Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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⁠Certo de que ⁠seria uma dádiva se eu pudesse ser iluminado pelo brilho entusiasmado dos teus olhos e pelo refulgir intenso do teu sorriso, um momento simples seria grandioso, uma forma de perceber que eu teria ultrapassado a tua superfície e alcançado a profundidade da tua essência, saboreando uma emoção sublime, acolhido pela viveza do teu coração, um sol de verão nos meus dias nublados, um fogo que sobrevive ao frio, o privilégio de poder sonhar acordado, um amor que não estaria sozinho, sendo fortemente correspondido com os nossos caminhos entrelaçados, vívidos, não sei se um dia, isso tudo irá acontecer de fato, entretanto, no mínimo, agora, desfruto de um devaneio genuíno, deleite do meu imaginário.

⁠⁠⁠⁠⁠⁠É, novamente, para a minha felicidade, pela vontade de Deus, eu consegui mais um ano de vida, mais uma volta da terra em torno da Sol, mais uma primavera benquista, o que não foi nada fácil como nunca é, nem mesmo será, tive emoção e me senti pressionado, chorei, dei risadas, sofri, reclamei, reclamei, mas também agradeci inúmeras vezes, mostrei força e fraqueza, porém, graças ao Senhor, não desisti, pude ver beleza em meio ao caos, exercitei minha resiliência, fui livrado dos males e dos maus, errei bastante, acertei em alguns momentos, tive novas experiências marcantes, cada dia de alguma forma, foi uma bênção, o amor de Deus nunca esteve distante, caso contrário, só teria tristeza, então, levando tudo isso em conta, espero ter destacado neste versos principalmente duas coisas, a providência divina a meu respeito e a minha mínima gratidão diante de tanto zelo.

"Se perguntarem se eu tenho fé, diria: minha fé é ajudar as pessoas."

⁠Ele disse, e disso eu nunca me esqueci, que quem tem amigos tem todo o resto que merece ter, o que pude comprovar em muitas ocasiões.

Que você sempre tenha essa certeza, que eu pertenço a um único lugar e esse lugar é no seu coração.
_ Enzo Ruchell _

Sinto que sou o eco de um mundo que se foi antes que eu pudesse despedir. Caminho no agora como sombra deslocada — não fantasma, pois ainda sinto; não exilado, pois nunca tive de onde partir. Apenas um peregrino que chegou, devagar e com clareza dolorosa, no século errado.

Foi ao descobrir que eu estava quebrado que encontrei o que é inteiro. Foi ao questionar a realidade que encontrei a Verdade.

E, de repente, eu me sinto mal novamente.

⁠Ele disse que meu mal era amar demais. Mal sabe ele que eu sinto tudo intensamente.

Por mais que digas: Eu te amo.
Sei que jamais farei parte da sua vida real
Serei sempre os sonhos não realizados e
Conversas jamais vistas ou ouvidas.

Eu me gosto bastante e o suficiente...
Para seguir em frente...
Quando? Em quem eu acreditei...
Esta tentando me deixar para trás...
E o tempo é fiel dono de tudo.

É fácil olhar de fora e dizer o que eu deveria ter feito. Difícil é saber o peso que eu carregava quando precisei escolher.
Você viu minhas decisões, mas não viu as opções que eu tinha, as dores que carregava, as consequências que eu temia, as pessoas que eu tentava proteger, os riscos que precisava calcular, as responsabilidades que pesavam sobre mim e as batalhas que eu travava em silêncio.
É fácil julgar uma escolha quando não se conhece o peso de quem precisou fazê-la.
Se hoje eu faria diferente?
Talvez sim, talvez não.
Mas não porque você estava certa. E sim porque hoje eu sei o que, naquela época, eu ainda precisava aprender.
Então não julgue minhas escolhas de ontem com a clareza que só o tempo me deu hoje.

