Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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Lua ou Arco-íris

Qualquer um que me perguntasse no que penso
Eu diria seu nome
Porque a saudade invadiu todos os meus sentidos
E agora não consigo pensar em outra coisa senão você
Olho para as mensagens antigas
Querendo que você me mande uma, apenas uma
E eu me pergunto se responderia
Ou se novamente meu orgulho me trairia
Eu te quero perto novamente,
Mas de que adianta falar?
Se isso não acontece imediatamente.


A vida já não é a mesma desde que você saiu
Ela parece... como algo que esbarrei e caiu
Ela parece sem cor, como se você, quando ainda estava aqui a pintasse
Será que não é mesmo isso?
Era você?
Que colocava em meu coração todas as emoções boas ao te ver?
Você que as vezes me fazia perder a paciência sem querer?
Era você que me lembrava das coisas boas de em viver?
Acho que foi você, que este buraco deixou
Não entende o estrago que fez, mesmo sem intenção?
Meu coração anseia pela sua volta sem pretensão.
Só peço que volte, que volte e me perdoe
Mas sou orgulhosa de mais para pedir
Para me ajoelhar, e lhe implorar.

A Sorte é um Trevo de Três Folhas

Hoje peguei um daqueles biscoitos da sorte
Eu o abri e dentro dizia algo como:
“A coisa mais difícil do mundo é descobrir quem você é.
E a segunda é ser feliz com o que você descobriu.”

Às vezes temos algo que achamos pouco, que achamos que é ruim. Mas hoje eu estava pensando e cheguei a conclusão de que nem sempre o que achamos que é ruim, é mesmo.
Esqueça o que você pensa ser ruim, e imagina esse caso: Você tem 100 reais, mas os outros tem 400, 1000, 2300. Isso é ruim, não é? Agora imagina outro cenário: Você tem esses mesmos 100 reais, e as outras pessoas, só tem 20, 12, 46. Você tem o mesmo valor, mas nessa perspectiva, você se sente melhor, não é? Você se sente mais rico. Imagine esses dois cenários com diversos outros objetos. Às vezes o que pensamos ser ruim, não é tão ruim assim, apenas quando o comparamos com o que os outros tem.

Eu amo a chuva. Seu barulho e seu cheiro me acalmam. Olhar para ela e para a vida que traz ao solo depois dela, me deixam feliz, e toda vez que olho para o céu, penso na teoria que as crianças usam para explica-la: "As nuvens estão chorando." Ou "Papai do céu está triste." E me sinto consolada, sinto que a tempestade que estava dentro de mim escapou, como se o céu mostrasse ao mundo como me sinto, mas sem dizer que sou eu. Que essa tempestade que veem quando olham para o céu é minha.

Hoje, Eu Ouvi Dizer.


Hoje meu professor nos falou sobre uma palestra em que um cego disse que as pessoas pensam que empatia é se colocar no lugar do outro, mas ninguém consegue se colocar no meu lugar, pois a pessoa pode fechar o olho ou tampá-lo com uma venda, e quando ela fizer isso vai se sentir insegura sobre para que lado ir ou onde andar, mas quando quiser ela pode destampá-lo, pode abri-lo, mas eu não posso ter essa segurança de que posso abri-los e enxergar tudo novamente. Aí, o professor nos disse que muitas vezes imaginamos o lugar do outro, mas nunca saberemos exatamente pelo que ele passa, pois nos colocar no lugar do outro dura minutos, mas não sabemos por tudo que essa pessoa passou. Nos disse para não desprezar aquele amigo que não para de falar um minuto, pois você não sabe o que ele passa em casa, talvez essa pessoa tenha dificuldade em se abrir realmente para os outros. Sim, empatia é se colocar no lugar do outro, mas muitas vezes não há como se colocar no lugar do outro, porque imaginar não é sentir.

FANTASIA
Eu te fantasiei e te desenhei na madrugada, um sorriso solitário se formou no meu rosto, será só mais um sonho que não se realizará?
Você deu um xeque-mate no meu coração. Ei, garota, não se cansa de tentar? Seu coração vai aguentar? É bom se perguntar onde essa estrada te levará.

Sei lá, quando tudo está dando errado, eu digo que a culpa é das estrelas.

