Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Eu sei....
Eu sei que eu não estava lá quando você mais precisou.
Eu sei que não evitei cada lágrima que pelo seu rosto rolou.
Eu sei a dor que causei.
Eu sei que parece que não me importei.
Eu sei...
Que agora estou aqui .
Que agora sou eu quem chora.
Que agora é de mim que a dor não vai embora.
Que agora sou eu quem implora....
Eu sei... eu mudei...
Qual é a fórmula pra ser feliz?
Existe uma fórmula pra ser feliz?
E se eu não a encontrar... infeliz pra sempre vou ficar?
Se existe, eu a desconheço. Ou alguém a escondeu de mim?
Olho pra frente... sigo... independentemente do que acontecer,
penso 'eu nasci pra vencer'.
Seguir sempre em frente... aconteça o que acontecer.
Uma hora esbarro na fórmula - pensamento positivo!
E vou decifrar... todo e qualquer risco vou correr...
se precisar, nado contra a corrente... mas sigo em frente.
Agora, pensando bem... a felicidade todo mundo ao alcance tem...
não há fórmula, nem segredo...
pra ser feliz, não dependa do brinquedo.
Não me perca.... se você perder, eu não vou conseguir nunca mais me encontrar.
Não deixe o tempo me levar, o vento o caminho apagar... a vida sem mim continuar.
Não me deixe ir embora... embora você não consiga me segurar em seus braços. Hoje, eu ainda estou por aqui.... amanhã... tampouco estarei por aí... e não haverá mais abraços.
E vai ser difícil me encontrar, se me perder. Se pra longe eu for, seus dias, suas noites não terão mais cor, nem calor.
Então....
não me perca.... se você me perder, eu não vou sobreviver.... vou mesmo é morrer.
Não sei quantas vezes eu disse que jamais voltaria atrás... e voltei.
Voltei porque pensei que o melhor mesmo era voltar. Continuei olhando pra frente, mas voltei pra trás. Reconsiderei... percebi onde, quando, como errei... e voltei.
Se acertei? Em voltar atrás? Nunca saberei, porque quando voltei mudei. E depois que mudei, não sei se acertei em mudar. Não sei se o melhor teria sido igual pra sempre ficar. Não sei se o melhor seria me engessar e nunca me desdizer, me contradizer, me refazer....
Se eu não tivesse voltado atrás teria sido melhor? Sinceramente não sei... se teria sido melhor ou não, até porque acabei de ler que "Deus continua sussurrando: Não desista, o melhor ainda está por vir."
Então, ainda não conheço o melhor pra conseguir julgar o que passou :)
Eu grito por liberdade
de escolher você pra toda a eternidade...
A minha voz não se cala,
busca esse amor sem fim,
que nasceu por você bem dentro de mim...
Eu não calo,
falo, falo e falo...
pela janela aberta,
pelas ruas cheias ou desertas...
eu grito... e meu grito vai
pela estrada, pelos vales e montes,
pelos rios, oceanos e mares...
nos dias - pelos raios de sol -
nas noites - pelo escuro que cobre o mundo com o seu negro véu...
eu suplico ao Pai :)
Eu sei... minha hora vai chegar
desde sempre está marcada
quem garante que não será a hora errada.
A decisão não é minha...
Talvez, por mim, jamais tomaria tal decisão,
ou a tomaria na hora errada
ou antes da hora... ou depois da hora
quando a nunca coisa que resta é ir embora.
Há hora certa?
Verei o sol amanhã?
Quem garante?
A única garantia: alguém não o verá...
Quem será?
Você lembra quando eu disse que não conseguia parar de sorrir?
Pois é... e eu continuei sorrindo por um bocado de tempo,
sorria à toa... a alma repleta de felicidade,
pensei que seria assim pra todo o sempre... em todo tempo...
pra toda a eternidade.
Mas, percebi que era um pseudo-sorriso
um sorriso criado pela minha fértil imaginação
desesperada por alegrar meu coração...
que há tempos andava triste...
solitário por demais
Hoje ele continua solitário
e os meus lábios mantêm o sorriso
mesmo com a alma partida
... a sua chegada foi a sua partida...
tudo falso...
e eu que só queria ser feliz de verdade.
Um dia eu encontro a fórmula mágica da felicidade...
eu sei...devaneios :(
por que afinal você veio?
O que eu temia já não temo mais
porque Jesus pra minha vida trouxe paz.
A tristeza que eu sentia já não sinto mais
porque Jesus alegria me traz.
A solidão que eu sentia já não sinto mais
porque Jesus companhia me faz.
A mentira que eu contava já não conto mais
porque com Jesus na minha vida só a verdade satisfaz.
A morte que me esperava já não me espera mais
porque o pecado que a ela me condenava já não me condena mais.
Hoje nova criatura sou
nesta nova vida quem vive já não sou mais eu
quem vive em mim é Jesus
Jesus, que me uniu com Deus.
"Dubito, ergo cogito, ergo sum: Eu duvido, logo penso, logo existo",não é Descartes?
Hoje me dei conta de que vou morrer - todo mundo vai morrer, oras...
Mas será que todo mundo se dá conta disso?
Um dia qualquer haverá algum riso,
que eu deixarei de ouvir...
Um dia
num lugar qualquer haverá uma melodia,
haverá uma onda batendo num costão,
haverá batidas de coração,
que eu deixarei de ouvir...
porque meu coração parou de bater
(acho que isso é morrer).
Agora, estou aqui pensando:
quando a gente morre, continua pensando?
(acho que sim).
Não, você não vai me ver chorar.
Porque eu não choro... e você sabe que eu não minto.
Sinto? Claro que sinto
sinto por não chorar,
sinto por não mentir,
sinto por fingir.
Fingir que está tudo bem...
Sinto pelo que sinto?
Não, não sinto.
Admito que sinto,
sinto e não minto...
e não choro pelo que sinto.
Dói o que sinto?
Dói, dói bem no fundo de mim.
Dói, mas eu não choro
e fim
Diz o Senhor: seja forte e corajoso.
Não tema. Espera pacientemente.
Eu me inclinarei, ouvirei seu clamor.
Saiba, Eu sou um Deus de amor.
Sou seu refúgio
o seu socorro.
Não deixarei que você caia.
Se você é meu, Eu sou o seu ajudador,
Eu sustento você e livro-o de toda a dor.
Amor recente,
sei, você não está seguro do que sente... nem eu.
Só estou segura do sorriso que não me abandona mais,
da paz que você me traz,
da felicidade que não me faz falta,
do fôlego que me falta,
de quanto você faz falta,
da falta que você me faz.
... é amore...
Tempo.
Eu não quero te perder, não, eu não posso te perder.
Não posso te perder de novo, o tempo está me esmagando.
É como se as horas não passassem, cada minuto dura um século sem ti.
As flores nascem e morrem, a lua some e volta, até mesmo o grande mar se expande e evapora.
Eu vejo o tempo indo embora.
Será que ainda temos tempo? Será que pode me dar alguns minutos? Só mais uns minutos...
Não, não pode ser.
Não faça isso! Ainda temos tempo!
O monitor cardíaco se equilibra e vejo aquela maldita linha verde vagando calma pela tela.
Aonde está a lua? As flores?
O oceano...
Talvez eu o tenha transbordado pelos olhos...
Você perdeu seu tempo.
Adeus, minha flor.
Eu quero ganhar flores.
Não, eu quero que alguém se importe comigo ao ponto de querer me dar flores.
Sem eu ter que implorar, sofrer ou chorar por isso.
Eu quero flores, não por elas em si, mas pela atitude de quem as der.
Por lembrar que amar também é doar.
E por lembrar de mim.
Por se importar.
Eu espero um dia ganhar flores.
Minha mãe sempre me falou que quando eu crescesse eu iria Saber das coisas.
Só não imaginei que esse dia chegaria e que o Saber viria acompanhado de responsabilidades e angústias.
Naquela manhã de bons ventos eu tinha ainda seis anos de idade.
A rua não era asfaltada e eu me gabava por conseguir correr descalço naquele lugar.
Minha paixão sempre foi o céu, olhava pro alto e tentava entender seus encantos.
A cor do céu é linda e as nuvens sempre me preparavam formas que até pareciam quadrinhos contando uma história.
Na outra quadra havia uma praça, onde, naquele dia especial, crianças em alvoroço corriam atrás de uma novidade.
Avistei a fileira da meninada que ia e voltava da praça contando, uns para os outros, o que estava acontecendo por lá.
Corri para ver e não acreditei. Meu passaporte para entender melhor o céu estava nas mãos de um homem.
Um homem que vendia aviõezinhos coloridos feitos de isopor!
A criançada em volta daquele nobre homem que segurando por uma linha fazia os jatinhos levantar vôo e irem até o alto no céu.
Entrei pelo meio da garotada, empurrando e garantindo meu espaço perto daquele encantador de crianças.
Quando num flash o seu olhar eu consegui, perguntei logo a ele o quanto custava a pequena maravilha que me levaria as alturas.