Venci no Silencio
No escuro eu aprendi A sorrir sem me vender O mundo fez de conta, eu fiz foi sobreviver me chamaram de fraco, eu deixei falar enquanto riam da queda, eu voltava a andar tanta porta fechada me ensinando o chão, mas o chão foi escola pra minha reação. Me venderam promessas, eu comprei, foi pão. Me deram tapete, eu preferi o porão. Se a vida veio torta, eu entrei no compasso. Quis da dor meu mapa e do medo cansaço E se queriam ver eu pedi, me viram, foi levantar Com a boca cheia de cinza eu aprendi a cantar No meio do vendaval ninguém me viu quebrar eu fui juntando os cacos pra depois mostrar vem-se no silêncio eu nasci do aperto e voltei mais forte Vem-se no silêncio Quem me quis no escuro agora vê meu norte. Eu ri por dentro quando disseram acabou. Eu estava só guardando o trovão que ficou. Venci no silêncio. Meu nome não caiu. Meu nome se ergueu. Teve noite sem teto e dia sem chão. Teve amigo virado solto na mão. Teve língua de praga e olhar de doutor Dizendo com pena que eu já me perdi, senhor Mas eu sou do tipo que a maré na folga Quanto mais me empurram, mais a coluna dobra Não foi sorte de jogo, nem milagre na mesa Foi calo, foi passo, foi fé na dureza No meu rosto ironia, fez casa e morada Eu dizia tá bom com a alada Enquanto eles falavam, eu fazia raiz Quem cava o mundo também ia ser feliz Se queriam Eu pedi, me viram, foi levantar Com a boca cheia de cinza Eu aprendi a cantar Não me viu quebrar Eu fui juntando os cacos Pra depois mostrar Vem-se no silêncio Eu nasci do apê Mais forte Vem-se no silêncio Quem me quis no escuro Agora vê meu nó Quando disseram acabou, eu tava só guardando o trovão que ficou em sino silêncio Meu nome não caiu, meu nome se ergueu Você falou que eu não ia, eu ouvi e deixei rolar. Teu veneno era pequeno, não deu nem pra me parar. Eu andei no fio da navalha sem fazer alarde. Cada queda foi impulso, cada atraso foi metade. Eu aprendi no aperto que sorriso nem sempre é paz. Tem vitória de fachada e vitória que não se desfaz. A minha veio suja, veio dura, veio crua. Com as mãos cheias de barro e a cara limpa na rua. Se a vida me fechou, eu fiz chave com ferro. Se me chamaram de perdido, eu virei mapa do inferno. Não precisei de aplauso pra ver quem eu sou. Quem vence em silêncio quando o par venceu. Olha de perto o que ficou de pé. Não é pose nem milagre, é cicatriz e fé. O que me deram como fim virou começo na minha mão. E a risada de deboche virou poeira no vão. Venci no... Eu nasci... o mundo fez de conta eu fiz foi sobreviver me chamaram de frago, eu deixei falar. Enquanto riam da queda, eu voltava a andar. Tanta porta fechada, me ensinando o chão. Mas o chão foi escola pra minha reação. Me venderam promessas, eu cumpri, foi pão. Me deram tapete, eu prefiro porão. Se a vida veio torta, eu entrei no compasso. Fiz da dor meu mar. Vem se no silêncio, vem se no silêncio eu nasci do aperto e voltei mais forte vem se no silêncio quem me quis no escuro agora vê meu norte. Eu fui por dentro quando disseram acabou. Eu tô aguardando o trovão que ficou. No silêncio meu nome não caiu, meu nome se ergueu. Teve noite sem teto, dia sem chão, teve amigo virado, solto na mão. Teve língua de paga e olhar de doutor dizendo com pena que eu... Já me perdi, senhor. Mas eu sou do tipo que a maré na folga. Quanto mais me empurram, mais a coluna dobra. Não foi sorte de jogo, nem milagre na mesa. Foi calo, foi passo, foi pé na dureza. No meu rosto a ironia, pescado e moral. Deus dizia, tá bom com a alma. Uma blindada, enquanto eles falavam, eu fazia a raiz. Quem cava no fundo também aprende a ser feliz. E se queriam ver, eu pedi. Me viram, fui levantar. Com a boca cheia de cinza, eu aprendi a cantar. No meio do vendaval, ninguém me viu quebrar. Eu fui juntando os cacos pra ter mais foco. O trovão... Meu nome não caiu, meu nome se ergueu. Você falou que eu não ia ouvir, deixei rolar. Seu veneno era pequeno, não deu nem pra me parar. Eu andei no pio da navalha, sem fazer alarde. Cada queda foi impulso, cada atraso foi metade. Eu aprendi no aperto de sorriso, o mim sempre é paz. Tem vitória de fachada e vitória que não se desfaz. A meu veio cru, já veio dura, veio crua. Com as mãos cheias de barro e a cara limpa na rua. Se a vida me fechou, eu fiz chave com ferro. Se me chamaram de perdido, eu virei mapa do inferno. Não precisei de aplaca, já vem... Era de perto que ficou de pé. Nem pose, nem milagre, cicatriz e fé. O que me deram como fim, virou começo na minha mão. E a risada de deboche, virou poeira no vão. Vem se... Eu nasci mais forte. Vem se...

