Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Um dia eu estava conversando com um anjo e um demônio
O anjo me falava como somos importantes como fazer o bem nos fazia feliz
Do outro lado o demônio me dizia o prazer que é a vida na escuridão da alma prazer sem limites a vida sem regras sem lei somente o prazer de viver a vida na liberdade
O anjo veio e me diz que graças tem uma vida sem lei sem coordenação do bem e do mal onde você pode ser o rei mas um rei solitário um rei sem súditos um rei sem amigos apenas um rei de mim mesmo onde eu seria o rei o bobo da côrte o juiz o rel o carrasco e no fim seria julgado por mim mesmo e seria condenado e executado e morto por mim mesmo ou apenas pegaria uma pena leve de apenas uma vida toda na escuridão dos meus pensamentos o de o maior demônio sou eu mesmo e no fiz eu iria ver que existe regras e lei até mesmo no inferno da minha própria mente
DHP
Escolhida para Cuidar
Para muitos eu era o ninguém que ninguém via,um rascunho torto perdido na vida. Carregava no peito o peso de ser diferente,e doía ser estrangeira até de mim mesma.
Mas Deus...aaah, Deus!!!! Viu onde ninguém enxergou, tocou onde ninguém ousou tocar, e chamou pelo nome quem o mundo não chamou.
Ele levantou pessoas ao meu redor
como faróis em noite sem lua, mãos que me enxergaram quando eu já duvidava de mim, e Deus soprou meu nome nos ouvidos dessas pessoas para que me escolhessem , mesmo sem me conhecer.
E quando Deus ordenou, tudo se alinhou. O que era fim virou começo,
o que era ferida virou caminho, o que era eu… virou propósito.
Hoje eu ainda curo o que um dia doeu em mim, toco vidas, escuto histórias,
sou voz onde antes havia silêncio.
Porque aos olhos de Deus, aquela que era “ninguém” sempre foi escolhida.
" Se tanta lembrança tendes de mim, quanta eu tenho sempre de vós, continuamente nos estaremos a ver em espírito, não sentindo quase nada a ausência corporal "
"Eu era como a chuva serena que caía em silêncio. Mas algo mudou, e a calmaria deu lugar a uma tempestade cheia de raios e relâmpagos."
equiparo as cicatrizes como marcas
marcas que fisicamente se eu olhar, consigo sentir exatamente a dor do que lhe causou
olho para o meu joelho e ela está lá aparente
as vezes, e na maioria das vezes, esqueço que ela está lá, mas quando a olho consigo sentir naquele instante tanto o motivo, quanto a dor.
existem cicatrizes que não conseguimos olhar, como essa do meu joelho, mas analisando a situação, consigo sentir intrinsecamente exatamente onde dói, geralmente a lembrança da dor tem olhos lindos, aqueles que um dia já jurei admirar para o resto da minha insignificante vida.
acho que cicatriz é sobre isso, é sobre saber que existe e que deixou marcado, foi vivido, foi real e a marca muito das vezes deixa uma feridinha, que se você cutucar porque as vezes por instinto temos essa intenção, ela pode sangrar novamente, ou, se você esquecer por bastante tempo ela pode sarar de vez e só virar uma marca.
refletindo sobre cicatriz, percebo que meus domingos que eram melancólicos agora estão se tornando apenas “domingos de descanso”, um corpo para se entrelaçar, sentir o cheiro, dar um beijo na testa de eu to aqui cuidando de você, e acordar de madrugada somente para admirar o rosto da pessoa em calmaria dormindo, virou o “pô, tenho bastante espaço pra dormir e liberdade aqui”.
o que era sufocante causado por uma falha na história, e que causava carência pela falta, está virando a parte normal da vida. e sabe o que é mais louco? não deixo de sofrer nenhum momento, tanto quanto sofria pela falta, como agora acostumando com ela.
talvez as cicatrizes não deixam eu esquecer que tenho alma, mesmo a deixando em segundo plano, talvez tudo o que a gente tenha se transformado ecoe na minha cabeça as vezes, mas tudo bem porque você está bem, não é?
eu não preciso estar bem, somente devo pagar com juros o que eu lhe devo, e estou pagando com correção monetária e impostos.
te deixar ir daqui de dentro também é desesperador e olha só que irônico, o que eu mais pedia pra acontecer está acontecendo e eu não gosto dessa ideia, achei que nosso adeus não seria tão prévio.
