Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Amor de Infância
Quando tempo fique te esperando, eu dormia e acordava de beijando, sonhava com você todos os dias, você era a única pessoa que eu queria. O tempo passou e você foi embora levou com você a nossa história, e comigo ficou as lembranças das coisas que fazíamos na nossa infância.
Eu não sabia o que dizer, eu não sabia o que falar simplesmente aconteceu você na minha vida, eu não sei se era o certo, eu não sei se era assim, mas o nosso amor de infância nunca terá, nunca terá um fim.
Deus nos abençoou, Deus nos protegeu, não sei porque somos assim mas temos o amor para nós unir, nada poderá nos separa, nada nunca irá nos fazer chorar, pois o nosso amor de infância para sempre vai durar.
Nas entrelinhas do meu coração
Eu poderia fazer de tudo...
Ser melhor do que alguém
que um dia ocupou o teu coração.
Poderia aprender teus medos,
decorar teus silêncios,
amar até as partes de ti
que ninguém teve coragem de conhecer.
Talvez pudéssemos ser mais
do que um simples talvez.
Mais do que encontros escondidos,
mais do que conversas que atravessam madrugadas,
mais do que dois destinos
insistindo em caminhar lado a lado,
mesmo sabendo
que nasceram para seguir caminhos diferentes.
Só não sei quando tudo começou.
Talvez esse sentimento
sempre tenha vivido adormecido em mim,
esperando apenas
que tua presença lhe desse um nome.
Ou talvez tenha sido aos poucos,
entre os jogos que inventávamos,
entre risos despretensiosos,
olhares demorados
e palavras que nunca tiveram coragem
de confessar o que realmente diziam.
Sem perceber,
você despertou em mim
uma parte que eu desconhecia.
E agora,
às vezes fecho os olhos
e imagino como seria
se fugíssemos de tudo.
Deixaríamos para trás
os nomes,
as lembranças,
as promessas,
os pesos.
Talvez eu carregasse o teu nome,
talvez você encontrasse abrigo no meu,
como se duas vidas
pudessem recomeçar
sem que o passado nos alcançasse.
Mas a realidade sempre nos encontra.
E ela me lembra,
todos os dias,
que existe uma distância
que não foi feita de quilômetros,
mas de escolhas.
É estranho...
Encontrar paz
justamente na pessoa
de quem eu deveria me afastar.
É cruel descobrir
que o lugar onde meu coração repousa
é o mesmo lugar
onde ele jamais poderá permanecer.
Porque é errado
te trazer para o meu mundo.
É errado desejar
que teus passos caminhem ao lado dos meus.
É errado sonhar contigo,
sabendo que teus sonhos
já dividem espaço
com outra pessoa.
Então eu sorrio,
finjo que nada mudou,
escondo o caos atrás da calma
e continuo vivendo
como quem sabe
que alguns amores
não foram feitos para acontecer.
Foram feitos para transformar.
Para ensinar
que nem tudo o que floresce
foi criado para ser colhido.
Algumas flores
existem apenas para lembrar
que até o impossível
é capaz de perfumar uma vida inteira.
E, se um dia você perceber
que existia amor
escondido entre as minhas entrelinhas,
talvez seja tarde.
Porque haverá restado apenas o silêncio...
e um poema,
escrito por alguém
que encontrou em você
o lugar onde sempre quis ficar,
mesmo sabendo
que nunca poderia chamar de lar.
Sorte minha ser poeta,
porque, se eu fosse pintor,
passaria a vida diante de uma tela em branco,
misturando tintas e procurando uma cor
capaz de reproduzir a beleza
que os meus olhos encontraram em você.
E, ainda assim, fracassaria.
Restou-me a poesia,
esse lugar onde as palavras
tentam alcançar
o que os pincéis não conseguem explicar.
Porque algumas obras de arte
não nasceram para ser pintadas.
Nasceram para inspirar poemas.
Duas almas.
Chamam de acaso, eu prefiro chamar de destino,
duas almas cansadas cruzando o mesmo caminho.
Feridas pelo tempo, marcadas pela solidão,
descobriram descanso no abraço da conexão.
Não precisam viver lado a lado a todo instante,
pois o laço verdadeiro permanece constante.
A distância não desfaz o que o coração construiu;
quem nasceu para ser porto jamais se diluiu.
Eram intensas demais para viver pela metade,
escolheram a coragem no lugar da vaidade.
Romperam as correntes, recusaram a prisão,
e fizeram da liberdade a sua própria direção.
Sobre os muros caminharam, sem medo de tropeçar,
porque quem encontra a alma certa aprende também a voar.
Não é o tempo que aproxima, nem a presença, afinal;
é o silêncio que responde aquilo que é essencial.
Se existe um nome para isso, talvez ninguém possa dizer.
Alguns chamam de encontro...
eu chamo de duas almas que nasceram para se reconhecer.
O Pecado de Escolher a Paz
Eu nunca compreendi como um grande amor,
que ontem era abrigo, hoje vira rancor;
como quem adormece envolto em carinho
desperta odiando quem andou no seu caminho.
Por que a ternura se torna vingança?
Por que destruir aquilo que um dia foi esperança?
Ciclos se encerram, caminhos se desfazem,
amores se transformam, pessoas se afastam.
Mas por que transformar um adeus em prisão?
Por que fazer da partida uma condenação?
Só porque alguém não coube na expectativa,
merece carregar uma culpa tão viva?
Eu também já esperei de quem não correspondeu,
já amei quem não foi aquilo que prometeu.
Nem por isso fiz do ressentimento uma arma,
nem transformei despedida em guerra ou desgraça.
Então por que fazem comigo aquilo que não fiz?
Por que me chamam de monstro, se eu só quis ser feliz?
Ninguém viu minhas noites, ninguém viu minha dor,
ninguém sabe quantas vezes calei por amor.
Eu não quis destruir, eu só quis respirar;
não quis ferir, só precisava me encontrar.
E se partir de onde eu já não podia florescer
me fez parecer cruel, então que seja —
eu escolhi viver.
Não quero tua queda, não quero vingança,
não quero transformar mágoa em lembrança.
O que um dia foi amor não precisa ser guerra,
nem todo adeus precisa incendiar a terra.
Talvez um dia você consiga entender:
eu não fui embora porque deixei de querer.
Fui embora porque, para continuar ao teu lado,
eu precisava deixar de ser quem eu sou — e isso seria errado.
E se me chamarem de vilã, deixarei o tempo falar:
há verdades que só o silêncio consegue revelar.
Porque, no fim, aprendi a duras penas:
nem todo amor nasceu para permanecer,
nem todo adeus precisa fazer alguém sofrer.
E escolher a própria paz, depois de tanto padecer,
não é crueldade — é finalmente escolher viver.
Naquela Noite Estrelada.
Em uma noite estrelada,
sem ninguém para nos observar,
somente eu e ela,
e um sentimento difícil de explicar.
Era descoberta, era encanto,
era medo de se deixar sentir,
algo que parecia errado,
mas impossível de impedir.
Dois corações tão confusos,
sem saber onde chegar,
ligados por um fio invisível
que insistia em nos aproximar.
Chamam de conexão,
coisa de alma, talvez destino,
um encontro improvável
escrito em algum caminho.
Vieram doces madrugadas,
longas horas sem perceber,
pois quando estamos juntas,
até o tempo parece esquecer.
Parece parar por um instante,
só para nos contemplar,
como se quisesse entender
por que duas almas decidiram se encontrar.
Éramos distantes,
cada uma em seu próprio lugar,
mas talvez, desde sempre,
vivêssemos no mesmo olhar.
Dois mundos, duas histórias,
dois corações em contramão,
que descobriram, sem saber,
a mesma direção.
E naquela noite estrelada,
quando o silêncio veio nos envolver,
o universo pareceu sussurrar:
há encontros que nascem
muito antes de acontecer.
"Ela nasceu para iluminar o céu; eu, para guardar no escuro tudo aquilo que a luz dela despertou em mim.”
- Mannu Viana Rios ☀️🌑
Ela é Sol! Eu sou Lua!
Ela é o Sol,
eu sou a Lua,
duas almas diferentes
sob a mesma imensidão.
Ela chega trazendo luz,
eu chego trazendo mistério;
ela ilumina o que toca,
eu guardo o que sinto em silêncio.
Ela é calor,
eu sou maré;
ela desperta sentimentos
que eu nem sabia que havia em mim.
Talvez seja por isso
que eu escreva tanto sobre ela:
porque há pessoas que simplesmente passam,
e há aquelas que deixam o céu diferente
depois que chegam.
Ela não precisa saber
quantas constelações acendeu em mim.
Talvez nem perceba
que, quando penso nela,
até minhas noites encontram claridade.
E eu, Lua,
continuo orbitando meus próprios pensamentos,
tentando transformar em versos
aquilo que não consigo dizer.
Porque o Sol não sabe
o quanto a Lua o observa.
E a Lua talvez nunca conte
o quanto é bonito receber sua luz.
Mas existe algo que o céu sabe
e nós talvez ainda não:
há encontros que não precisam acontecer no mesmo instante
para pertencerem ao mesmo universo.
Ela é o Sol.
Eu sou a Lua.
