Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Reconheço que às vezes as duvidas tomam conta de mim, mas sei que se eu quiser continuar a seguir este caminho terei que passar por muitas aprovações, nem todo caminho é puro, limpo; todo caminho tem sim seus espinhos, mas temos q passar por isso para conseguirmos trilhar com garra e grande vontade de vencer, não desistirei continuarei assim mesmo, pois nem tudo neste mundo é fácil, eu quero eu posso nos podemos.
Eu vou te esperar aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá te levo comigo
Nossas vidas continuam
Mas, em mim você sempre estará
Olha para mim e você verá
Nós ainda vamos cada vez mais nos amar
Eu vou te esperar aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá te levo comigo
Você entrou em minha vida
E agora não posso mais te tirar
Não quero, mais te tirar
Escute o meu coração
Escute a minha canção
Eu vou te esperar onde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá te levo comigo
Ficarei apenas com você
E te guiarei para a luz
Te abraçarei quando precisar
Te amarei até quando a vida acabar
Nem que seja em pensamento
Mesmo sendo pouco, me contento
Eu vou te esperar aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá te levo comigo...
Sei que você irá me esperar
Aonde quer que você vá
Você me levara contigo...
Eu sei disso...
De tanto observar a posição dos ventos e o balanço das folhas, eu cismei que tinha que me mudar, em todos os sentidos do mundo. Mudar de roupa, de casa, de cidade, essas são coisas mais simples. Mudar de olhares, de sorrisos, de movimentos, essas são coisas mais complexas. Não exatamente ser outra pessoa, mas ser eu. Mudar no sentido de ser eu, aqui não posso ser. Isso me enche de palpitações e todo o tipo de complexo de ansiedade, pois mudar é permanente. Eu seria permanente. Eu seria toda uma longa e boa viagem de mudanças.
eu Eu
Um animal em parto ou que abati?
Um raio que se apressa a romper ou se lança atraído?
Uma porta trancada ou que leva a varanda?
Movimentos de assalto ou gentil intenção?
O querer que se quer ou o que exagera?
Sou troca justa ou um furto sínico?
Cores ou dia nublado?
Amo e abato
Corrompo e desejo
Vou aos mais belos lugares. Me fecho.
Atinjo e amparo.
Quero. E também quero mais.
Pondero. E não peço licença.
Cores... Precisam de luz! Tenho música.
Que fome é essa que me faz sair as minhas buscas? Estará sempre a frente de ser o bastante. E nada terminará hoje ou com um sorriso só por ser positivo.
Nada termina assim... Nada nem termina. Mesmo o dia que se espera, que chega e que passa.
Que fome é essa que sou?
Um animal que sobrevive ou que evolui?
Eu sou tudo. E assim, o desagrado também sou.
Não escapo a essa natureza.
Antigamente, quando eu era pequeno, as crianças tinham amigos imaginairos, agora, os mais crescidinhos têm perfil Fake.
Nos meus momentos de dor, dos meus amigos eu só espero a paciência, gosto de ouvir, de ajudar, sou sensível, porém não gosto de ser a sofrida, aquela que pede colo, gosto de ganhar, mas nunca de pedir, não irei compartilhar a minha dor, não preciso da pena, apenas da compreensão e paciência, vocês serão eternos, mas no momento tudo o que eu preciso é uma pausa...
Mas eu escolhi mudar, escolhi aceitar que fui escolhido para servi-lo, mas como recompensa, preciso da minha mudança, da realização do desejo que há tempos anseia meu ser, estou pagando o preço, ou ao menos tentando com a mais profunda devoção, é duro e alto, mas eu preciso, buscarei até o fim, até onde tiver de ir, mas não aceitarei o não como resposta, preciso e não vou desistir...
Se eu lhe dissesse que as estrelas que brilham no alto do céu são brilhos dos olhos de casais apaixonados, você me olharia daquele jeito meigo que os olhos tremem com medo de vacilar. Você deixaria aquele silêncio ser preenchido por um abraço apertado, confortável e expressivo; nada mais a ser dito porque a verdade já podia ser perceptível no ar. Esse silêncio não seria mais um daqueles constrangedores dos casais indecisos, mas, sim, um modo de expressão dos amores verdadeiros e puros, aqueles que realmente merecessem um final feliz. Eu poderia lhe dar constantes mares de rosas vermelhas, palavras de afeto de incontáveis linhas que não sabem conseguem direito definir o quê, um sorriso largo de uma voz lá no fundo que quer sair aos berros que te ama, que sempre te amou, que a felicidade foi encontradas… beijos seladores de promessas. Não sei ao certo onde começou, mas talvez seja o truque das grandes tragédias, mas esse sentimento morreu. Se foi sem explicar, olhar, consolar ou mesmo dar uma segunda chance. Esse sentimento pareceu se retrair ao seu próprio interior como aquelas plantas que, ao singelo toque em suas folhas, se recolhem em uma rapidez. Eu te amei, eu tenho certeza disso, porque em cada choro, em cada pensamento, em cada arrependimento, você “estava” lá. Mas agora eu cansei, o fato de eu saber que posso sobreviver sem você me deixa um pouco em dúvida sobre a minha capacidade de percepção do amor. Eu amei, não negarei. Porém agora eu acordei, tão rápido quanto a velocidade que o nosso amor se foi. Talvez tenha tudo sido um sonho, eu penso. Nesta manhã solitária em que o sol brilha forte no céu, lembrei de tudo que passamos, amor e dor, e pensei que fosse chorar, mas agora parece que alguém colocou as mãos em meus ombros, e disse: as lágrimas acabam.
Acabou.
Talvez eu perca a cabeça, talvez esqueça e cresça.
Talvez no vigésimo andar, talvez no porão.
Talvez eu mate o que fui, talvez imite o que sou.
Talvez eu tema o que vem, talvez te ame ainda.
Uma vez disse a mim mesmo: "Quando eu ver um Presidente negro nos EUA, uma Presidente Mulher no Brasil e um Papa Negro em Roma, então terei a plena certeza que o mundo está mudando."
Sinto falta de sentir falta e o pior é que eu gosto disso.Viver as vezes é muito mais do que desfrutar das vitórias, prefiro saborear o caminho até elas!