Querida,
eu gostaria que o mundo estivesse acabando amanhã.
Então eu poderia pegar o próximo trem, atravessar Portugal inteiro, cruzar o mar até a Inglaterra e bater à sua porta sem precisar explicar nada. Quando você abrisse, eu não perguntaria se ainda há espaço para mim. Apenas estenderia a mão e diria:
Venha comigo.
Nós vamos nos amar sem medo, sem orgulho, sem o peso das palavras mal colocadas, sem o receio de quem vai embora primeiro.
Porque o mundo está acabando amanhã.
E, quando o mundo acaba, ninguém precisa fingir que é forte.
Ninguém precisa esperar o momento certo.
Ninguém perde tempo tentando vencer uma discussão que, no fim, nunca importou.
Se o mundo acabasse amanhã, eu não teria vergonha de dizer que senti sua falta todos os dias em que permaneci calado. Não esconderia que, por muitas noites, imaginei como seria ouvir sua voz outra vez, nem confessaria isso com a esperança de mudar alguma coisa. Apenas porque algumas verdades merecem existir antes do fim.
Nós caminharíamos sem destino.
Entraríamos no primeiro café aberto, pediríamos qualquer coisa e riríamos do absurdo de ainda existir café quando o céu estivesse desmoronando.
Você seguraria minha mão.
E, pela primeira vez em muito tempo, nenhum de nós precisaria perguntar o que o outro está sentindo. O fim do mundo teria nos devolvido uma simplicidade que a vida insistiu em roubar.
Eu olharia para você como olhei tantas vezes antes, mas dessa vez sem pensar no passado, sem medo do futuro, porque ambos deixariam de existir em poucas horas.
Só haveria o agora.
E o agora seria suficiente.
Se o mundo acabasse amanhã, eu pediria perdão por tudo aquilo que descobri tarde demais. Pelas vezes em que o meu silêncio falou mais alto do que o meu amor. Pelos instantes em que o orgulho venceu o desejo de permanecer.
Você talvez me dissesse que também errou.
E eu responderia que já não importa.
O mundo está acabando amanhã.
Não existem culpados quando o relógio decide parar.
Existem apenas duas pessoas que se encontraram tarde demais para um tempo curto demais.
Talvez, quando o último trem deixasse a estação, nós estivéssemos sentados lado a lado olhando a paisagem desaparecer pela janela. Não conversaríamos muito. Algumas pessoas foram feitas para dividir o silêncio, e o nosso sempre disse mais do que qualquer palavra.
Quando a noite chegasse, eu encostaria minha cabeça no seu ombro e pensaria que a eternidade nunca significou viver para sempre.
A eternidade, às vezes, cabe em alguns minutos vividos da maneira certa.
E, quando as luzes do mundo finalmente se apagassem, eu não pediria mais um dia.
Não pediria mais um ano.
Não pediria outra chance.
Porque você estaria ali.
E descobriria, no último instante da existência, que o único fim que realmente me assustava não era o do mundo.
Era o nosso.