E, entre a luz dela
e as minhas fases,
existe um céu inteiro
guardando aquilo que somente nós
poderíamos entender.
João 15:1-4
[1] – Eu sou a videira verdadeira, e o meu Pai é o agricultor. [2] Ele corta todo ramo que, estando em mim, não der fruto. E poda todo aquele que der fruto, para que dê mais fruto ainda. [3] Vocês já estão limpos, pela palavra que tenho falado. [4] Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Como um ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira, assim vocês também não podem dar fruto se não Bom permanecerem em mim. Dia
Numa aula de psicologia foi pedido para se fazer um curriculum de um stress. Então eu fiz este e usei uma frase de Marta Silva entre "".
CV do stress da diarreia
Nome: corridinha
Data nascimento : após uma refeição
Localização: interior
Estado civil: solteira (ela está sempre a correr)
Perfil profissional :
"Uma profissional focada em resultados rápidos de impacto imediato e que nunca deixa ninguém esperando.tem uma capacidade enorme em trabalhar em situações de aperto, principalmente em frente a uma audiência, não é envergonhada mas sim audaz capas de fazer qualquer um ficar com calafrios, a prevenção não é o seu forte mas sim a espontaneidade "capaz de provocar o caos mental ,fisico e psicológico de qualquer um", não se preocupa com horários de trabalho, capaz de trabalhar incessantemente até a morte, é como uma força que vem de dentro com uma enorme vontade delibertação"
Experiência profissional:
- Nos últimos tempos, liderou o desconforto de centenas de passageiros nos transportes públicos.
- Desenvolveu a técnica exclusiva de "Suor Frio Instantâneo"
Em desporto desenvolveu técnica de ir de 0 a 100km/h em milissegundos.
Objectivo profissional:
Garantir que nada fique parado. Busca oportunidades para desafiar o controle emocional alheio.
IDIOMAS
Silêncio Constrangedor: Fluente.
Gritos de Socorro: Nativo.
Pânico: Avançado.
Luís ramos e Marta Silva
HÁ FERIDAS QUE CONTINUAM SANGRANDO MUITO DEPOIS DE QUEM AS RECEBEU
“Talvez eu seja o primeiro a morrer por uma escolha que não fiz. O que me assusta é pensar em quantos ainda sofrerão por escolhas que também não serão deles.”
- O Primeiro Pai Personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
NEM TODA PAZ MERECE SER PRESERVADA
“Se para manter a paz eu precisar assistir alguém indefeso ser destruído, então aquilo nunca foi paz. Há momentos em que não agir também é uma escolha — e eu prefiro carregar o peso da justiça do que a vergonha de ter virado o rosto.”
— Artur
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P Sodré
@Jonassaul.ofc
Eu sou o nada. Eu sou o tudo.
Eu sou as estrelas, universo e o mundo.
Eu sou a luz. Eu sou o escuro.
Eu sou o passado e sou ainda o futuro.
Nada é senão eu. E tudo é por mim.
Eu sou Deus. Sou mais que Deus, afinal sou empatia e não esperança.
Aquela esperança falsa e vil que nos faz crianças.
Crianças que esperam um abraço dum pai distante.
Um abraço que virá quando a luz cega e a escuridão nos dá medo.
Um pai que quando fechar os meus pequenos olhos, dar-me-á razão ao enredo,
enredo esse falho, sofrido, sem sentido e profundamente desumano.
Deus é, portanto, tudo o que não sou e tudo o que sou.
Ele é mau, vil, bom e bondoso. Profundamente distante e incrivelmente humano.
Não creio em Deus. Ele existe, porém ele não é mais nada. Nada.
Não acredito nele nem nos seus fins. Não preciso dum inferno, se já o vivi.
Não quero um paraíso, pois estais aí, Pai, e a sua presença deixa-me triste.
Imensurável
Desejei, eu sei, por longa data,
Encontrar em minha marcha infante
O alvor da vida de maneira errante,
Qual embarcação no cais abandonada.
Migram as aves vindas do norte
Sobre minha cabeça, vazia de ilusões,
Enquanto soldados disparam canhões,
A inocência caminha pelo vale da morte.
Perdidos os homens nesse tempo vil,
Pelas ruas, criaturas metálicas, robóticas,
Perigosas e armadas engenhocas,
Irão cavar, em breve, o meu covil.
Enquanto a carne frágil se refugia,
Os mesmos velhos loucos enrijecem,
Covardemente, em seus palácios riem,
E nenhum Deus qualquer se pronuncia.
Cruzaremos, então, a linha intransponível.
Já não haverá, então, nenhuma poesia.
Rir-se-á de nós, em breve, a criatura fria.
Encontraremos o limite, o imensurável.
Vladimir Wingler
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