Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Hoje meu ex me mandou uma mensagem. Foi como se eu sentisse que ele estava arrependido. Como se eu sentisse que ele precisasse de mim.
Mas eu não dei moral! porque, apesar de todo o sentimento que sinto por ele. Apesar de pensar em perdoá-lo, eu não me permito fazer isso, é preciso que ele perceba que eu não estou sempre disponível.
Quero e preciso que ele me valorize, é só isso que eu peço, que ele me veja de uma forma especial. Não posso ficar implorando que me ame. Minha diginidade parece inexistente nesse momento.
Então há poucos minutos eu larguei meu livro e me sentindo um tanto quanto sozinha, vim escrever em você, diário, pois toda vez que me sinto sozinha você consegue preencher essa solidão, ou eu mesma preencho minha solidão com palavras e algo de vazio em mim de repente torna-se cheio e não me sinto mais tão triste. Eu contive minha vontade de escrever ao Rick, também, pois toda vez que sinto a saudade apertar eu escrevo a ele, e isso faz com que eu me sinta melhor, mesmo que ele nunca vá ler essas cartas. No entanto, escrever a ele é amá-lo cada vez mais, é perpetuar esse amor em suas páginas, é me machucar profundamente e eu não quero mais isso. Basta! Tem que bastar de uma vez por todas! Agatha Christie menciona em “A Morte no Nilo” que: “ O que importa é o futuro, não o passado”. Eu sei que o passado faz parte de nós, que nos tornou quem somos hoje, mas o fato de ele ser importante não significa que devemos viver acorrentados a ele, não é mesmo? Eu estou acorrentada ao Rick por correntes invisíveis que eu mesma criei ao longo dos anos e isso não está certo, não é saudável para mim. (Anseios de uma jovem escritora)
Por amor...
Eu ando buscando maneira
De encontrar sua paixão
Que em fuga, se perdeu
Após inglória decepção
Eu ando buscando jeito
De atravessar suas guardas
Para abraçá-la, com efeito
Dar guarida a seu corpo em meu peito
Eu ando buscando desculpas
Para aportar no cais os seus não’s
Que navegam tristes em mim
Em naus, num branco e preto sem fim
Eu ando buscando por ti
Que por medo, se perdeu em si
Medo de aceitações, medo de amar
De decifrar seus mistérios e aprender a voar
Eu perguntei pra ela por que da gente não ter se conhecido antes...
Ela me perguntou se acreditava em destino, falei que sim.
Então pode ser isso, respondeu.
Eu sei que é tudo tão cedo, e já estamos falando no destino, mas o quê que tem né ?!
Estamos vivendo o nosso tempo, o tempo que a gente não tinha antes e é tudo tão maravilhoso. Desde frio do primeiro encontro as risadas na madrugada enquanto todos dormiam na casa.
Eu só queria ter a sorte de ter um amor tranquilo, e você veio tranquila como uma rosa em forma de pena, flutuante, flutuando no meu coração que estava ali só batendo, agora bater um pouco mas forte.
Já quebrei a cara algumas vezes, quem nunca né ?! Mas contigo eu me joguei de prima, como se fosse uma piscina, mas eu me jogo no teu colo mesmo é tão bom. Quero dizer que nada é cedo, o que importa é está junto de quem te faz bem!
Desabafo: De fato eu prometi para mim mesmo,Que esqueceria ela,Quase 5 meses depôs eu ainda lembro dela,Mesmo trazendo a dor ainda trouxe a felicidade,Certamente ainda dói,O tempo cura mas as saudades me trazem a loucura,As pessoas esperam sua melhora mas você sabe que ela demora, Alguns males vem para o bem.
IMMAGINAZIONE
Eu queria uma sumarenta poesia
Que as rimas dessem paladar e analogia
Aos aromas do fruto maduro do amor
Onde todos degustassem com prazer e sabor
O universo do vário gosto de cada verso
Do poema, carcomendo sentimento diverso
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Janeiro de 2016
Cerrado goiano
Todos meus amigos conhecem-me melhor que eu, eles são meus júris repreender os erros que tenho é o meu troféu.
Meus manos me motivam e eu não posso quebrar a rotina, tenho que transmitir espírito de energia. Porque nem toda varinha mágica tem magia tem vezes que é só uma aparência não se iluda.
De tanto sofrer, com minha própria chatice, eu tenho aprendido a suportar-me. Assim, mereço um prêmio por todos estes anos sem ao menos ter enlouquecido.
Se eu tiver que dar apenas uma dica sobre ser pai é: seja um bom exemplo. Melhor do que mandar a fazer a coisa certa é ensinar mostrando como se faz.
Eu Acredito Nas Maravilhas Do Senhor E Também Acredito Na Obra Maravilhosa Que Ele Vai Fazer Na Sua Vida Amém Irmão
Guerra perdida
(Em piegas confissão)
Eu tentei te esquecer, eu tentei.
Implorei uma trégua ao coração,
mas, em rebeldia, ele, tão atrevido,
bateu mais forte e me disse: – Não!
Eu tentei te esquecer, eu tentei...
Busquei outros lábios, outro rosto,
mas jamais consegui encontrar
o encanto e a doçura do teu gosto.
Eu tentei te esquecer... Ora, eu tentei!!!
Até em sonhos eu fugi de ti,
mas, contigo em meus pensamentos,
confesso que sempre amanheci.
Eu tentei te esquecer, sim, eu tentei...
Encarei como feitiço, doença, uma cilada,
mas a paixão de corpo era também de alma,
e então eu já não pude fazer mais nada.
Ah, eu tentei te esquecer, como eu tentei!
Mas não era pra ser, agora bem compreendo.
Admito: perdi a batalha, perdi essa guerra.
Em teus braços, eu me entrego. Eu me rendo!
Poema: Anne Mahin
Arte: Emilia Wilk
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