Eu quero navegar...
Nos seus devaneios
No seu olhar
Nos seus anseios.

Te quero por inteiro
Para fazer-te meu canteiro
Regar e não deixar ser passageiro.

Cota De Malha Pertinácia


Equipei-me e saí pelo mundo sombrio.
Todos os dias eram sombras; eu esfaqueava os demônios.
Era como uma guerreira solitária, lutava pelos justos.
Ansiava por justiça diariamente.
Sentia muita dor, e a maior delas habitava em minha alma.
Mas ainda não tínhamos morrido, não é?
"Siga em frente, esperançosa guerreira!", dizia ela para si mesma, mesmo já sem esperança.

Juramentos De Fogo


Eu sinto a sua falta,
Vamos bailar.
Queria a sua calma ao lado da minha,
A tranquilidade ao pôr do sol.
Lembro-me de você por completo.
Eu sinto a sua falta.
Não demore pra voltar ou pra ir.
Só há um fantasma de você aqui,
Uma memória antiga me perturbando.
Não espero que volte,
Mas você ainda me acompanha por algum motivo.
Você decidiu ir e eu passei pelo deserto de fogo sozinha.
Juramentos quebrados do escudeiro.
Nunca mais será o mesmo, não se agarre a isto e vai embora.
Eu sinto sua falta.


- Ramile Godon

... um equívoco,
eu diria, querer atribuir
a uma entidade sobrenatural
todo mal que nos aflige - visto que,
um homem sozinho é capaz
de qualquer coisa!

... jamais diga:
'se Deus quiser'; diga: 'eu quero!'
Porém, um querer que, somado
aos teus melhores propósitos
te concilie com obem maior:
o Criador!

O Resgate da Minha Fé em Mim


No fundo do meu coração, eu sempre soube: eu tinha a certeza absoluta de que nasci para vencer. Havia uma chama guardada em mim que gritava por realização. No entanto, cometi o erro de projetar essa força para fora. Eu confiava nos outros, apostava nos sonhos alheios, estendia a mão para aplaudir quem estava ao meu lado e acreditava piamente na capacidade de todos. Eu só não confiava em mim. Deixava minhas próprias vontades em segundo plano, duvidando do meu valor e do tamanho do meu poder. Foi preciso silenciar o mundo para perceber que a única validação de que eu precisava era a minha. Quando finalmente mudei a direção do meu olhar e decidi depositar em mim a mesma fé que dava aos outros, tudo mudou. Descobri que a vitória sempre esteve me esperando, apenas aguardando o dia em que eu aceitaria o meu próprio tamanho.

O Despertar da Minha Força


Por muito tempo, eu confesso, fiquei apenas à espera do milagre. Olhava para o céu e esperava pacientemente que Deus fosse me dar a vitória, ou que as circunstâncias da vida resolvessem conspirar a meu favor, entregando-me o triunfo de presente. Mas a verdade é que eu não ia à luta. Vivia na doce ilusão de que o destino bateria à minha porta com as respostas prontas. Até que o véu caiu dos meus olhos e eu compreendi que o plano divino abençoa o movimento, não a estagnação. Foi no dia em que cansei de esperar que decidi tomar as rédeas da minha própria história. Percebi que a vitória não cairia do céu para quem se recusa a plantar. Quando dei o primeiro passo com determinação, o milagre que eu tanto aguardava aconteceu dentro de mim: a coragem de fazer acontecer.