O Homem que Carregava o Frio


Eu carregava sacos de gelo durante o dia,
mas era a minha própria alma que congelava aos poucos.
Minhas mãos tocavam o frio da pedra,
enquanto meu corpo aprendia uma nova forma de dor.


Ao chegar em casa, a noite não trazia descanso;
trazia o julgamento do próprio corpo.
Cada músculo queimava como brasa escondida,
cada respiração era uma lembrança
de que eu ainda precisava continuar.


Deitado no escuro, entre o silêncio e a agonia,
eu não pedia riqueza, nem uma vida perfeita.
Minha única oração era simples:
“Que eu acorde amanhã.”


Porque havia um peso maior que a dor dos braços,
maior que o cansaço dos ossos:
era saber que o mesmo sofrimento me esperava no dia seguinte.


E mesmo assim eu levantava.
Vestia minha coragem como quem veste uma roupa velha,
pegava o caminho de sempre
e enfrentava mais um dia.


Ninguém via as lágrimas que eu engolia,
ninguém ouvia as batalhas travadas dentro de mim.
Mas ali estava eu —
um homem ferido pelo tempo,
mas ainda de pé.


Não porque era fácil suportar,
mas porque havia algo em mim
que a dor nunca conseguiu destruir.

Ultimamente eu ando escrevendo mais rápido do que às partículas taquions se movem!

Todos nós começamos de algum ponto. Para aqueles que estão há muito tempo, eu digo: ajudem os recém-nascidos a andar. O saber é algo extraordinário.

A mim eu ofereço apenas uma "," para poder continuar escrevendo a minha história!

É impressionante como a sua própria família torce para seu fracasso! Azar o deles eu sou genial por natureza e, de tudo que escrevo possuo Diretos Autorais na Biblioteca Nacional!

Dignidade, para quem veio do lugar de onde eu vim, é ter um lugar para dormir, um prato de comida para comer e um amor para chamar de seu.

A vida é um teatro, e, quando as cortinas se fecham, eu fico ansioso para sair de cena.

Uma vez, eu disse a uma mulher que nunca mais iria esquecê-la. Ela simplesmente respondeu:




“Vou te perturbar até nos teus sonhos, porque o tempo cura tudo, mas lembranças são eternas — menos as promessas que nós achamos que eram eternas. Promessas são quebradas!”


Releitura do Autor: Valdir Enéas
Por: KANGAL

O Preço do Erro


Eu cometo erros e sou julgado,
A minha reputação está na lama;
Vivo um dia de cada vez, calado,
Sem esperar de ninguém o que me ama.


Os meus dias me pertencem, mas e agora? Será que pertencem só a mim? Respiro devagar vendo ir embora o vento deste espaço até o fim.


Não há perdão para o que foi ferido,
Menti pra sustentar um ar marrento.
Tolero a dor de ser um mal-entendido, E chamo de solitude este tormento.


Já não me importa andar pelo caminho sem amor, sem esperança e sem abrigo;


Só me restou aprender a ser sozinho,
Levando a minha sombra comigo.


— KANGAL


Aviso de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual
Todos os direitos reservados.


Esta obra literária é de autoria e propriedade exclusiva de James Richard Ferreira Pantoja, protegido pelo uso do pseudônimo Kangal, nos termos da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) e das normativas internacionais de proteção à propriedade intelectual.


Nenhuma parte desta criação pode ser reproduzida, distribuída, comercializada ou utilizada de qualquer forma, por qualquer meio eletrônico ou mecânico, sem a prévia e expressa autorização por escrito do autor, ressalvados os casos de citação permitidos por lei.

"Eu ponho regras no medo"

Segure firme minha mao quando eu cair, eu sei me levantar sozinho, mais sera divino saber que posso contar com voce.

[ecos]




O Eu original foi desconectado
e tudo o que restou fomos Nós
(esses Eus sem paradigmas),
no escuro de uma tabela periódica,
crédulos da ciência e dos teísmos,
cultivadores de rótulos, diplomas e de imóveis habitações.


Lisa Alves — Arame Farpado (2015)

(...) Já cedo, antes de maçãs caírem
eu sentia o poder da gravidade
(meu pai sempre caía e eu o seguia)
Primeiro porre aos doze.




[entre quedas e newtons, mordo a maçã]


Lisa Alves — Arame Farpado (2015)