPA DA INSANIDADE HUMANA
COPA MAQUIADA DE TANTOS SOFRIMENTOS
COPA DE UMA REALIDADE QUE NÃO CONDUZ A SER REALIZA
COPA DO RESPEITO QUE EU QUERO
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp