Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
E a incerteza de seguir
Me persegue como um cão faminto
Eu escrevo
Grito
Escancaro o peito
Por eu ser assim tão sentimental
Cobri-me de deslumbre e mágica
E jurei de dedos cruzados
Que eu ia converter
Inverter os papéis
Porque eu quero é viver
Na mansidão
Mansa fúria como o mar
E quando tua mãe ligar
Eu capricho no esculacho
Digo que é mimado
Que é cheio de dengo
Mal acostumado
Tem nada no quengo
Deita, vira e dorme rapidinho
Você vai se arrepender de levantar a mão pra mim
No desencontro eu te encontrei
Do desencontro eu achei
Que ia tentar recomeçar de onde eu errei
Você nem quis, mas por um triz
Quase me fez feliz
Ao caminhar descalço na areia eu sinto que nem toda aquela beleza, das montanhas do horizonte distante se compara com sua silhueta , e me traz uma leve brisa do vento que concretize o momento do maior sentimento, de eu querer reviver a cada instante ser intensamente sua miragem, que é a mais bela você olhando o eclipse da lua, em uma noite que abriu as portas e as janelas, da minha alma você sempre vai ser a minha calma, que me traz o sentido que enquanto nossos olhares se encontraram em uma noite estrelada. E que foi marcante ver que seus olhos brilhantes tirava todos os brilhos de qualquer nascente, inconsequentemente você não sai da minha mente, estou em frente de você deixando os meus rastros e os passos que refaço o pedido de viver cem anos ao seu lado.
Tantos sorrisos falsos, tantas vezes que eu disse que estava bem sem estar, que agora eu mesma comecei a acreditar e nem sei quando estou mentindo ou quando estou dizendo a verdade!!!
Quem sou eu?
O que eu sou?
A tempo venho tentando responder essas e demais perguntas...
Posso ser o bem, posso ser o mal
Posso ser aquele que te faz rir, ou aquele que te faz chorar
Talvez eu seja um ogro, cujo qual não mereça ter um final feliz...
Um monstruoso monstro, asqueroso e solitário, sem o direito de errar
Felicidade? Onde se encontra? A tempo não à vejo.
Tristeza? Andando sempre lado-a-lado
Lágrimas? Estão presentes a todo instante, o único problema é que se encontram impossibilitadas de cair, afinal, vivem presas na garganta.
Refletindo durante a madrugada
Perdendo noites de sono, para chegar em raciocínios teóricos...
Será que sou realmente merecedor de toda essa dor?
Realmente mereço ter uma mente perturbadora, onde tudo que se aproxima de "felicidade" é o suicídio?
Tentar, tentar e tentar, para acabar tendo o coração novamente partido?
Isso vale realmente a pena?
As memórias deixadas estão me corroendo
Não há como esconder
Sua voz é tudo que recordo
Dizendo que recebo o que mereço
Em toda perda, em toda mentira
Em toda verdade que você nega
E cada arrependimento? E cada adeus?
Foi um erro grande demais para esconder?
Me dê um motivo!
Apenas um motivo para preencher esse buraco que se emancipa a cada dia em meu peito.
Me dê uma razão!
Uma razão para provar que estou errado
Uma razão para mostrar que minha morte não é a solução.
Pare de falar e fazer e comece a pensar "O que eu faço realmente é útil para mim/alguém" uma hora você vai perceber que nada importa.
no primeiro jardim
da via láctea
fica assim combinado
o nosso piquenique
eu vou de bike
com meu tênis da nike
e não vejo a hora
de avistar o teu
sputnik
Eu tô cantando a minha vida desde 2009
Conforme o nome fica forte, o papo fica forte
Me odeiam, mas respeitam meu corre
Eu tô botando 24h dentro das estrofes
Eu sou mais um ser humano sistemático
Um gordinho ou um nerd simpático
Fugindo das pessoas com o coração de plástico
Desabafo. Eu estava na aula de redação
Estava tudo bem até o momento
Uma tristeza se instalou em mim
Eu estava bem e depois queria desaparecer
Então eu comecei a chorar
As paredes estavam se fechando
Eu queria gritar mas a voz não saia
Eu estava rodeada de pessoas
E nenhuma delas olhou para mim
Eu me senti como um fantasma
Sempre soube que sou invisível
Mas naquele momento tive certeza
Depois de 15 minutos
eu voltei ao normal
E fingi que nada havia acontecido
A final ninguém olhou para o lado
Pois estavam preocupados demais consigo mesmo
Há quem beba, há quem fume
Há quem chore, há quem ria
A vida, a tristeza, a alegria
Eu escrevo-a,
Minha tinta é licor, fumo
Lágrima, sorriso
Tudo ela sabe
Tudo ela esquece
E nos seus traços
Me aquece
Sábio prisioneiro
Eu,prisioneiro desse amor desvairado,
Desesperado e sem ter pra onde ir,
Você,que sempre esteve ao meu lado,
Quanto ao amor,não pôde intervir.
Eu, parado nessa cadeia da paixão,
Esperando desesperadamente o teu amor,
Confuso,perdido e envolto na solidão,
Sofrendo com o veneno do meu rancor.
O amor pode curar uma dor,
Da vida, o melhor remédio,
Ao ódio tenta se contrapor,
Livrando o âmago desse tédio.
Sonhos, gostos de uma saudade,
Rostos,sombras de uma miragem,
Sentimentos de amor,implícito na verdade,
Música, som dessa paisagem.
Amar,sonhar e pensar,
Viver,correr e crescer,
Sentir você é flutuar,
Não senti-la, é morrer.
O amor é uma força arrebatadora,
Que eleva sutilmente a alma,
Energia duradoura e curadora,
Algo implícito no ser,que acalma.
O amor salva e rejuvenesce,
Um fogo ardente que aquece,
Como um perfume que não se esquece,
E só o recebe,quem o merece.
Lourival Alves
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