Com amor,
Gabriel.
há dias em que eu me convenço de que existe uma conta aberta em meu nome. uma dívida antiga que eu nunca lembro de ter feito, mas que a vida faz questão de cobrar todos os dias.
talvez eu mereça. talvez cada ruína tenha sido construída pelas minhas próprias mãos. eu sempre encontro um jeito de tocar no que amo com tanta força que, sem perceber, também encontro um jeito de quebrar. construo casas para depois assistir ao teto desabar sobre mim. e o pior é que, mesmo conhecendo o roteiro, eu continuo acreditando que dessa vez será diferente.
já tentei me absolver. sentei diante dos meus erros como quem visita um velho amigo, esperando ouvir que tudo ficou para trás. mas eles nunca respondem. apenas me olham em silêncio, como espelhos que insistem em refletir a pior versão de mim.
o que mais me machuca não é perder. é nunca entender a lição. se toda dor existe para ensinar alguma coisa, então por que eu continuo repetindo o mesmo capítulo? quantas tempestades ainda faltam para que o mar finalmente aceite que eu já aprendi a afundar?
carrego um oceano de raiva que nunca encontra a praia. e uma tristeza tão antiga que às vezes parece ter nascido antes de mim. ambas dividem o mesmo peito, disputando espaço com um coração que ainda insiste em acreditar nas pessoas, mesmo depois de colecionar ausências.
eu não queria milagres. nunca quis promessas impossíveis. só queria experimentar, por um instante, a estranha sensação de receber na mesma intensidade em que entrego. descobrir como é estender a mão e encontrar outra vindo na direção contrária, em vez de mais um adeus.
mas existe uma crueldade silenciosa em continuar remando quando a maré parece ter escolhido o lado oposto. você se esforça, sangra as mãos nos remos, perde o fôlego, e ainda assim termina exatamente onde começou. às vezes até mais distante da margem.
e talvez seja isso que mais destrói o gabrieu: não o peso das derrotas, mas a dúvida de não saber se está lutando contra o mundo… ou contra si mesmo.
Eu quero aquilo que interrompe o funcionamento normal das coisas.
o tipo de acontecimento que faz os velhos instintos parecerem obsoletos. que invade sem violência, mas quando vai embora leva junto a pessoa que existia cinco minutos antes.
não procuro conforto.
conforto conserva.
eu quero uma força que torne meus antigos refúgios inutilizáveis, que faça meus excessos perderem o gosto sem que eu precise travar guerra contra eles. quando a mudança é verdadeira, o esforço vira detalhe.
quero desaprender naturalmente.
como quem esquece um idioma porque encontrou outro mais bonito para pensar.
quero ser confrontado por algo que me obrigue a crescer na mesma velocidade em que destrói minhas desculpas. que embaralhe minhas certezas até eu não reconhecer mais o mapa que passei anos desenhando.
e, quando tudo terminar, que não reste a satisfação de ter vencido.
quero restar diferente.
há transformações que parecem acidentes.
as melhores sempre foram destino disfarçado.
porque existe um ponto em que insistir na antiga versão de si mesmo deixa de ser fidelidade.
e passa a ser desperdício.
ou talvez não.
talvez eu queira exatamente o contrário.
que nada me alcance fundo o bastante para exigir uma reconstrução. que tudo passe como passam os estranhos na calçada: vistos por um instante, esquecidos na esquina seguinte.
quero permanecer intacto.
que meus hábitos sobrevivam a qualquer novidade. que minhas convicções envelheçam comigo. que nenhuma experiência seja convincente o suficiente para mudar a direção dos meus passos.
não quero perder o gosto pelas velhas fugas.
nem descobrir um idioma novo se isso significar esquecer o primeiro.
prefiro os mesmos erros pela intimidade que construí com eles.
prefiro reconhecer o teto das minhas limitações do que correr o risco de descobrir que ele nunca existiu.
há uma tranquilidade quase elegante em jamais ser surpreendido.
em nunca precisar rever.
em nunca precisar ceder.
no fim, talvez a maior ambição seja essa:
atravessar a vida sem deixar que ela atravesse de volta.
Há quem diga que esquecer é questão de tempo. Eu desconfio. O tempo só aperfeiçoa a memória; ensina ela a usar máscaras melhores.
Sem perceber, eu continuo te procurando.
