Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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ANTÔNIO - Conheceis-me mui bem; por isso mesmo perdeis tempo apelando desse modo para a minha afeição. Além de tudo, pondo em dúvida o meu devotamento, muito mais me ofendeis do que se houvésseis malbaratado tudo o que possuo. Basta dizerdes-me o que é necessário que eu faça, o que julgardes que só pode ser por mim realizado, e eis-me disposto para tudo fazer. Falai, portanto.

Inserida por pandavonteese

SANTO ANTÔNIO

Antanho ímpar,
Anel sem par.
Agora? Antônio glória!
Amém! Unir o par.

Inserida por manoelserraosilveira

Existiram dois grandes "de Moraes", Antônio Ermírio de Moraes e Vinícius de Moraes.
Antagônicos, ambos estavam certos! Cada qual com sua forma de ver o mundo!

Garotos idiotas!!
Hoje,percebi que os garotos são todos iguais uns se chamam Antônio e outros se chamam luiz,mas o meu coração é que diz,que a ilusão é acreditar que se passar qualquer rabo de saia eles não vão notar!!😑

Inserida por nycole_jenifer

QUANTOS APELIDOS!

Antonio de Chã de Areia,
Antonio de Biu de Nô,
Antonio de D. Maria,
Antonio Vereador,
Antonio de Pilar,
Antonio da Cristã,
Antonio da Assembleia,
Antonio da Informática,
Antonio escritor,
Antonio de Neide,
Poeta do Amor!

Inserida por Antonio_Costta

Quem casa pelo Santo António tem mil anos de perdão.

Inserida por AntonioPrates

Como certo dia, O Grande Poeta, António Aleixo; numa linda quadra disse:

“Há tanto burro a mandar;
Em homens de inteligência;
Que às vezes fico a pensar;
Que a burrice, é uma ciência!”

Sobre essa grande verdade/razão, aqui deixo este recitar:

Que pena neste viver, tal se dê;
por tamanha injustiça em tal tão ter;
porque ser mandado, por quem não vê;
é mágoa, que fere; por tão doer!...

Doer, por ver no faltar da prudência;
da caridade e da pura humildade;
mandar, até na Pura inteligência;
por tão “sortuda”, cá; ser a maldade!...

Por tal, o António achou; e viu ciência,
no julgar da humana, “Chico espertice”;
que por cá põe, tanto burro a mandar!...

Em tanto ser de grande inteligência;
que por tal ter, pra tal; tal “malandrice”,
em si; por seu querer, não tem lugar!!!

Com a: de um por HONESTIDADE, ser “mandado”; mágoa,

Inserida por manuel_santos_1

A busca da felicidade é constante, mas tudo dependerá de como a procurá-la...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

Ao defraudar a alguém, estais ferindo as Leis e sujeito a punição...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

A felicidade é o bem mais procurado pelo homem, em todos os tempos...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

Nada nem ninguém é eterno, a não ser o Criador de todas as coisas... Deus...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

A sabedoria é a alma do competente...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

O tempo passou e tudo mudou... Mas o que jamais acabou, foi o verdadeiro amor...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

Fofocar é repassar a assuntos, nem sempre verdadeiros.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

Homenagem à Antônio de Gastão


Se o mar ou o Itajurú estão pra peixe, lá está ele
Linha de pesca tucum, e uma rede, cá vem ele
Eis o tão ditoso e ínclito pescador
Coreógrafo do nado sincronizado dos botos
Ilustre membro na rara tertúlia dos pingüins de smoking
Imperceptível na mímica evasiva do cardume esvaído
Findada, a busca, a isca, o almoço
Quão harmonioso e homogêneo é
Diante do tão formoso amálgama natural
O qual sucede-lhe a camuflagem
Sendo o qual dele mesmo faz parte
Por entre orquídeas, gabirobas, mandacarus, araçás
Cambuís, guaco, cipós-chumbo, perobás
Conhece bem o espetáculo que é a natureza
Da guapebeira, então, nem se fala
Guapeba-de-leite gruda no céu da boca
Ainda faz brotar da madeira
Velho tomé, chico preto, sanhaço, dr.mamão
Filomena, palhaço, joão redondo, azulão
Artista, é de primeira
De-lhe o violão
Canta afinado a melodia da generosidade
Timbrando simplicidade incandescente
Dê-lhe um pôr do sol na beira do cais
Ah, contemplação que dá em verso e prosa
O céu estrelado, depois,
Mais oportuno momento não há
Pra contar estórias às crianças
Ora sobre o fogo verde, ora nos tempos do Algodoal
Pagé tzumé, sereias no litoral
Ou quem sabe as histórias
De Vespúcio, tamoios, caboclos da salicultura
Ou dos tempos no Algodoal
Afinal, crianças e jovens não são sabedores
Mas precisam saber
E enquanto o Itajurú, ou o mar
Ainda estiverem para peixe
Assim como a vida está para a arte
Mais farta será a pesca do melhor pescador
Melhor artista será o que melhor vive
Porque sabe pincelar nos quadros da vida
Os tons e silhuetas da natureza
Que existiam aqui em mil novessentos e doze
Que existiam aqui em mil novessentos e vinte
Que existem aqui até hoje
Seja você quem for
Filho ou filha do pescador afoito
Ancestral, ou forasteiro
Não é sabedor, mas precisa saber

Inserida por Buscadordaverdade

Jamais se desespere, ou deseje com demasia. O autocontrole, sempre faz muito bem...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

O brilho dos olhos fala pela pessoa, com segurança e realidade.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

Aprender é arquivar, aos diversos conhecimentos.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

Vivemos o presente, em prol do futuro...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva

A fofoca é um câncer, que corrói a dignidade do fofocado, sem mesmo a perceber.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Inserida por AntonioCicerodaSilva