Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Amor de Almas
Nesta vida encontrei um amor
Um amor que eu já tinha vivido
Em outras vidas passadas
Como o mesmo sentimento trazido.
Amor este até hoje
Inexplicável
Que mais uma vez embriaga o meu peito,
Mexe com minha cabeça
Que com a sua alma pura e serena
Faz eu ficar tão louco desse jeito.
Agora vivo essa dúvida
Se em outras vidas te encontrarei novamente,
Para mais uma vez desfrutar do seu amor
E mais uma vez minha alma
Te amar incansavelmente.
Após essa passagem o nosso corpo
Jamais sofrerá nenhuma dor
Pois encontraremos além dessa vida
Na certeza de um dia
Nós nos amarmos
Com todo Amor de Almas!
Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. Ha nisso alguma exageração; Mas é bom ser enfático, uma ou outra vez.
Eu só conheço o quente e o frio... o morno eu dispenso. Sentimentos mais ou menos, tornam as pessoas infelizes....
E a cada dia que passa eu agradeço mais e mais ao meu Deus.
Pois sempre me levanta depois de cada queda, sempre me faz mais forte depois de cada luta e me refaz a cada amanhecer, renovando minha fé e minha esperança em Seu amor.
Duvida? Certeza? Felicidade? Tristesa? Uma nova história dentre muitas já passadas, eu sou assim nas entrelinhas das palavras.
Se tudo o mais perecesse e ele ficasse, eu continuaria, mesmo assim, a existir; e, se tudo o mais ficasse e ele fosse aniquilado, o universo se tornaria para mim uma vastidão desconhecida, a que eu não teria a sensação de pertencer.
(O Morro Dos Ventos Uivantes)
Percebi que todo saber que eu procurava podia ser encontrado em mim mesmo ou no grande livro do mundo.
Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.
Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.
Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.
Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.