Não em fotos. Essas eu já conheço de cor. Te procuro nas coisas que nunca te pertenceram, mas que aprenderam teu idioma.
Quando o primeiro acorde de Arctic Monkeys atravessa o silêncio, meu peito ainda olha para a porta, como se alguma parte de mim acreditasse que certas músicas continuam sabendo o caminho de volta. Oasis faz pior: transforma saudade em paisagem. É como caminhar por uma rua antiga onde ninguém mora mais, mas todas as janelas permanecem acesas.
Eu te encontro nos livros que compro sem motivo. Há sempre uma frase que teria arrancado um sorriso teu, e, por um instante, leio em voz baixa para alguém que já não está. Fecho a página como quem fecha uma conversa interrompida.
Também te procuro nas pessoas.
Não porque elas se pareçam contigo. Seria injusto com elas e impossível contigo. Mas existe um gesto, um silêncio, uma maneira de inclinar a cabeça enquanto escutam, um riso que dura meio segundo a mais... e, por um instante vergonhoso, meu coração pergunta se finalmente te encontrou de novo. Nunca encontrou. Eram apenas desconhecidos carregando pedaços que a minha memória decidiu roubar.
Há cidades que conspiram.
Volto a lugares onde estivemos e eles insistem em manter tua ausência exatamente onde você a deixou. A mesa continua pequena demais para duas pessoas. A calçada ainda sabe a direção dos nossos passos. O vento atravessa a mesma esquina com a mesma delicadeza, como se ignorasse que agora sopra apenas contra um corpo.
É estranho viver assim.
Como alguém perseguido por um fantasma que não assombra a casa, mas os detalhes. Um perfume na rua. Um casaco da mesma cor. Uma música tocando ao fundo de um café. A dedicatória esquecida na primeira página de um romance. Nada é suficiente para trazer você de volta, mas tudo parece suficiente para lembrar que um dia esteve aqui.
Talvez seja esse o verdadeiro peso de amar alguém.
Não é sofrer pela ausência da pessoa. É perceber que ela contaminou o mundo inteiro. As músicas deixam de ser só músicas. Os livros deixam de ser só livros. As ruas deixam de ser ruas. Tudo passa a existir em dois tempos: antes de você e depois de você.
E eu sigo vivendo.
Converso, sorrio, conheço rostos novos, aperto outras mãos. Mas existe uma parte de mim que continua fazendo comparações em silêncio, como quem procura uma constelação específica num céu cheio de estrelas. Não porque as outras sejam menores, mas porque meus olhos aprenderam, há muito tempo, exatamente onde repousava aquela luz.
Talvez um dia eu pare de te procurar.
Ou talvez não.
Talvez algumas pessoas não terminem quando vão embora. Elas apenas se espalham. Ficam escondidas entre acordes, páginas, esquinas e olhares alheios, transformando o mundo inteiro numa coleção discreta de lembranças.
E o mais cruel é que ninguém percebe.
Só quem continua procurando.
Eu tenho medo da química que precisa ser fabricada.
Daquelas conexões que chegam com manual de instrução, onde cada palavra é escolhida, cada gesto é calculado, cada demonstração parece uma tentativa desesperada de convencer o coração de que existe algo ali.
Eu odeio esse amor que precisa ser empurrado ladeira acima, como se duas pessoas tivessem que carregar uma montanha nas costas para provar que vale a pena.
Porque o que é verdadeiro não pede tanto esforço para existir.
Não deveria parecer uma apresentação, uma entrevista, uma prova de merecimento. Não deveria ser preciso implorar para que alguém enxergue a beleza daquilo que você entrega.
Existe algo triste em tentar transformar faísca em incêndio usando apenas as próprias mãos. Em soprar uma chama que nunca quis nascer, acreditando que talvez, se você cuidar o bastante, ela finalmente escolha aquecer você.
Mas algumas coisas não são destinadas a queimar.