Como relâmpago corri para casa, onde minha mãe preparava já o almoço.
Naquela época nós não tínhamos muito, meu pai trabalhava duro, nossa televisão era uma Colorado preto e branco, por onde eu enxergava o mundo que não conhecia.
Tinha eu um cofrinho, estampado com os quadrinhos do SUPER-MAN!
Pois eu era fã daquele herói que dominava o céu e voava de verdade.
Pensei que meu cofrinho poderia ajudar!
Minha mãe me deu a tão almejada autorização para que rasgasse o cofrinho de papelão.
Contei as moedinhas debaixo dos olhos atentos da minha querida mãe! Que logo viu minha tristeza por não ter a quantidade necessária para pagar o sonho de voar.
No entanto, minha mãe tinha também um trocado, e com um belo sorriso maternal me olhou e mandou abrir a mão.
Da mão dela caíram as pratinhas que iriam garantir o meu sonho.
Corri, novamente, como um relâmpago e o homem ainda tinha um aviãozinho!
Feliz da vida peguei a maravilha! A máquina feita de isopor e cola que agora conduziria minhas fantasias e me fariam entender o céu.
Passei de frente de casa gritando minha mãe para que ela olhasse o quanto eu estava feliz manejando aquela máquina voadora.
Fiquei por alguns minutos me divertindo e aproveitando o vento que soprava diferente. Soprava como se estivesse também contente com o menino que corria imaginando estar dentro da máquina que voava tão alto e bem perto do céu.
As nuvens estavam próximas e o chão tão pequeno!
Mas o vento se descuidou por um instante e soprou o galho de uma grande árvore que chegava até o céu do meu aviãozinho!
O pequeno jato entrou por entre os galhos da árvore que insistia em atrapalhar o vôo tão sonhado do menino que agora olhando para o alto ficou a pensar!
Mas com todo o carinho comecei a puxar a linha, bem devagar!
Por longas "horas" insisti lutando com aquela árvore.
Ela tão forte e eu me sentindo tão fraco!
No entanto, não desisti, com mais cuidado ainda fui persistente para que minha máquina voadora não se quebrasse com o solavanco da árvore que desejava tomar para si o meu brinquedo, o meu direito de sonhar.
Ouvi um estalo! A asa da aeronave caiu ao chão! Pronto estava quebrado, estava acabado o Sonho de Ícaro, o sonho de chegar até o céu.
Aos choros fui para casa onde minha mãe me consolou.
Não havia mais dinheiro e mesmo se houvesse o mágico homem, que me vendera a aeronave, já tinha ido embora.
Agora adulto noto que minhas lágrimas, naquele dia de bons ventos, de certa forma mudaram minha sorte.
Talvez por que a minha persistência foi lapidada com a dificuldade daquela manhã e a partir daí, quando eu quero algo sou muito persistente.
No mais, o TODO PODEROSO se comoveu ao me ver chorar e decidiu soberanamente preparar meu futuro. Um futuro onde eu não paro de voar.
Ao menos as nuvens e o céu agora eu posso ver, como adulto, do alto em minhas viagens por este Brasil tão belo e grande! E que ainda me tem muito a oferecer.
"Me diz em quê teu amor é baseado ou se é apenas um baseado...
...Porquê eu não fumo, não que eu seja careta, mas não quero uma brisa passageira"...
Não há necessidade de respostas.
Não, eu não sou alegre o tempo inteiro
Eu digo sim mas muitas vezes era não
Eu preciso sentir o que sentem por mim
Mas principalmente me distanciar de um fim.
Eu não tomo decisões difíceis
Pois uma só mudou tudo e me marcou
Cada dia pra mim é intenso
Mas sempre fica um vazio imenso.
Já ouvi que não posso entristecer
Não tenho esse direito, e que isso é frescura
A felicidade ao redor é mais importante
Logo, sorriso plástico pra mim deve ser o bastante.
Não tenho o direito de querer
Principalmente se for algo próprio
Propositalmente meu coração sempre quer
Algo que sempre não posso, por motivo qualquer.
Reciclar felicidade, é a mesma de ontem
Às vezes fico feliz por ouvir música
Fico feliz por ter ajudado alguém
Mas nunca por receber sentimentos de ninguém.
Quando olhar para mim lembre do sorriso
Que carrega toda responsabilidade
De fazer com que você se sinta bem
Apenas siga, e sorria também.
Não tente adivinhar o motivo de tudo isso
Eu apenas não consigo ser alegre o tempo inteiro
Não aconteceu alguma coisa
O que eu sinto;
Está acima do meu próprio limite de compreensão.