E talvez a maior crueldade seja perceber que você não estava errado por sentir. Você só estava tentando encontrar profundidade em um lugar onde talvez existisse apenas superfície.
Eu não quero mais a química construída no desespero, a proximidade criada pela insistência, o carinho que aparece porque alguém tem medo de perder e não porque realmente quer ficar.
Eu quero o tipo de encontro que parece uma lembrança antes mesmo de acontecer.
Aquela paz estranha de não precisar convencer ninguém.
De não precisar mostrar mil versões suas para provar que existe algo bonito aí dentro.
Porque o amor que precisa ser forçado pode até parecer intenso, mas no fundo carrega uma pergunta silenciosa:
“Se eu parar de tentar, ainda existe alguma coisa aqui?”
E eu cansei de procurar respostas em lugares onde eu sempre precisei gritar para ser ouvido.
Título: Protesto
Até quando eu vou ligar minha TV e ver mais um inocente morrer?
Até quando eu vou ver que, lá no morro, mais uma bala encontrou um corpo?
Corpo esse que sempre foi explorado e morreu sem dignidade, com seu sangue escorrendo no asfalto.
Até quando o negro trabalhador vai ser confundido com bandido e traficante?
Até quando o sistema da injustiça vai afastar o preto e pobre para a periferia?
Até quando eu vou ouvir os gritos de uma mãe que chora pelo seu filho?
Filho esse que o sistema julgou estar envolvido com coisas que essa mãe repudiou desde o início.
Sei que parece clichê, mas nem todo morador é do tráfico, pode crer.
Lá em cima tem um povo que luta pra sobreviver entre o esgoto,
Vive situações difíceis de se crer e ainda se ergue pra um futuro poder ter.
Tem gente que luta só no trabalho,
Outros ousam e, além do trampo, estudam no busão lotado.
Por isso eu te pergunto: até quando essa violência vai acontecer?
Quero um lugar melhor pro povo viver!
Talvez exista quem coleccione cartas. Eu colecciono silêncios que nunca tiveram coragem de pronunciar o meu nome
A INVEJA DO MEU EU: -- Ao entrar, a cena me paralisou: ela estava sentada à mesa com duas crianças. Um garotinho de três anos e uma menina de seis. O que me aterrorizava não era a presença deles, mas a verossimilhança brutal que compartilhavam comigo. Nos gestos pausados, na inclinação do rosto e no brilho do olhar, eram versões latentes de mim mesmo.
Lembrei-me do meu verdadeiro lugar: sempre defendi a ideia de que todos os personagens e lugares que sonhamos são imposição dos nossos desejos e vontades; cada pessoa é nada mais que um reflexo de nós mesmos.
Juliano Assis
NINGUÉM PRECISA ACREDITAR NA MUDANÇA DE NINGUÉM. A MUDANÇA DO SEU PRÓPRIO EU, JÁ É O SUFICIENTE PARA SER OBSERVADA ATRAVÉS DO SEU PRÓPRIO AUTOCONHECIMENTO.
Eu tenho uma mania engraçada. Toda vez que eu digo algo no sentido de brincadeira ou zoação, no final da frase eu tenho que dizer "nossa" de uma forma bem rápida e abafada. Tipo quando você faz "hum", um som com a boca fechada, mas usar "nossa" no lugar.
Não sei quando foi que isso começou, mas parece alguma forma de garantir que a pessoa entendeu que é uma brincadeira? Kkk não sei.
Eu trato o meu corpo duramente e o obrigo a ser completamente controlado para que, depois de ter chamado outros para entrarem na luta, eu mesmo não venha a ser eliminado dela.
Metamorfose
Eu trilhei vários caminhos
Já tive vida severa
Eu vivia a reclamar
Mas dominei minha fera
Hoje eu vivo bem melhor
Mudei, não sou mais quem era.
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
Às vezes rindo sozinho
Sem saber qual o motivo
Eu fico sem entender
Mas dá pra vê que estou vivo.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
09/04/2024
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